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sábado, 23 de outubro de 2010

COMO DEUS FAZ HISTÓRIA

Como Deus Faz História

Quando Jesus nasceu, cumpriram-se literalmente inúmeras profecias feitas séculos antes. O Antigo Testamento está repleto de indicações da primeira vinda de Cristo. Com o Seu nascimento, as promessas da Palavra de Deus se fizeram História. O mais admirável, entretanto, é a maneira como Deus faz Sua Palavra tornar-se real e Suas profecias transformarem-se eventos históricos: muitas vezes Ele usa as atitudes profanas das pessoas e as circunstâncias políticas da época para concretizar Seus planos. A Bíblia nos traz muitos exemplos nesse sentido. Destacaremos três, salientando lugares relacionados com o nascimento e a infância de Jesus.
Belém.

1. Jesus deveria nascer em Belém

Por volta de 700 anos antes de Cristo viveu o profeta judeu Miquéias, que predisse acerca do aparecimento do Messias de Israel: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5.2).

Aquele que tem origens eternas, e que age desde sempre, viria a nascer em um lugar pré-definido e específico, que era Belém, pequeno e insignificante lugarejo na Judéia. Caso a anunciação do nascimento do Rei de Israel se referisse a Jerusalém nada haveria de extraordinário, uma vez que os reis normalmente nascem na capital do reino. 

Porém, com muitos séculos de antecipação, um lugar sem representatividade foi destacado entre os milhares de Judá para ser o local do nascimento do Rei que viria, o que era algo muito especial. Praticamente todo cidadão de Israel conhecia essa passagem das Escrituras que afirmava que um dia o Messias viria de Belém. 

Por isso, quando Herodes perguntou onde nasceria o rei dos judeus, os entendidos na Lei puderam lhe fornecer imediatamente o nome do lugar onde deveria nascer o Prometido segundo as profecias: “Então, convocando [Herodes] todos os principais sacerdotes e escribas do povo, indagava deles onde o Cristo deveria nascer. Em Belém da Judéia, responderam eles, porque assim está escrito por intermédio do profeta: [em Miquéias 5.2] E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as principais de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar a meu povo, Israel” (Mt 2.4-6).

Entretanto, em relação a essa profecia havia um problema, e este não era pequeno: Maria e José não viviam em Belém, mas em Nazaré (Lc 1.26), e aparentemente não planejavam se mudar para Belém. Deus não enviou um anjo para lhes dizer: “Querido José, querida Maria, vocês não sabem que o Messias deve nascer em Belém? Vocês não sabem que a Palavra de Deus precisa se cumprir e Seu Filho não pode nascer em Nazaré? Levantem! Ponham-se a caminho para que se cumpra a palavra do Senhor falada através do profeta Miquéias!”

Não foi o que aconteceu. O imperador César Augusto tomou uma decisão política em Roma, bem longe de Israel e sem ter a mínima noção das profecias bíblicas – decretando um recenseamento do povo. Essa decisão política obrigou José, juntamente com Maria, que estava no final da gravidez, a irem até Belém para se registrarem no censo populacional. 

Em Lucas 2.4 lemos que José era “da casa e família de Davi”. Portanto, era em Belém (a “cidade de Davi”) que ele tinha de se registrar. Chegando lá, Maria logo deu à luz ao Filho de Deus. É o que podemos chamar de “tempo de Deus”! O Senhor, em Sua onisciência e onipotência, usou a política secular e um de seus líderes para fazer cumprir Suas profecias e para concretizar as previsões de Sua Palavra.
A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito.

2. Jesus viria do Egito

A Bíblia não apenas profetiza que Cristo nasceria em Belém mas também diz que Ele viria do Egito. No oitavo século antes de Cristo, outro profeta anunciava em Israel a respeito do vindouro Messias: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho” (Os 11.1). 

Os comentaristas judeus aplicavam essa profecia a Israel e ao Messias, o que se torna bem evidente conhecendo o contexto do Novo Testamento. Mas como ela se cumpriu, como foi que Jesus, ainda menino, veio do Egito? A maioria de nós conhece a história da matança dos meninos judeus em Belém ordenada pelo infanticida rei Herodes, que via seu trono ameaçado pelo nascimento de Jesus. 

A Bíblia diz a esse respeito: “Tendo eles partido, eis que apareceu um anjo do Senhor a José, em sonho, e disse: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise; porque Herodes há de procurar o menino para o matar. Dispondo-se ele, tomou de noite o menino e sua mãe e partiu para o Egito; e lá ficou até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que fora dito pelo Senhor, por intermédio do profeta [em Os 11.1]: Do Egito chamei o meu Filho” (Mt 2.13-15).

Os planos cruéis, egoístas e assassinos de um político mundano acabaram contribuindo para que a Palavra se cumprisse. Herodes pensava que aniquilaria os planos divinos, mas sua maldade apenas contribuiu para que as profecias se cumprissem literalmente.
O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”. O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12).

3. Jesus, o Nazareno

Segundo minha contagem, Jesus é chamado de “Nazareno” pelo menos 18 vezes no Novo Testamento. Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”, pois tinha vivido ali por muitos anos. Quando morreu na cruz, sobre Sua cabeça estava afixada uma placa que dizia: “Este é Jesus de Nazaré, o Rei dos judeus”. O nome “Nazaré” origina-se da raiz hebraica “nezer”, que significa “broto”, “renovo” ou “ramo”.

O profeta Zacarias anunciou o seguinte, 520 anos antes de Cristo, acerca do Messias de Israel: “E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo; ele brotará do seu lugar e edificará o templo do Senhor” (Zc 6.12). “Ouve, pois, Josué, sumo sacerdote, tu e os teus companheiros que se assentam diante de ti, porque são homens de presságio; eis que eu farei vir o meu servo, o Renovo” (Zc 3.8). 

Jeremias proclamou o mesmo 80 anos antes de Zacarias: “Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, rei que é, reinará, a agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5).

Quando Jesus veio, Ele foi o “Nazareno”, o “Renovo” do qual falavam as profecias. Mas como Jesus não apenas nasceu em Belém sem que seus pais residissem ali, veio do Egito por razões inacreditáveis e ainda pode ser chamado de Nazareno? Porque mais tarde Ele morou em Nazaré, confirmando uma vez mais as profecias, mostrando que elas se cumprem por razões às vezes bastante profanas.

Herodes havia morrido, e José ainda vivia com Maria e o menino no Egito quando, através de um anjo, recebeu ordens de retornar à terra de Israel. Era óbvio que José desejava retornar à sua terra com sua família, mas quando ficou sabendo que Arquelau reinava no lugar de seu pai, ficou com medo. Arquelau era um dominador de triste fama e muito cruel, que os romanos suportaram por apenas dois anos e depois o depuseram. 

Na realidade, quem deveria assumir o trono de Herodes na Judéia era outro de seus filhos, mas por um capricho pessoal, Herodes mudou seu testamento pouco antes de morrer e colocou Arquelau no poder. Para não se submeter ao seu domínio, José foi viver na Galiléia, na cidade de Nazaré, que estava subordinada a outro governante:
 
“Tendo Herodes morrido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino. Dispôs-se ele, tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel. Tendo, porém, ouvido que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá; e, por divina advertência prevenido em sonho, retirou-se para as regiões da Galiléia. E foi habitar numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito por intermédio dos profetas: Ele será chamado Nazareno” (Mt 2.19-23).

Vista de Nazaré.

Esses três exemplos mostram muito claramente que nada nem ninguém pode impedir ou barrar os planos de Deus. Não há falha humana, manobra política, crueldade, capricho ou força da natureza que impossibilitem Deus de concretizar Seus propósitos. Nada impedirá que Jesus volte cumprindo Suas promessas a Israel. 

Os acontecimentos proféticos, cujo desenrolar vemos em nossos dias, culminarão na volta de Cristo e mostram que ela está se aproximando. 

Todos os fatos que acontecem no mundo são dirigidos por Deus de tal forma que acabarão servindo para que os Seus desígnios se realizem e para que Jesus venha a este mundo como o Rei e Messias. 

Jesus voltará cumprindo muitas profecias que ainda não se realizaram, pois muitas delas dizem respeito diretamente a Sua volta em poder e glória e à restauração de Israel, predita tantas vezes e por tanto tempo! Israel já retornou à sua própria terra depois de um longo tempo de dispersão (Diáspora), quando havia judeus espalhados pelo mundo todo. Até o terrível Holocausto acabou servindo à causa judaica, pois acelerou a fundação do Estado de Israel e permitiu que mais judeus voltassem à sua pátria. 

Quase todas as nações votaram em favor de Israel nessa ocasião, pois estavam chocadas com o que havia acontecido aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial nas mãos dos nazistas. Apenas três anos depois do final da guerra, os judeus já possuíam seu próprio Estado. No entanto, a luta, atual e futura, dos inimigos contra Israel e contra Jerusalém é predita nas profecias, e precisa acontecer. 

A Bíblia fala de uma unidade mundial política, religiosa e econômica que acabará se opondo a Israel. Hoje vemos que todos os esforços políticos acontecem em função desse desejo de globalização. A Palavra de Deus se cumpre sempre. Alegremo-nos por isso! 

  Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 2006.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

DE TERRORISTA A AMIGO DE ISRAEL

Entrevista com Walid Shoebat
De terrorista a amigo de Israel
A nova vida de Walid com sua família.

"Em 1993 folheei pela primeira vez o livro de meus inimigos, a Bíblia", conta Walid Shoebat (43 anos), filho de uma família palestina muçulmana em Beit Sahur, nas proximidades de Belém. "Na Bíblia encontrei o amor que procurei em vão no Corão e descobri o caminho até Jesus". 

Como jovem palestino, Walid Shoebat, juntamente com seus "correligionários", jogava pedras do monte do Templo sobre os judeus que oravam junto ao Muro das Lamentações. Aos 16 anos ele escondeu uma carga explosiva dentro de um pão que pretendia largar na filial do banco israelense Le’umi em Belém. No último momento ele ficou com tanto medo que jogou a bomba sobre um telhado. 

Mesmo assim foi detido por seu ato e ficou em uma prisão israelense até os 18 anos. Quando foi solto, em 1978, emigrou para os Estados Unidos, onde se tornou um engajado ativista pró-palestino em Chicago. 

Seu casamento com uma cristã americana foi mudando sua vida aos poucos. No início ele tentou todo o possível para convencer sua esposa de que o islã era a religião verdadeira. Hoje Walid é cristão renascido e ama o povo de Israel. Nesta entrevista concedida a Aviel Schneider, da revista israel heute, ele disse que a terra de Israel pertence aos judeus e não aos palestinos.

Pergunta: Walid, você ainda mantém contato com sua família?

Shoebat: Minha família não quer mais saber de mim. Meu pai tem vergonha por minha causa, e ele e meu irmão querem me matar para restaurar a honra da família. Meu pai era o mukhtar (líder islâmico local) de Beit Sahur e casou-se com uma americana. Minha mãe foi obrigada a se converter ao islamismo. Ele lhe tirou o passaporte porque ela tentou fugir algumas vezes. Desde pequeno fui ensinado a odiar os judeus. Eu os odiava mesmo não conhecendo um único judeu.

Pergunta: E hoje você ama o povo judeu?

Shoebat: Sim, e isso aconteceu apesar de meu sonho ter sido morrer pela Palestina, lutando contra os judeus. Muitas vezes passei por situações em que realmente pensei que os soldados israelenses iriam atirar em mim e me matar. Na realidade os soldados de Israel só atiram em palestinos quando se encontram em perigo de vida. Eu tentei converter Maria, minha esposa, ao islamismo, mas ela trouxe Jesus para meu coração. Deus realizou um milagre em minha vida e me mostrou quem é o nosso verdadeiro Salvador e Messias: Jesus, um judeu.

Pergunta: Israelenses e palestinos lutam uns contra os outros em uma espiral de violência sem fim. Existe uma saída?

Shoebat: Essa não é uma "espiral de violência" como muitas vezes é apresentada no Exterior. Israel apenas reage ao terrorismo palestino, assim como os agentes da lei são obrigados a reagir diante da criminalidade. Os líderes terroristas são todos covardes. Eles escolhem jovens e os enviam à morte. Veja só o que houve com Saddam Hussein. Ele foi capturado em um buraco. Osama bin Laden se esconde em alguma caverna e Yasser Arafat não sai de sua muqata’a (quartel-general) em Ramallah. Todos eles sabem que não há 72 virgens no paraíso e por isso mandam os outros morrerem por sua causa, mas eles mesmos não vão. Israel e o mundo não devem de forma alguma ceder diante do terror islâmico.

Pergunta: Mas esse terrorismo cansa os israelenses!

Walid Shoebat em 1977.

Shoebat: Deus não permita que eles fiquem cansados! Todos os dias oro pela proteção do povo de Israel. Os judeus têm direito bíblico à Terra Santa, que não é dos palestinos ou dos muçulmanos. Se essa afirmação me faz um traidor aos olhos dos muçulmanos, então que seja assim, mas eu sei que diante de Deus não sou traidor!

Pergunta: Conheço alguns palestinos que são cristãos, mas poucos deles aceitam o direito de Israel sobre a Terra Santa. Ao invés disso, eles defendem a causa palestina.

Shoebat: Isso é verdade, e eu chamo esses cristãos de cristãos muçulmanos – uma mistura que não funciona. Hoje, quando olho para trás, chego à conclusão de que joguei pedras nos judeus sem conhecê-los e nem a sua religião. Por quê? Porque eu, como todas as crianças palestinas, passei por uma lavagem cerebral nas mesquitas e escolas que freqüentei. Os judeus eram apresentados para nós como macacos ou porcos sem direito à Palestina. Aprendíamos que os judeus roubaram nossa terra e que tínhamos que lutar por ela até o mais amargo fim.

Pergunta: Como os dois povos podem se aproximar?

Shoebat: Judeus e palestinos não conhecem bem uns aos outros. Se os palestinos conhecessem melhor a base histórica e bíblica dos judeus em Israel, certamente muitos pensariam de maneira bem diferente sobre a existência do Estado de Israel e do povo judeu. A liderança palestina, porém, frustra qualquer esforço em prol de uma aproximação entre os dois povos. Faz-se necessário que surjam relações sinceras entre judeus e árabes.

Pergunta: Mas já existem projetos de reconciliação como o Musallaha, que incentivam as relações entre judeus e palestinos.

Shoebat: Não confio nesse programa de reconciliação de Salim Munajer, pois ele fala com duas línguas. Aos judeus ele conta o que querem ouvir, e faz o mesmo com os palestinos. Aos judeus messiânicos ele procura arrancar suas raízes judaicas e questiona seu serviço militar. Mas como é possível duvidar da importância do serviço militar se os judeus precisam defender seu país? Salim, que declara ser amigo de Israel, defende apenas os objetivos palestinos. Ele apóia a divisão de Jerusalém e a devolução do cerne das terras bíblicas, a Judéia e Samaria, aos palestinos. Do ponto de vista bíblico é um fato que a terra de Israel foi prometida aos judeus e não aos palestinos, e nessa questão "político-espiritual" muitos cristãos palestinos falham, entre eles Salim.

Pergunta: Como você explica o fato do Ocidente, que busca a liberdade, a democracia e o respeito aos direitos humanos, demonstrar mais simpatia pelo Oriente muçulmano, que despreza esses valores, do que por Israel, que os preza?

Shoebat: Esta é uma luta espiritual entre o céu e o inferno.

Pergunta: Qual a sua contribuição como palestino crente?

Shoebat: Sempre que tenho oportunidade explico às pessoas que Deus não apóia a luta dos palestinos mas está do lado de Seu povo, Israel. Decidi dar palestras por ter sido vítima da lavagem cerebral palestina na infância. Esse doutrinamento era contra os judeus. Hoje vejo milhões de crianças sofrendo o mesmo tipo de abuso. Isso não tem relação alguma com os territórios conquistados, pois o ódio aos judeus e o terrorismo contra eles já existiam antes de 1967.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

BEBÊ MORRE NA MALÁSIA APÓS SER LEVADO DE CASA POR MACACO

Bebê morre na Malásia após ser levado de casa por macaco

Macaco na Malásia
Macaco teria entrado na casa da família à procura de alimentos
Uma menina de 4 dias morreu na Malásia após ser levada de sua casa por um macaco que a mordeu e depois a deixou cair do telhado.

A menina estava dormindo na sala de casa, no Estado de Negri Sembilan, no centro da Malásia, quando o macaco entrou.

O bebê estava sozinho na sala quando o animal chegou. Autoridades ambientais disseram que o macaco provavelmente estava procurando comida.

Eles disseram que esse foi o primeiro caso de um ataque de macaco selvagem contra humanos no Estado.

Corpo 

A mãe do bebê, V Revathy, de 26 anos, disse ter deixado a menina sozinha na sala para ir ao banheiro e que o avô da criança, que também estava na casa, havia ido tomar um copo d’água.

“Nós procuramos freneticamente por toda a casa e vimos seu corpo coberto de sangue no chão em frente à casa”, disse o avô, A Valayutham, ao jornal local The Star. 

O bebê também tinha um ferimento grave por mordida e arranhões.

O diretor do serviço de parques nacionais e vida selvagem, Ishak Muhamad, disse que seus funcionários posteriormente pegaram e mataram a tiros um macaco que eles acreditam ter sido o responsável pelo ataque.

“Suspeitamos que o macaco estava procurando por comida dentro da casa. Ele pode ter levado o bebê para o telhado pensando que a criança era comida”, disse Muhamad.

Segundo ele, o bebê morreu ao cair do telhado. “O macaco aparentemente soltou a recém-nascida ao ficar alarmado pelos gritos dos familiares”, disse.
A região onde a família vive tem muitas árvores nas quais vivem os macacos.

Postado por Roberto
Fonte: Notícia de Israel
Abraço