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sábado, 9 de janeiro de 2010

RECONCÍLIE-SE DEPRESSA

Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao Juiz, o Juiz, ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo. Mateus 5. 25 e 26.
Nesses versos Jesus pinta novamente um quadro significativo com Suas palavras. Pode parecer estranho que Ele retrate dois adversários andando juntos para o tribunal. Isso seria algo realmente raro em uma cidade moderna, mas não em uma vila rual da Palestina.
Nessa passagem Jesus dá a cada um de nós um exelente conselho que, se for atendido, tornará nossa vida mais prazerosa. Há várias lições no texto.
A primeira delas é não deixar as coisas se inflamarem. Isso me faz lembrar de que na mão do meu avô faltava um dedo. Ele não nasceu desse jeito: ficou assim. Quando ainda jovem, entrou-lhe uma lasca de madeira no dedo. Foi muito dolorosos e difícil de remover. Por isso, ele deixou que a natureza se encarregasse do processo de cura. Infeslismente, o dedo inchou e infeccionou. Um pouco do problema era de se esperar, mas no caso dele a infecção chegou a um ponto em que não podia mais ser controlado. Como resultado, ele perdeu o dedo.
Jesus está nos dezendo algo semelhante com rrespeito ao relacionamento humano. Muitas descussões que poderiam ser facilmente resolvidas logo de início, são deixadas a inflamar e deteriorar o relacionamento. Amargura gera amargura. É melhor buscar "sem demora" a restauração de um relacionamento prejudicado, mesmo que não estejamos em falta. Esse é um bom conselho tanto para famílias como para igrrejas e cominidades. Acreditem ou não, as coisas podem ficar piores.
Logicamente, Jesus pode também estar sugerindo que devemos nos reconciliar e viver em paz, com as pessoas nunca sabemos quando será o fim da nossa vida terrena, ocasião será muito tarde para acertar qualquer questão.
Jesus nos aconselha a demonstrar consideração uns pelos outros, mesmo por aqueles que pensamos ser nossos adversários. Isso nem sempre é facíl, mas é cristianismo. Que Deus nos ajude para que cada um hoje possa acertar situações em que tenha ofendido a alguém ou em que outros o tenham ofendido.

Leia I Crônicas 13. 16 e  II Reis 6.
Essa mensagem foi extraída do livro "A Justiça do Cristão"

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

O ESPÍRITO DA LEI

A JUSTIÇA DO CRISTÃO

7 Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás.

8 Mas o pecado, tomando ocasião, pelo mandamento operou em mim toda espécie de concupiscência; porquanto onde não há lei está morto o pecado.

9 E outrora eu vivia sem a lei; mas assim que veio o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri; Romanos 7. 7-9

Paulo fora do homem orgulhoso. Era um fariseu entre o fariseu, uns dos mais zelosos da sua seita. Se qualquer deles pudesse ter guardado a lei perfeitamente, esse teria sido Paulo.
Ele estava muito bem. Adorava a Deus de maneira suprema, não se inclinava aos ídolos nem tornava o nome de Deus em vão, e era cuidadoso em guardar as inúmeras regras a respeito da observância do sábado. Tampouco cometera adultério, roubara, ou dissera falso testemunho. Afinal, concluíra, ele era uma pessoa bastante boa. Paulo tinha boas razões para ter certa presunção religiosa.
No entanto, ele viu a luz. Viu um mandamento "diferente", aquele que diz "Não cobiçarás". De repente o pecado tomou uma nova forma. Afinal, esse pecado implica uma atitude mental, e não um ato físico.
É verdade que ele evitara o próprio ato do roubo, do adultério e outros mais, mas aqui Paulo, o fariseu, esbarrara no significado mais profundo da lei. A lei também tinha ver com as atitudes.
"Não cobiçarás" atingiu Paulo como raio. Ele começou a compreender o significado mais profundo da lei e sentiu-se, conforme as palavras de Isaías, "destruído". Ou como o próprio Paulo coloca: "O pecado reviveu, e eu morri".
Paulo podia ficar feliz com suas realizações enquanto estava lidando com a letra da lei, mas sua ilusão de conduta perfeita foi esmagada de uma vez por todas quando ele compeendeu a verdadeira profundidade da lei.
A experiência de Paulo deve ser também a nossa. A profundidade do problema do pecado é revelado no espírito da lei e somos conduzidos até a cruz, onde também morremos para toda esperança em nós mesmo ou nas realizações próprias.

I Crônicas 1-3
II Reis 1.