quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O NATAL QUE AINDA TEM QUE ACONTECER

Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete" (Nm 24.17).

O duplo cumprimento do Natal

O primeiro cumprimento do Natal aconteceu há mais de 2.000 anos, quando Jesus nasceu na estrebaria em Belém. O segundo e principal Natal acontecerá quando Ele voltar e estabelecer o Seu reino sobre toda a terra. Esses dois acontecimentos historicamente distintos foram vistos pelos profetas como um só acontecimento.

1. Miquéias

Esse profeta viu o desenrolar cronológico do primeiro e do segundo Natal: "E tu, Belém Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade" (Mq 5.1). 

Aqui Miquéias fala do primeiro Natal, que trouxe a salvação a todo o mundo, e que aconteceu em Belém. Mas Jesus já reina em Israel? Não, isso ainda está por acontecer. Antes acontece o que está escrito em Miquéias 5.3: "Portanto, os entregará até ao tempo em que a que está em dores tiver dado à luz; então o restante de seus irmãos voltará aos filhos de Israel."

Esse acontecimento se situa entre o primeiro Natal, que já aconteceu, e o segundo Natal, que ainda vai acontecer. Israel foi deixado de lado, espalhado pelo mundo inteiro. Até quando? Até que chegou o tempo da sua restauração, até seu novo nascimento como nação em 14 de maio de 1948. Desde então os judeus voltam do mundo todo para Israel. E esse é prólogo para o segundo e perfeito Natal: "Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do Senhor na majestade do nome do Senhor, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque agora será ele engrandecido até os confins da terra" (Mq 5.4).  

Aqui vemos Israel e o mundo todo debaixo do Seu domínio, e Ele habitará no meio de Seu povo. E já que Deus, o Senhor, conduz de volta para casa os judeus de todo o mundo, a volta de seu Messias, o Senhor Jesus Cristo, deve estar próxima.

Assim como o primeiro Natal em Belém significou a salvação para as nações, o segundo Natal trará a salvação para Israel.
Entre o primeiro e o segundo Natal se encontra o tempo da Igreja de Jesus.

2. Balaão

A profecia de Balaão também se refere a esse duplo cumprimento: "Vê-lo-ei, mas não agora; contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro que ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete" (Nm 24.17). Com certeza é esclarecedor o fato de Balaão ter visto duas coisas que apontam em direção ao Senhor Jesus: a) a estrela de Jacó e b) o cetro de Israel.

a) A "estrela que procederá de Jacó" é, segundo meu entendimento, uma alusão à primeira vinda de Jesus em Belém, quando veio às nações para nos trazer a salvação. Foi por isso que gentios, os sábios do Oriente (um símbolo das nações), viram a estrela e vieram a Belém: "Tendo Jesus nascido em Belém da Judéia, em dias do rei Herodes, eis que vieram uns magos do Oriente a Jerusalém. E perguntavam: Onde está o recém-nascido Rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo. E, vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Entrando na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra" (Mt 2.1-2,10-11).  

Aqui o Salvador é descrito de maneira maravilhosa, Ele que veio para nós – os gentios – para nos salvar, como "estrela de Jacó", pois a salvação vem dos judeus (Jo 4.22b).

b) O "cetro que subirá de Israel", que "ferirá as têmporas de Moabe e destruirá todos os filhos de Sete", é uma alusão ao segundo Natal – a volta do Messias Jesus Cristo para Israel. Pois quando Ele voltar, destruirá todos os inimigos de Israel e regerá com cetro de ferro.

3. A revelação de Jesus Cristo

Reger as nações com cetro de ferro é mencionado em Apocalipse 12.5: "Nasceu-lhe, pois, um filho varão, que há de reger todas as nações com cetro de ferro. E o seu filho foi arrebatado para Deus até ao seu trono."

a) "Nasceu-lhe... um filho varão..." é mais uma alusão à primeira vinda de Jesus, ao primeiro Natal, quando Israel (= a mulher com uma coroa com doze estrelas, Ap 12.1) nos trouxe Jesus.

b) Mas o texto continua: "...há de reger as nações com cetro de ferro." Isso aponta para a volta de Jesus a Israel, aludindo ao segundo Natal. "" profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!" (Rm 11.33).
 
O significado do segundo Natal, ainda por acontecer, de Israel

1. O Rei dos Reis volta e leva Israel à salvação plena, prometida anteriormente por Ele

Isso se expressa em uma bênção tripla que Balaão foi obrigado a proferir há milhares de anos sobre Israel:

a) "Como posso amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoou? Como posso denunciar a quem o Senhor não denunciou? Pois do cume das penhas vejo Israel, e dos outeiros o contemplo: eis que é povo que habita só, e não será reputado entre as nações" (Nm 23.8-9).

b) "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? ou, tendo falado, não o cumprirá? ...Não viu iniqüidade em Jacó, nem contemplou desventura em Israel; o Senhor seu Deus está com ele, no meio dele se ouvem aclamações ao seu Rei" (Nm 23.19,21).

c) "Que boas são as tuas tendas, ó Jacó! Que boas são as tuas moradas, ó Israel! Como vales que se estendem, como jardins à beira dos rios, como árvores de sândalo que o Senhor plantou, como cedros junto às águas. Águas manarão de seus baldes, e as suas sementeiras terão águas abundantes; o seu rei se levantará mais do que Agague, e o seu reino será exaltado. Deus tirou do Egito a Israel, cujas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e, com as suas setas, os atravessará. Este abaixou-se, deitou-se como leão e como leoa; quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem" (Nm 24.5-9).

2. Debaixo do reinado do cetro de Jesus Cristo, o próprio Israel dominará sobre todos os povos

Foi o que o velho patriarca Jacó já previra e profetizara em sua bênção sobre Judá: "O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de entre seus pés, até que venha Siló; a ele obedecerão os povos" (Gn 49.10). Siló (herói) é o Messias vindouro, Jesus Cristo. 

Seu reinado, partindo de Judá, será tão grande que abrangerá o mundo todo. Assim Israel, através dEle, do Herói, se tornará o maior dentre as nações. Balaão já aludiu a isso quando disse em sua primeira bênção: "...eis que é povo que habita só, e não será reputado entre as nações" (Nm 23.9b). Não se pode comparar Israel com nenhuma outra nação da terra. Afinal, está escrito na Bíblia acerca da posição elevada que Israel ocupará um dia (e que não agrada nem um pouco aos anti-semitas cristãos): "Para, assim, te exaltar em louvor, renome e glória sobre todas as nações que fez, e para que sejas o povo santo ao Senhor, teu Deus, como tem dito" (Dt 26.19).

3. Juízo sobre todos os povos e pessoas que amaldiçoaram Israel

O próprio Senhor, que segura o cetro, exercerá juízo sobre todos os que amaldiçoam a Israel (comp. Mt 25.33ss = a separação das ovelhas dos bodes). Por isso Balaão disse em sua terceira bênção: "Deus tirou do Egito a Israel cujas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e com as suas setas os atravessará. Este abaixou-se, deitou-se como leão e como leoa: quem o despertará? Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem" (Nm 24.8-9). 

Moabe e Balaão tiveram de experimentar na própria carne o quanto Deus leva a sério esse assunto, e isso seja dito a todos os anti-semitas! Balaque, o rei moabita, queria mandar amaldiçoar Israel através de Balaão, mas não conseguiu. Acerca desse Moabe está escrito posteriormente que: "Nenhum amonita nem moabita entrará na assembléia do Senhor; nem ainda a sua décima geração entrará na assembléia do Senhor eternamente. Porquanto não foram ao vosso encontro com pão e água, no caminho, quando saíeis do Egito; e porque alugaram contra ti Balaão, filho de Beor, de Petor, da Mesopotâmia, para te amaldiçoar. Porém o Senhor, teu Deus, não quis ouvir a Balaão; antes, trocou em bênção a maldição, porquanto o Senhor, teu Deus, te amava. Não lhes procurarás nem paz nem bem em todos os teus dias, para sempre" (Dt 23.3-6).

 Balaão, que depois desses fatos conseguiu seduzir Israel a praticar adultério e idolatria, de fato sentiu no próprio corpo a maldição de Deus: "Também os filhos de Israel mataram à espada Balaão, filho de Beor, o adivinho, com outros mais que mataram" (Js 13.22).

  Balaão, como instrumento do Senhor, antes disso proferira ele próprio uma profecia e palavras de juízo sobre diversos povos que eram inimigos de Israel: moabitas, edomitas, amalequitas e queneus (Nm 24.14-25). Esses povos simbolizam os últimos reinos mundiais gentios que avançam sobre Israel, mas que serão julgados pelo Senhor quando Ele vier, e isso é mencionado em Números 24.7b,8b,14,17b. Nesse contexto Agague (o rei de Amaleque) simboliza profeticamente o anticristo e os outros povos simbolizam todos os outros inimigos anti-semitas.
O perigo da sedução

Israel não podia ser amaldiçoado graças à sua posição diante de Deus, e tanto mais Balaão teve que abençoá-lo. Mas o que Balaão tinha condições de fazer, ele fez: ele seduziu Israel. 

Ele disse a Balaque, o rei de Moabe, mais ou menos o seguinte: "Não posso amaldiçoar a Israel, mas podemos seduzi-lo. Dou a você o seguinte conselho..." É sobre esse conselho perverso que lemos em Números 31.16: "Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor, no caso de Peor, pelo que houve a praga entre a congregação do Senhor." Em Números 25.1-3 e 6-9 podemos ler a descrição muito vívida das conseqüências terríveis que Israel teve de carregar por ter se deixado seduzir: "Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas. Estas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu e inclinou-se aos deuses delas. Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Eis que um homem dos filhos de Israel veio e trouxe a seus irmãos uma midianita perante os olhos de Moisés e de toda a congregação dos filhos de Israel, enquanto eles choravam diante da tenda da congregação. Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, o sacerdote, levantou-se do meio da congregação, e, pegando uma lança, foi após o homem israelita até ao interior da tenda, e os atravessou, ao homem israelita e à mulher, ambos pelo ventre; então a praga cessou de sobre os filhos de Israel. Os que morreram da praga foram vinte e quatro mil."
A respeito, quero salientar dois pontos fundamentais:

1. Existe algo bem pior para filhos de Deus do que demonismo, coisas diabólicas e feitiçaria. Trata-se da sedução

Como cristãos, não podemos mais ser amaldiçoados; a maldição e o feitiço não terão mais sucesso conosco, pois através de nossa posição em Jesus Cristo diante de Deus estamos perfeitamente santificados. Mas podemos ser seduzidos e podemos nos deixar seduzir – e com isso temos prejuízo e sofremos danos.

a) Sedução à prostituição

Em Números 25.1 lemos: "Habitando Israel em Sitim, começou o povo a prostituir-se com as filhas dos moabitas." Existem tantas coisas que podem seduzir uma pessoa! Citemos apenas algumas: a leitura do livro errado, o programa de televisão errado, ouvir um CD errado, caminhar em um caminho errado, permanecer em companhia errada.

b) Sedução à prostituição "espiritual"

Tomemos apenas um único exemplo: Deus mostrou a você um lugar específico e incumbiu você de executar ali uma tarefa específica. Mas você fica olhando para outras coisas que são escolha sua e não de Deus. Quando você começa a olhar além dos limites impostos por Deus, não consegue realizar a tarefa que Deus lhe deu ou pelo menos não consegue realizá-la de maneira satisfatória.

Quais são as coisas que atrapalham você e que o impedem de ler a Bíblia ou de orar mais? Que convites você aceita fazendo com que fique afastado da íntima comunhão com Jesus? Na verdade, a quem você serve? O que impede você de freqüentar regularmente os cultos e reuniões de oração? São argumentos realmente sérios e plausíveis, ou é apenas a indiferença de seu coração fazendo com que você seduza a si mesmo?

c) O que seduziu você?

Em Números 25.3 está escrito: "Juntando-se Israel a Baal-Peor, a ira do Senhor se acendeu contra Israel." E você, ajunta-se com que ou com quem? Seu coração se inclina para quê? Para coisas que o prejudicam, seduzem e o afastam do Senhor? O Novo Testamento se refere a essa história e diz em 1 Coríntios 10.8: "E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil."

2. Como o pecado é terrível aos olhos de Deus e como devemos lidar com ele

A respeito, leiamos mais uma vez a passagem de Essa atitude brutal e dura, humanamente falando, nos mostra o quanto Deus é santo e como o pecado é terrível para Ele. Por causa da prostituição e idolatria, Ele teve de trazer uma terrível praga sobre o povo de Israel que havia sido salvo, e nesse juízo morreram 24.000 pessoas. Depois disso Israel se dirigiu à tenda da congregação, ao Tabernáculo, reencontrando-se com Deus e derramando o sangue da expiação. Os israelitas se arrependeram e choraram diante do Senhor: 

Números 25.6-8: "Eis que um homem dos filhos de Israel veio e trouxe a seus irmãos uma midianita perante os olhos de Moisés e de toda a congregação dos filhos de Israel, enquanto eles choravam diante da tenda da congregação. Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, o sacerdote, levantou-se do meio da congregação, e, pegando uma lança, foi após o homem israelita até ao interior da tenda, e os atravessou, ao homem israelita e à mulher, a ambos pelo ventre; então a praga cessou de sobre os filhos de Israel.""...enquanto eles choravam diante da tenda da congregação" (Nm 25.6b). Mas isso não bastava. 

A essa demonstração de arrependimento se somou a ação de Finéias, que foi radical com o pecado, pois traspassou o pecado com uma lança. Só a partir desse momento é que "...a praga cessou de sobre os filhos de Israel" (Nm 25.8b). Separar-se do pecado pode ser muito doloroso. Um menino do Congo disse certa vez a um missionário: "A Bíblia abre buracos no meu coração".

Sempre que pecamos, podemos nos reencontrar com Deus através do sangue da reconciliação de Jesus Cristo, derramado na cruz do Calvário – existe perdão para nós! Mas para isso também é necessária uma ruptura radical com o pecado. Peça perdão ao Senhor – Deus tem prazer em nos perdoar. Mas também afaste de sua vida tudo aquilo que pode seduzi-lo ao pecado! Se você não fizer isso, será enredado sempre pelo mesmo pecado.

Acerca dos que se tornaram crentes em Éfeso a Bíblia diz que: "Muitos dos que creram vieram confessando e denunciando publicamente as suas próprias obras. Também muitos dos que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos. Calculados os seus preços, achou-se que montavam a cinqüenta mil denários" (At 19.18-19).  

Muitos filhos de Deus continuam a levar uma vida oprimida porque se arrependem e pedem perdão dos pecados, mas não largam de verdade o pecado. Mas você, vá e queime as suas revistas e livros, quebre suas fitas e CDs que o seduziram ao pecado! Evite qualquer caminho que possa levá-lo ao pecado! 

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, dezembro de 1997.
Postado por Roberto
Fonte: apaz.com.br
Abraço

UMA COISA MARAVILHOSA

Uma coisa maravilhosa

Mas o fruto do Espírito é… gozo (Gálatas 5:22).

Uma coisa maravilhosa

Felicidade interior e duradoura é o que todos precisam e anseiam. Muitos tentam encontrá-la principalmente nos prazeres e distrações dos mais variados tipos. Mas isso não lhes garante satisfação permanente.

A longo prazo, tais coisas podem até gerar desilusão, frustração e tristeza. Outros enchem sua mente de beleza e arte, criações da natureza ou da genialidade humana. Porém, isso também é passageiro e uma vez que a realidade da eternidade toca o homem mortal, tudo se mostra inútil e vazio.

A verdadeira alegria não depende das circunstâncias ou condições externas, mas está além delas. Sua fonte vem do próprio Espírito de Deus, o qual habita em cada crente genuíno. Esse tipo de alegria não apenas proporcionou consolo ao apóstolo Paulo na prisão, como o capacitou a encorajar outros na mesma situação.

Que grande momento é quando alguém crê de fato em Jesus Cristo e sente a alegria da salvação pela primeira vez! Cada novo dia pode ser repleto desse júbilo. É necessário somente relembrar a grande salvação concedida pelo Senhor Jesus e agradecê-Lo por ela.

O Espírito de Deus também releva aos crentes a profunda alegria da comunhão com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo (1 João 1:3-4). O gozo da comunhão fraternal é um vínculo para todos os filhos de Deus; ela ajuda a revigorá-los e a testificar da nova vida que existe dentro deles.  
Que coisa maravilhosa é experimentar isso! 

Postado por Roberto
Fonte: apaz.com.br
Abraço
 

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A ARMA MAIS PODEROSA DE ISRAEL: "O R A Ç Ã O"

Um apelo em tempos de angústia
A arma mais poderosa de Israel: a oração
O Muro das Lamentações – principal local de oração dos judeus: "estando eles angustiados, cedo me buscarão" (Os 5.15b).


Michael Freund, jornalista e conselheiro político do ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, publicou no jornal israelense "Jerusalem Post" um artigo sobre a melhor arma defensiva de Israel: a oração ao Deus de Israel. A seguir publicamos a tradução desse comovente apelo:

A melhor defesa de Israel

Parece que as notícias não nos deixam em paz. A cada hora ouvimos sobre novos atentados, novas vítimas, mais lágrimas e mais derramamento de sangue. Tornamo-nos dependentes do rádio e da TV como um alcoólatra da bebiba, completamente atordoados por tantas informações, mas mesmo assim incapazes de fugir de sua influência inclemente. Parece que a cada dia cresce o perigo a que Israel está exposto – e cresce nosso desespero. Todos nós queremos ajudar, queremos mudar alguma coisa em favor de nosso povo nessas horas críticas. Mas falta-nos qualquer idéia do que poderíamos ou deveríamos fazer.

As costumeiras listas de atividades pró-israelenses – contatos com políticos, campanhas contra a mídia tendenciosa ou apoio financeiro – parecem não produzir mais resultados. 

Pessoas morrem nas ruas, são fuziladas a caminho de seu trabalho ou despedaçadas na pizzaria da esquina. Mas ainda deve haver algo, alguma coisa que cada um de nós possa fazer e que vá mudar a situação – independentemente de quem somos ou de onde quer que estejamos. Sim, existe algo assim! Seja como for a designação que você dá a si mesmo – judeu ou cristão, incrédulo ou que tem dúvidas – a chave para a vitória de Israel poderia estar em suas mãos, ou melhor, nas palavras de seu coração. 

A melhor defesa de que Israel dispõe é o poder da oração, e é chegado o tempo de usarmos essa arma com todo o nosso empenho e firmeza. Isso pode soar como algo arcaico aos ouvidos modernos, ou simplista demais. Mas as soluções modernas falharam vergonhosamente nos últimos anos, a diplomacia e as manobras de Estado nos conduziram à beira do precipício. Apesar de toda a nossa avançada tecnologia e do destemor militar de nossa nação, Israel parece incapaz de sair do beco sem saída em que se encontra. 

Talvez tenha chegado a hora de nos desfazermos de todo o cinismo e de todas as reservas, passando a fazer aquilo que as pessoas sempre fizeram nas horas de angústia: dirigir-se ao Pai no céus pedindo por ajuda.

Os palestinos declararam publicamente que todos [os judeus] são alvos potenciais. A "Frente Popular Para a Libertação da Palestina", cujo líder foi morto por Israel recentemente, avisou: "As chamas vão atingir os sionistas em qualquer lugar" (o que já foi cumprido parcialmente com o assassinato do ministro do Turismo de Israel em 17 de outubro de 2001 – NR). I

sso significa, em última instância, que todos nós que apoiamos Israel tornamo-nos soldados na luta pela salvação do Estado judeu. E assim como não existem ateus dentro das trincheiras, também não deveria haver lábios que permanecem mudos na presente batalha. Israel deveria iniciar uma campanha internacional, uma operação "Escudo de Davi", que unisse judeus, cristãos e membros de outras religiões para orarem pela causa do país. 

O livro dos Salmos, escrito pelo rei Davi, sempre foi uma das mais eficazes armas no arsenal espiritual de Israel. É chegada a hora de tirar o pó dessa obra poderosa e de fazer soar ao redor do globo terrestre suas palavras de consolo e socorro. Em sinagogas, igrejas e locais de cultos deveríamos orar regularmente, lendo salmos específicos relacionados à causa de Israel, o que poderia ter seu ponto culminante no "Dia Internacional de Oração" junto ao Muro das Lamentações em Jerusalém. 

Dezenas ou até centenas de milhares de vozes, levantando-se ao mesmo tempo pelo mundo inteiro, ecoarão não apenas nos centros de poder como Washington ou Moscou, mas, e isso é o mais importante, terão seu eco também no céu. Em contraste com diversas outras atividades, a oração é algo que cada um de nós pode fazer. 

Ela não custa dinheiro, não exige muito tempo e permite que cada um se expresse de maneira pessoal e individual. E a oração tem o poder de nos unir – mesmo que seja por apenas um instante – em uma experiência solene e significativa, que ultrapassa nossas limitações pessoais e nos aproxima uns dos outros como intercessores pela causa de Israel.

"Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque. Ora as mãos de Moisés eram pesadas; por isso... Arão e Hur sustentavam-lhe as mãos..." (Êx 17.11-12). Desenho de Yossi Rosenstein.

Sem dúvida, os críticos irão zombar dessa sugestão, talvez com a afirmação de que orar é sinal de fraqueza ou de desespero. Mas quando um povo está contra a parede (ou, em nosso caso, de costas para o Mar Mediterrâneo), nenhuma sugestão deveria ser descartada precipitadamente. O fato é que, na década que passou, demos uma chance aos políticos, e eles falharam. Agora é chegado o tempo de darmos uma chance a Deus. Pois contrariamente aos políticos, podemos confiar que Ele cumpre Sua Palavra.

Devemos lembrar que essas palavras foram escritas por um judeu que ainda não conhece o Messias, mas elas não são animadoras? Deus usa o conflito com os palestinos para que Israel comece a buscá-lO! Apesar de suas grandes conquistas na ciência e na tecnologia, Israel parece incapaz de acabar com os distúrbios e os atos de violência por parte dos palestinos. Será que essa situação é dirigida por Deus para fazer com que o povo judeu comece novamente a ler a Bíblia e a orar? 

O Senhor conduz a Israel pelo caminho que Ele escolheu, até que o último remanescente O aceite e retorne a Jerusalém. Talvez esta também seja uma ilustração da situação de Israel durante a Grande Tribulação: quando nada mais der certo, quando todos os povos se voltarem contra Israel, em sua angústia, esse povo clamará a Deus. E então o Senhor voltará ao Monte das Oliveiras, salvará Seu povo e destruirá seus inimigos! Atualmente vemos grandes acontecimentos futuros já lançando as suas sombras diante de si.

Continuemos orando por Israel, pedindo ao Senhor que mais judeus levantem suas vozes, conclamando o povo a buscar ao Senhor! Quando os israelenses começarem a ler a Bíblia e a crer nela, eles poderão encontrar a Jesus, pois Ele mesmo disse a Seu povo: "Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porque ele escreveu a meu respeito" (Jo 5.46). 

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, novembro de 2001.

DAS ÁGUAS AMARGAS PARA ÁGUAS DA VIDA

Das Águas Amargas Para a Água da Vida

A caminho das águas amargas

É muito impressionante passear pelo deserto de ônibus com ar condicionado, ou mesmo fazer uma caminhada de algumas horas no deserto. Mas foi algo bem diferente quando um povo de vários milhões de pessoas, com suas crianças, seus animais e seus utensílios domésticos, andou pelo deserto durante três dias, padecendo com o calor, os perigos, a fome, a sede, o cansaço e a exaustão. É verdade que eles conseguiram escapar dos patrões egípcios que os mantinham como escravos e o exército egípcio foi "tragado de todo" pelo mar, como diz Hebreus 11.29. Em Êxodo 15.1 está escrito: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro." Que grande livramento foi esse milagre de Deus! Por detrás de Israel estava a poderosa e protetora mão de Deus, que afugentava os inimigos; sobre o povo de Israel estava a nuvem da glória que dirigia, conduzia e indicava a presença de Deus; diante dele estava a Terra Prometida que oferecia leite e mel – mas debaixo de seus pés só havia areia quente e pedras! Assim eles vaguearam pelo deserto de Sur e não encontraram água. As gargantas estavam secas, as crianças choravam, os animais berravam. Então, depois de três dias – e não foi uma miragem! – eles viram muita água. Com alegria e expectativa eles correram depressa para lá. Água! Água! 

Mas, que horror! Ela era muito amarga, um líquido intragável e venenoso. Todos gritaram: "Mara! Mara!" (= amargor!). Que dolorosa e amarga decepção! "Moisés, o que é isso? Tu nos guiaste até aqui para que morramos de sede?", gritaram as pessoas indignadas. "E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?" (Êx 15.24). Agora reinava a indignação e a raiva no meio daquela grande multidão sedenta. Até mesmo uma multidão disciplinada pode fugir ao controle quando é exigida além de suas capacidades. Mas nem ao povo escolhido de Deus, nem a nós é permitido fazer-Lhe a pergunta repreensiva: "Por que permites que teus filhos experimentem tanta frustração e amargura?!"
Queda dágua
Nós cristãos também passamos por decepções de vez em quando, decepções por parte de pessoas ou de circunstâncias adversas. Como conseguimos nos arranjar com essas amargas frustrações? Como reagimos quando somos sacudidos e perdemos o rumo por falta de vigilância interior? Reagimos segundo a natureza do Cordeiro, de Jesus, que deveria ser também a nossa natureza, ou ficamos indignados? A amargura é uma erva daninha que procura nos sufocar, uma raiz que sempre procura se alastrar em nossas vidas. 

Mas em nós não deve acumular-se muita "água de amargura", pois quando ela fica represada em nosso íntimo, Satanás prontamente estará a postos transformando essa amargura em rebelião e ira. Ele, porém, não deve alcançar esse objetivo! "Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados", adverte-nos o Senhor em Hebreus 12.15. Quando falamos com amargura sobre outras pessoas, contaminamos os que estão ao nosso redor e nos tornamos culpados, pois pecamos. Jesus quer libertar-nos desse pecado! Quem não quer vencer ou abandonar a amargura em nome de Jesus, não precisa admirar-se quando fica melancólico e triste. 

Conheci pessoas que se afogaram no "lago da amargura". Mas na cruz de Jesus há poder para a vitória! Quem afirma que ao seguirmos a Jesus estamos livres de temores e decepções, está mentindo. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33). Devemos reivindicar para nós essa vitória sobre a amargura em nome de Jesus, devemos tomar posse dela pela fé. O apóstolo Paulo, aprovado no discipulado de Jesus, testemunha: "...que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22). Andar no caminho estreito e penoso tem valor eterno, pois ele conduz ao alvo celestial: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Rm 8.18), garante-nos Paulo. Um poeta lírico escreveu uma oração muito bonita, que também deve ser a nossa: "Faze com que eu me aquiete, meu Senhor e Deus. Que eu ouça somente a Tua voz na felicidade e na aflição. Estende Tuas mãos caridosas sobre meu caminhar, faze com que minha vista e meus pensamentos estejam direcionados somente para Ti".

Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos

Por que Deus levou Seu povo pelo deserto, ao invés de conduzi-lo pelo caminho direto, plano e cômodo junto ao litoral, em direção à Terra Prometida? Encontramos uma primeira explicação em Êxodo 13.17: "Tendo Faraó deixado ir o povo, Deus não o levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse: Para que, porventura, o povo não se arrependa, vendo a guerra, e torne ao Egito."  

Naturalmente Deus, que sonda os corações, conhecia Seu povo e sabia das suas limitações. Oxalá nós mesmos conheçamos nossas limitações! No deserto eles não tinham outra alternativa do que seguir a nuvem que ia adiante deles. Mas existem ainda duas explicações mais profundas porque o povo de Israel foi conduzido exatamente nesse caminho em sua jornada para a Terra Prometida. Encontramos uma delas em Isaías 60.16: "...saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, o teu Redentor, o Poderoso de Jacó." 

Agora, nessa situação, o alvo de Deus era levá-los a conhecer esse Salvador e Redentor. Eles deveriam aprender a confiar nEle! Será que nós também conseguimos ver e reconhecer a ação de Deus em nossas vidas, ensinando-nos e levando-nos a reconhecer Sua intenção mais elevada para conosco? Até o dia de hoje é assim, pois Deus não deixa Seus filhos seguirem sempre por caminho cômodos e sem obstáculos. Cantamos em um hino: "Ele apenas quer que sejamos aprovados em meio ao temor e à aflição". Jesus nos diz: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela" (Mt 7.13-14). São os caminhos de morte, os caminhos estreitos, que conduzem para a vida!
Gota dágua
O próprio Deus dá também a segunda explicação: "Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos" (Dt 8.2). "Para saber o que há no seu coração!", esse é o alvo mais profundo quando Ele conduz você por provações! Para ilustrar, encha um copo de água, coloque um pouco de terra nele, e deixe-o assim por algum tempo. Ao agitar o copo, o sedimento sobe. Às vezes, Deus sacode Seus filhos e os submete à prova de fé. Então, quando sobe o sedimento escuro em nosso coração, podemos reconhecer o que há em nós. 

A fé precisa ser provada pela obediência. Está escrito claramente em Êxodo 15.25, que o Senhor provou Seu povo. Quando o Senhor nos prova, não precisamos ficar com medo, pois então Ele também assume plena responsabilidade por nós. Ele não abandona nenhum de Seus filhos. "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar" (1 Co 10.13). E o desfecho da provação foi maravilhoso para Israel! 

O importante é aprendermos as lições através de algum problema pelo qual estejamos passando no momento, o essencial é que cresçamos e amadureçamos: "...para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (1 Pe 1.7). Esse também é o tema central do apóstolo Paulo, que nos adverte insistentemente: "Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo" (Ef 4.15). Se não quisermos passar por provações, tornar-nos-emos superficiais e indiferentes e perderemos as maiores bênçãos.

Uma lição divina

Deus apresenta Israel diante dos nossos olhos como um espelho! Aliás, enxergamos muito melhor as fraquezas e os defeitos na vida dos outros do que em nossa própria vida. Israel ainda conhecia muito pouco a seu Deus quando passou por essa situação de angústia. Mas a ajuda do Senhor não estava longe. Temos um Deus clemente e misericordioso, que gosta de ajudar no tempo oportuno. Ele também nos anima a vir a Ele: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" (Hb 4.16). 

 Em relação a Israel está escrito: "Na verdade, amas os povos; todos os teus santos estão na tua mão; eles se colocam a teus pés e aprendem das tuas palavras!" (Dt 33.3). Também Jeremias conhecia e sabia da benevolência de Deus. Ele pôde anunciar em nome do Senhor: "Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem" (Jr 32.41).
Árvore 

perto de lago
O socorro no deserto estava preparado: "Então, Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou uma árvore; lançou-a Moisés nas águas, e as águas se tornaram doces" (Êx 15.25). Será que conseguimos entender isso? Não era truque, não era mágica! Deus queria mostrar de onde vem o socorro. 

Um exemplo: quando acontece alguma coisa grave a uma criança e ela fica caída imóvel no chão, a amorosa mão do pai levanta sua cabecinha e diz: "Olhe para mim, não se preocupe, eu ajudo você". Deus, nesse caso, realizou um trabalho didático, educando Seu povo, dizendo-lhe: "Não o esqueçam: voltem-se para Mim, eu ajudo vocês. Não murmurem! Não reclamem!"

O que significa essa árvore que transformou a água amarga em água doce? A ação realizada por Moisés tem por base um significado profético muito profundo. Já naquele tempo muito remoto da história de Deus com a humanidade, a árvore foi uma forte referência àquele madeiro do Calvário, onde nosso Salvador nos tirou da miséria do pecado e da perdição. 

Mais tarde o cajado de Moisés teve o mesmo significado. Vamos continuar lembrando desse fato, pois ele levou a Israel e a nós ao acontecimento central da salvação, ele nos conduz à cruz. Para Israel, a árvore que Moisés lançou nas águas foi a salvação! Qualquer um que, em sua angústia e aflição, vier até a cruz, experimentará ajuda abundante. 

No madeiro maldito aconteceu nossa salvação, a libertação dos laços do pecado e da morte. Nosso louvado Senhor e Salvador, que na cruz consumou o ato mais difícil e grandioso, também é capaz de solucionar a nossa miséria e as perturbações pelas quais estivermos passando no momento. Nossas dificuldades são Suas oportunidades. 

Acheguemo-nos à cruz com elas! A água amarga tornou-se doce em um instante, no momento em que entrou em contato com a árvore. Esse é um convite insistente para que nos abriguemos debaixo da cruz! Jesus transforma aquilo que é amargo em doce.

Jesus também ofereceu essa água doce à mulher samaritana no poço de Jacó. Creia-me, essa água viva também jorra para você. Beba abundantemente dela!
Splash!

O médico celestial

Nesse primeiro estágio da peregrinação de Israel encontramos também a conhecida e incompreendida, e muitas vezes citada declaração: "...eu sou o Senhor que te sara" (Êx 15.26). Gostamos de reivindicar essa maravilhosa promessa para nós ou consolamos a outros com ela, sem avaliar toda a sua profundidade. 

Evidentemente é maravilhoso conhecer o médico celestial. Mas, de modo superficial, freqüentemente a interpretamos assim: "Esse médico está disponível para consultas a qualquer hora, ele sempre apresenta o diagnóstico correto, cura qualquer enfermidade com certeza absoluta, não onera a previdência social nem o nosso bolso, pois não cobra honorários". De fato, temos um glorioso médico celestial. 

Mas quão pouco atentamos para as condições ao marcarmos a nossa consulta! Devemos ler todo o versículo e tomá-lo em consideração! Deus disse: "Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara" (Êx 15.26).  

Esse é o nosso maior problema. Obedecer, ou não obedecer. Desejamos a cura, mas será que obedecemos ao Senhor? Entretanto, não queremos sustentar nenhuma teoria antibíblica barata, que diz: aquele que teme a Deus vai bem, e só o pecador fica doente. A questão não é tão simples assim! Pois nós não conhecemos os desígnios e planos de Deus com cada pessoa individualmente.  

"Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso. Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará" (Jó 5.17-19). "Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Rm 11.33). 

Elias não adoeceu – ele subiu ao céu num redemoinho. Mas Eliseu morreu de uma enfermidade. Na verdade, Deus quer um povo sadio, mas Ele também quer obediência. Caso Ele nos conduza por um caminho de sofrimentos, bem-aventurados somos se pudermos dizer: "Senhor, seja feita a Tua vontade!" E bem-aventurados somos se soubermos que temos uma igreja que intercede por nós. Quando Jesus ouviu que Seu querido amigo Lázaro estava enfermo, Ele fez uma declaração muito importante, que também é muito significativa para nós: "Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado" (Jo 11.4).

 http://www.apaz.com.br) Isso também vale para nós! Em caso de enfermidade podemos pedir sinceramente a cura, mas devemos deixar por conta do Senhor o Seu proceder, seja curando-nos pela fé, seja ajudando-nos por meio de tratamento médico, ou seja até tomando-nos para Si. De qualquer maneira, tudo deve ser para a honra de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado em nossas vidas! Infelizmente, muitos filhos de Deus estão fixados apenas na cura física e não pensam que na enfermidade Deus também pretende dizer e ensinar-nos muitas coisas que servem para o nosso bem. 

Assim como Deus conduziu Seu povo com mão segura através do deserto para a Terra Prometida, Ele também quer preparar-nos para o lar celestial, tanto em dias de saúde como em dias de enfermidade. Confiemos nEle em obediência à Sua Palavra! 

(Burkhard Vetsch - 
Postado por Roberto
Fonte: Endereço acima
Abraço

CAMINHO ERRADO EM BUSCA DO PERDÃO

O Caminho Errado em Busca do Perdão

Rádio cristã oferece confissão eletrônica

Confessar-se "online" – até isso já é possível. A estação de rádio "Premier Christian Radio" de Londres oferece aos ouvintes a possibilidade de confessar pecados, demonstrar arrependimento e receber o perdão de Deus em seu site na internet.

Segundo informações da própria emissora, ela seria a primeira a dispor de um confessionário virtual. O endereço "www.theconfessor.co.uk" oferece duas alternativas: entrar em contato com um conselheiro real por telefone ou confessar os pecados em um espaço virtual. Nada é arquivado; o segredo da confissão é preservado, assegura Peter Kerridge, o diretor da estação. 

Durante a consulta, o internauta pode ler versículos bíblicos que falam do amor, da misericórdia e do perdão de Deus, projetados em um fundo com céu azul e nuvens brancas. A "Premier Christian Radio" tem aproximadamente 200.000 ouvintes. (P.D. 4/2000)

O confessionário sempre dificultou a aproximação das pessoas de Deus. Eu mesmo fui criado em um lar católico. Muitas vezes estive no confessionário para confessar meus pecados – mas jamais recebi perdão através disso. Por que não? Porque me faltava o relacionamento pessoal com Jesus Cristo. 

Somente quando reconheci isso, e fui atraído a Jesus pela graça de Deus, confessando diretamente a Ele os meus pecados e convertendo-me a Ele, é que obtive a certeza do perdão dos meus pecados e a salvação da minha alma. Mesmo que o apoio de um conselheiro espiritual possa ser uma grande ajuda, a Bíblia nada ensina acerca de um confessor ou de um confessionário onde os nossos pecados seriam perdoados. Em Seu Filho Jesus Cristo, Deus nos ofereceu o caminho melhor e direto para alcançarmos o perdão dos nossos pecados. Jesus Cristo é o único Mediador entre Deus e os homens, e através dEle chegamos diretamente ao Pai:  

"Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos" (1 Tm 2.5-6). 

Por que usar um desvio, se existe o caminho direto para alcançar o perdão dos pecados? A obra de Jesus por nós na cruz é perfeita, sendo absolutamente suficiente. Sua obra foi consumada plenamente, de modo que aqueles que aceitam a Jesus como seu Salvador pessoal não recebem "apenas" o perdão, mas são justificados por toda a eternidade. Em Romanos 3.24 está dito claramente: 

"Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus" (veja também Rm 5.1; 2 Co 5.19; Ef 2.8-9)."Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça". 

Mas queremos salientar que, ao confessarmos nossos pecados a Jesus, devemos igualmente confessar aos homens as injustiças que cometemos e, quando possível, tentar reparar o mal feito (dano financeiro etc.). 

(Norbert Lieth - http://www.apaz.com.br) Qualquer pessoa, culpada de quaisquer pecados, pode chegar diretamente a Jesus, clamar pelo Seu nome e pedir-Lhe perdão. Não precisamos mais dos sacrifícios do Antigo Testamento, não necessitamos usar o desvio pelo confessionário e também não precisamos fazer penitências. Essa libertação maravilhosa tem que ser anunciada às pessoas através do Evangelho, por exemplo, com as palavras de 1 João 1.9: 

Postado por Roberto
Fonte: endereço acima
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PORQUE O PAI AMA O FILHO

Porque o Pai ama o filho


Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la (João 10:17).

Porque o Pai ama o filho

No Evangelho de João, a obra do Senhor Jesus é apresentada sob o ponto de vista de Sua voluntária devoção e sacrifício a Deus. Ninguém tinha o poder de tirar a vida dEle; Ele a sacrificou por Sua própria vontade. Todos os pensamentos e motivações do nosso Senhor estavam direcionados ao cumprimento da vontade dAquele que o enviara. Essa é a razão pela qual o Filho amado proporcionou tamanho prazer ao Pai.

Ele Se aproximou da turba liderada por Judas com autoridade, testificando que Ele era a Pessoa que procuravam.

E o incompreensível zelo de Pedro foi contido pelo Senhor, que jamais falhara em obedecer, com as palavras: “Põe a tua espada na bainha; não beberei eu o cálice que o Pai me deu?” (18:11).

Um amor indescritível fluiu do coração do Senhor, apesar de saber o que iria enfrentar. Ele carregou Sua própria cruz até o Calvário onde “pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus” (Hebreus 9:14), de quem viera.

Portanto, vemos uma perfeita oferta queimada na morte do Filho de Deus, o Salvador do mundo, o qual dedicou Sua vida para Deus. Isso era o que o Senhor Jesus tinha em mente quando disse aos onze apóstolos: “Agora é glorificado o Filho do homem, e Deus é glorificado nele” (João 13:31). 


Postado por Roberto
Fonte: apaz.com.br
Abraço

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

APENAS UMA ÚNICA VIDA PARA VIVER

Apenas uma única vida para viver

Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos (Romanos 14:8-9).

Apenas uma única vida para viver

Na epístola que escreveu, Tiago faz a seguinte pergunta: “Que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece” (4:14). Podemos até nos arrepender amargamente do tempo que desperdiçamos, mas não podemos trazer de volta um instante sequer do passado.

Temos apenas uma única vida para vivermos aqui neste mundo. Quanto dela escorre por entre nossos dedos, quer desejemos isso ou não? Se fizermos uma avaliação séria, provavelmente concluiremos que gastamos muito tempo perseguindo ilusões ou vagando sem rumo. Para experimentarmos o que realmente a vida foi planejada para ser, temos de vivê-la com Deus e para Deus. Essa é a verdadeira vida.

Muitas pessoas hoje se sentem desconfortáveis sem saber o porquê. Não têm esperança ou segurança acerca do futuro. Pensar sobre as transformações de nossa sociedade de hoje já lhes causa terror. O próprio Senhor Jesus falou acerca de um tempo ainda futuro caracterizado por “homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo” (Lucas 21:26). 

Hoje, contudo, ainda é o tempo da graça, no qual as boas novas de Jesus Cristo continuam sendo pregadas a todos. E é tempo de con­siderarmos a questão da eternidade, nosso destino após a morte. É imperativo pedir e aceitar o perdão divino e a vida eterna que Ele ainda nos oferece. 

A possibilidade de entrar no céu está diante de nós. Entrar ou não no Reino de Deus é uma decisão absolutamente individual. A parte de Deus já foi feita; agora cabe a nós escolhermos! 

Postado por Roberto
Fonte: aapz.com.br
Abraço