quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

MENSAGEM DE ORISSA

"DEUS ESTÁ NO CONTROLE"

Juria Bardhan, líder da missão Gospel for Asia (GFA Evangelho para Ásia) no estado de Orissa, sabe como é ser caçado por extremistas anticristãos determinados a matá-lo. Durante as últimas semanas de agosto e o ímicio de setembro, ele viu dezenas de igrejas sendo totalmente queimadas. Viu também missionários e cristãos sendo espancados e mortos.
Enquanto, durante todos esses horríveis ataques, um pensamento tem permanecido vivo dentro de Juria. "Sabemos que o Senhor está no controle", disse ele numa entrevista.
Pode parecer um comentário ingênio a ouvidos ocidentais, mas, para cristãos em regiões voláveis da Ásia, tem som genuíno. Lá, eles esperam perseguição e não paz. Sabem que seguir Jesus significa trazer problemas para si mesmos. Sabem também que, quando cristãos permanecem firmes diante de tais tribulações, muitos outros são encorajados a tornarem a mesma posição.
"O melhor de tudo é que os próprios agressores reconhecem que, Orissa, anteriormente, apenas 2% da população era crista. Agora já somos 28%, disse Juria. "Eles não entendem que, quando nos atacam assim, a igreja cresce a largos passos, e que milhares de pessoas vêm a Jesus."
Juria testemunhou que os pastores não têm reclamado do abuso que estão sofrendo. Pelo contrário, glorificam a Deus pela oportunidade de participar de seus sofrimentos. Embora as coisas tenham-se acalmado um pouco nas cidades, a perseguição continua com a mesma intencidade em regiões mais remotas. Os cristãos de Orissa estão acostumado a maus-tratos, mas essa onda de ataques está sendo diferente.
"Da última vez, a perseguição ficou restrita a um distrito. Durante os últimos seis meses, planejaram tudo, e, agora, nove distritos estão sob ataques", ele observou.
De acordo com seu relato, seja pessoas foram mortas, e 27 igrejas associadas à missão GFA e mais de 800 casa de cristãos foram saqueadas desde que a violência começou. Pelo menos 24 missionário da GFA foram atacados, alguns dos quais se juntam aos milhares de cristãos que buscam refúgio nas florestas, onde permanecem sem alimentação ou abrigo adequados.
O objetivos extremistas é "reconverter" os cristãos ao hinduísmo. Ameaçam as pessoas à ponta de faca, dizendo que serão mortas se não concordarem a oferecer pujas (orações e atos cerimoniais) a deuses e deusas hindus.
Um missionário foi atacado e ameaçado por não ter cedido a essa exigência. Ele se recusou a negar Jesus e, por isso, foi espancado e ordenado a nunca mais pisar na aldeia em que estava trabalhando.
"Mesmo que vocês me matêm", ele respondeu aos agressores, "não posso prometer que não voltarei; isso não depende de mim, mas do Senhor. Ese ele quiser me enviar para cá, então eu virei".
Ele ficou um pouco abatido ao ver algumas das pessoas que ajudara no passado e por quem havia orado deispostas a matá-lo agora. Sua vida foi poupada, porém, quando um aldeão idoso, vendo seu forte compromisso com Deus,convenceu a turba a soltá-lo.
Outro cristão deu a vida para não negar Jesus. Os extremistas tentavam obrigá-lo a participar de uma cerimônia hindu que incluía raspar a cabeça, cobri-la com estrume de vaca e sacrificar um cabrito. Quando recusou foi morto e esquartejado.
Juria pede oração dos cristãos do mundo inteiro para que a paz volte a ORISSA, e que as famílias possam retornar às aldeias; para que as pessoas escondidas nas florrestas tenham saúde e segurança, e que as casa destruídas sejam reconstruídas. Pede oração também pela proteção dos missionários que representam o principal alvo de ataques extremistas.

informação cedidas pela Missão GFA: www.gfa.org
Extraída da revista impacto www.revistaimpacto.com

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

ISRAEL

Israel tem mais dois
lugares declarados
“Patrimônio Mundial”

Os santuários e jardins Baha’i em Haifa e Acre foram declarados “Patrimônio Mundial” pela UNESCO, elevando para onze os locais em Israel com esta classificação. O santuário Baha’i é composto por jardins perfeitamente simétricos distribuídos por 18 terraços no Monte Carmelo. A cúpula dourada, no topo do conjunto de jardins, é uma das imagens emblemáticas de Haifa. O local acolhe cerca de meio milhão de visitantes por ano. Menos conhecido, o santuário de Baha’u’llha, em Acre, é composto também por jardins, aqui completados com fontes e cascatas. Recebe cerca de 50 mil visitantes por ano.

CALENDÁRIO JUDAICO

Baseados na Torá a maior parte das ramificações judaicas segue o calendário lunar. O

calendário judaico rabínico é contado desde 3761 a.C. O Ano Novo judaico, chamado Rosh Hashaná (em hebraico ראש השנה, literalmente "cabeça do ano") é o nome dado ao ano-novo no judaísmo)., acontece no primeiro ou no segundo dia do mês hebreu de Tishrei, que pode cair em setembro ou outubro. Os anos comuns, com doze meses, podem ter 353, 354 e 355 dias, enquanto os bissextos, de treze meses, 383, 384 ou 385 dias. o calendario judaico começa a ser contado em 7 de outubro de 3760 a.C.que para os judeus foi a data da criação do mundo o que quer dizer que estamos vivendo no ano de 5769 (para 2009).

Diversas festividades são baseados neste calendário: pode-se dar ênfase às festividades de Rosh Hashaná, Pessach, Shavuót, Yom Kipur e Sucót. As diversas comunidades também seguem datas festivas ou de jejum e oração conforme suas tradições. Com a criação do Estado de Israel diversas datas comemorativas de cunho nacional foram incorporadas às festividades da maioria das comunidades judaicas.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A MORTE NA CULTURA JUDAICA

A morte no Judaísmo










Quando um judeu presume que o seu fim nesta vida é chegada, usualmente se recita o VIDDUI, o que seria a sua confissão de pecados a Deus em seu leito de morte. Em seguida ele recita o SHEMÁ, esta palavra significa OUVE, ouve ó Israel, o Senhor Nosso Deus é o único Deus, o que seria a sua confissão de fé somente em Deus. O Eterno. Por último, o moribundo declara ADONAI HU ELOHIM, que traduzido significa, "O Senhor é Deus".
A nenhum judeu é permitido morrer sozinho, sem que esteja acompanhado no seu leito de morte, devendo o moribundo ter ao seu dispor todo o conforto que lhe for possivel dar.
A TORÀH proíbe a entrada de um COHEN na cas de uma pessoa em processo de passamento, a não ser que o mesmo seja seu parente próximo, ou que este COHEN seja um médico e esteja prestando auxílio ao paciente.
É costume logo após ocorrer o óbito que toda a água dos copos, jarras, panelas, e demais utencílios, seja jogada na rua, num sinal claro de luto e assim permitindo que os vizinhos e parentes venham confortar a família e também para que os COHANIM saibam que não podem entrar naquela casa.

Um mandamento que tem prioridade sobre quase todos os demais mandamentos (MITZVÀ) é o de dar ao judeu falecido um enterro adequado e digno.
Se for um indigente caberá à comunidade israelita a que pertence prover meios para suprir esta necessidade, e nunca fugir do cumprimento de tal responsabilidade.
É próprio das comunidades terem funerárias, que por sua vez são chamadas como CHEVRA KADISHA OU CHEVRA SHEL EMET isto dependendo do lugar de sua localização, pois é questão regional e cultural. Tais nomes significam, a primeira Santa Irmandade e a segunda Irmandade de verdade. Os judeus que compôem estas irmandades são quase todos voluntários, e de dedicam a conferir se todo o judeu que falece tem um funeral digno. Nenhum COHEN poderá fazer parte dessas comunidades.
Quando acorre o falecimento de alguns judeu, essas sociedades devem ser informadas, a fim de que seja processada a preparação do corpo, feita num ritual que tem como caraceterística:
1- O corpo deve ser lavado, e tal trabalho geralmente é feito por mulheres.
2- Depois de seco o corpo, este é envolto em trajes murtuários, ou seja o corpo é posto numa mortalha que o cobre da cabeça aos pés, chamada de TACHICHIM.
3- Depois de pronto para o sepultamento o corpo é posto no solo, podendo ser sobre uma plataforma baixa, ou então sobre um forro de palha e coberto com um pano.
Pode até causar espanto dizemos que alguns judeu possa ser indigente. Todavia a idéia de que todo o judeu tem dinheiro é meramente utopia, pois existem muitos deles que vivem somente com o necessário para esta vida.
1- O corpo deverá ter seus pés voltados para a porta de saída do recinto, devendo ser posta uma vela acesa junto as sua cabeça.
2- Se o corpo for posto dentro de um caixão, este deverá ser posto ao solo.
3- O caixão para o sepultamento de um judeu deverá ser construído por não judeu (GOY).
4- Este ataúde consistirá de seis tábuas, e o menor número de pregos possíveis para mantê-las unidades.
5- O corpo não poderá ser deixado sozinho, devendo um guardião (SHOMER) permanecer todo o tempo presente até que se efetue o sepultamento.

SEPULTAMENTO

O corpo deverá ser sepultado se possível no mesmo dia do falecimento. Se for num SHABBAT o corpo só poderá vir a ser sepultado à noite, após o término do dia.
Em dias santos, o corpo poderá ser sepultado por um não judeu, mas supervisionado por judeus.
O cemitério para o sepultamento dos judeus deverá ser especialmente consagrado. O caixão por sua vez será confeccionado com os materiais mais barato possiveis, deixando muitas vezes aberturas no fundo afim de que o corpo possa ficar em contato com a terra.
Se houver possibilidade legal, deste que as leis vigentes no país do óbito daquele judeu permitam, o corpo do mesmo deverá ser sepultado diretamente no solo, sem nenhum tipo de atitude, afim de que se cumpra literalmente o que está escrito em Gênesis 3. 19. Quando assim acontece, após a cerimônia o caixão é queimado.
O uso de flores em sepultamento de judeus não é permitido, todavia se alguém por desconhecer tal fato assim o fizer, por educação serão recebidas, porém à parte.
A ostentação é terminamente proíbida no sepultamento judaico, e a única coisa que é posta no ataúde junto com o corpo é a aliança do (a) falecido (a). No caso de tratar de um homem não só a sua aliança mas também o seu manto de orações, que usava em vida é que normalmente é presenteado pela esposa no dia do casamento, chamdo de TALLIT.
Após o corpo ser colocado no caixão é proibido vê-lo novamente, assim como abrir o caixão, a mão ser por alguma questão legal que exija tal procedimento. O objetivo é garantir a igualdade a todos os judeus na morte.
O processo de embalsamento é proibido dentro da cultura judaica, exeto em casos excepcionais, assim como a cremação, esta sendo ressaltada no caso de ser tratar de um surto de epidemias, pestes ou catástrofes naturais, e que tenha por objetivo único a segurança dos que ficarem vivos.
O sepultamento em si é um ato muito simples, pois consiste em carregar caixão até junto à cova por pessoa que são designadas pela família, e o seviço fúnebre oficializado pelo Rabino. É um mandamento para os amigos da família lançarem as primeiras porções de terra sobre o corpo o caixão.
Ali mesmo, após a cova ter sido fechada com terra, um parente mais próximo do falecido (pai, marido, esposa, filhos ou irmãos) dirá pela primeira vez o KADDISH, e sua repetição se dará ao longo dos onze meses seguintes, após este primeiro pronunciamento aindo no cemitério, todos os famíliares lavam as mãos e voltam para casa imediatamente iniciam o período formal de luto.
Este período inicia-se com uma refeição, que sua vez é preparada por amigos ou vinhos, até porque ela não poderá ser feita na casa onde há luto, e consiste de três elementos que são:
1- Um ovo.
2- Uma pitada de cinza.
3- lentilhas cozidas.
Este perído de luto deverá sete dias, sendo chamado de SHIVA, e durante a sua duração não será permitido que algum membro da família se ausente, a não ser por questões de emergências, ou no dia do SHABBAT.
Na cultura judaica não é permitido luto excessivo, pois a sua prátia excessiva é considerada prejudical à saúde dos vivos.

Outras probições dentro deste período são:

1- O uso de roupas pretas. Isto se não for o preto a cor da roupa que a pessoa normalmente usa, como no caso dos ortodoxos, os judeus do leste europeu, ou mesmo Israel.
2- Gravatas ou tarjas também pretas, como em sinal de luto.
O KADDISH é uma oração que tem como pano de fundo a santificação do nome de Deus, como se fosse um agradecimento pela vida daquele que esteve neste mundo dos vivos.
Qualquer judeu, ao saber da morte do pai, mãe, irmãos cônjuge ou filhos, deverá cobrir a sua cabeça em sinal de respeito a Deus e dizer a seguinte benção: BARUCH ATA ADONAI, ELOHENU MELECH HAOLAM, DAYAN HAEMET, que significa "Bentido sejas, Ó Senhor nosso Deus , Rei do Universo, o verdadeiro Juiz".
Outro aspecto interessante do luto judaico é que durante o período de SHIVA as visitas são permitidas à família enlutada, mas com alguns detalhes, como seja:
1- Deve-se visitar, logo, durante o período de SHIVA.
2- Não é permitido cumprimentar enlutados.
3- Não é permitido oferecer palvras de conforto, até que tenha passado o terceiro dia.
4- Aos enlutados não é permitido saudar os visitantes.
No primeiro aniversário de falecimento é costume os famíliares irem até o cemitério judaico, chamdo de BEETOLAM e alim inaugurar a lápide da sepultura, que é chamada de MATZEVA, que foi preparada e posta sobre a tumba.
No Evangelho escrito por João, vemos que YESHUA HAMACHIA nos consola quanto à morte, e nos fala no capítulo 14 de um BTOLAM, que Ele mesmo foi preparar, tanto para judeus como para gentios, em um só povo, reconciliados com o Eterno, afim de viverem a eternidade ao seu lado.

Este estudo foi extraído do livro "Relampejos da Cultura judaica" de José Carlos Queiroz 2º- edição







ROSH HASHANA (ANO NOVO)

Ano Novo
(Levítico 23. 24) e Números 29. 11)


ROSH HASHANÁ, celebrado no 1º- e 2º- dia de TISHRI, corresponde ao Ano Novo judeu. Porém seu significado é muito mais amplo do que a simples iniciação nde um novo ciclo. Esta festa tem três aspectos que a tornam grave e solene, são eles:
1- A idéia de tempo.
2- Conceito de responssabilidade.
3- Conceitos de Juizo.

ROSH HASHANÁ tem três elementos que compõem sua liturgia, e estes significam o verdadeiro sentido da festa, como seja.
1- YOM TERÚA - Dia de tocar o SHOFAR.
2- UOM HASICARÓN - Dia da lembrança, recordação.
3 - IOM HADIM- Dia do Juizo.

Nesta época quando os judeus se saúdam o fazem com um LESHANÁ TOVÁ TICATENÚ (que estejas inscrito para um bom ano).
Das lembranças que o judeu deva ter antes de transpor o portal do ano novo, estas são as mais importantes:
1- A sua responsabilidade como filho de Israel.
2- Seus atos pessoais em todo o ano transcorrido.
Diante destas duas lembranças após esta retrospectiva sobre a vida e conduta, ele pede a Deus a absolvição das faltas cometidas.

ROSH HASHANÁ é celebrada durante dois dias, tanto em Israel como fora da Terra Santa. Em si ele anuncia o início de um período de total arrependimento de dez dias, chamado de ASERETY'MEIT'SHUVÁ, que significa dez dias de mudança, que têm o seu fim com o YOM KIPPUR chamado de dia da expiação ou do perdão, ambos significando a mesma coisa em Levíticos 16. 26- 31.
Neste período é ensinado ao judeu que o seu destino se decide para o próximo ano. Portanto são estes dias, dias de um profundo exame da alma, e de profundo arrependimento, que em hebraico quer dizer literalmente "mudar", o que nos leva a entender que não é bastante arrepende-se, mas mudar o curso da vida e agir diferente no futuro. De ROSH HASHANÁ até o YOM KIPPUR é costume entre os judeus fazerem suas orações penitenciais em horários que variam, podendo ser meia noite ou quando então nas primeiras horas da manhã, antes do serviço matutino. Todavia, não sá as orações devem acontecer nestes dias, mas também a prática de atos de caridade, pedidos de perdão a quem os tenha ofendido. Também neste tempo se faz visitas às tumbas de famíliares. Nestes dias não se celebram casamentos, nem se organizam festas. Somente pensamentos de mudanças e atos piedosos devem preencher este período que precedem a data máxima do calendário judaico. Os serviços de orações têm os mesmos elementos usados no SABAT.
O SHOFAR é tocado por diversas razões, entre as quais as mais importante são:
1- Anunciar-se os dez dias de penitência.
2- O chamado à oração do povo judeu
3- A recordação de diversos acontecimentos históricos, como seja: O recebimento da TORÀH no Monte Sinai.

Na congregação dos Sefaradins é costume ler a oração ETSHAAREI RATZON. ela descreve de forma poética o sacridicio de "Isaac", amarrado por Abraão. Ela é cantada após a leitura da TORÁH, por ocasião de ROSH HASSHANÁ, pois é considerada uma das preces mais importantes.
Obstante não serrem permitidas festas no sentido coletivo nacional, na véspera de HASHANÁ é feito em cada casa um KIDDUSH onde se toma o vinho, come-se a CHALLA, não trançado, como é o do SHABBAT, mas um pão em forma redonda, que simboliza o ano que se inicia. Nesta festa é de costume molhar i pão no mel, em vez de ser no sal, pois indica esperança de que o ano novo que ora se inicia seja doce como o mel, podendo tal prática estender-se até o YOM KIPPUR.
As família tradicionais usam comer uma cabeça de peixe nesta noite, isto porque a palavra ROCH significa cabeça do ano, outros comem abóbora, alho, beterrabas ou tâmaras. Por ocasião da celebração religiosa, a qual só é feita na Sinagoga, pode-se ler passagem bíblicas e talmúdicas e poemas de poeta judeus.
Um dos mais belos poemas é chamado UNETAME TOKEF, composto na idade média. Alude à pequenez do homem diante da grandeza divina. Este poema fala do Juizo de Deus que discerne, de acordo com os méritos de cada um, quem há de viver ou morrer, quem gozará de paz e prosperidade, e a quem aguarda a miséria e o desassossego, e recorda por fim quais os meios que nos levam a alcançar a graça divina.
Arrependimento, oração e justiça. Como o credo judaico UNETAME TOKEF, não reconhece o dogma do pecado original. Estas orações despertam no israelita o seu otimismo e sentido de responsabilidade. O homem é bom de natureza e livre,k por isso Deus coloca em suas mãos os meio de renovar-se sempre e lhe indica os caminhos que levam à sua graça.
1- TESHUVÁ- Que significa o arrependimento uma renovação moral e espiritual.
2- TEFILÁ- Oração, submisso diante de Deus, que rege nossos destins e respeito pelos seus mistérios.
3- TSEDACÁ - Justiça, que o ser humano deve kutar para implantar a terra.
Porém TEFILÁ e TSEDACÁ significam muito mais que religiosidade passiva e amor pela justiça. Elas exigem a prática dessas virtudes, demonstradas em nosso apoio ao débil, em nossa solidariedade com o oprimido e necessitado Justiça e beneficência se expressam em hebraico com a mesma palavra, TSEDACÁ.

Assim pois, no exercício da caridade o judeu vê uma reparação justa da desigualdade reinante entre os ricos e pobres, reparação que o ano novo, lhe induz a realidade.

Esse estudo foi extraído do libro "Relampejos da cultura Judaica" e adapitado alguns trachos.

SHAVUOT (PENTECOSTES)

SHAVUOT (PENTECOSTES) (Êxodo 34. 22, > 23. 16, > 34. 26) e (Deuteronômio 16. 10)

pentecostes.jpgSHAVUOT

1º dia – 6 Sivan
2º dia – 7 Sivan
Shavuot (Pentecostes) é uma das Festas de Peregrinação, junto com Pessach (Páscoa) e Sucot



OFERTA: Esta palavra resume todo o significado íntimo de SHAVUOT na sua dupla qualidade de festa religiosa e festa agricola. Na ordem das celebrações durante o ano judaico, SHAVUOT é a última das três festas dos peregrinos. Na sua realização comemora dois acontecimentos muito importantes para os judeus, que são:

1- A entrega no templo dos primeiros frutos da colheita de cereais.
2- O recebimento no Monte Sinai das tábuas da Lei (TORÀH), que ocorreu cinquenta dias após a saída do povo hebreu do Egito.

O nome SHAVUOT, significa "Semanas", porque de PESSACH a SHAVUOT são contadas sete semanas, a partir do segundo dia de PESSACH, até o dia da oferta das primícias da cevada no templo.
A festa de SHAVUOT era celebrada nos dias 6 e 7 do mês de SIVÁN, entre maio e junho, logo não sendo permitido o uso do cereal da nova colheita antes do dia 6 de SIVÁN, data em que a oferta se fazia efetiva. Por isso esta festa se chama também "Festa das Primícias".
Esta festa, junto com outras duas, PESSACH e SUKKOT, se caracterizavam pela peregrinação, isto porque os agricultores de todas as províncias do País, subiam para LERUSHALA'Ym (Todos os caminhos que levam para LERUSHALA'ym são de subida) promovendo assim um animado e pitoresco aspecto.
SHAVUOT também tem um nome muito significativo, ou seja, ZEMÁN TARATENU, que significa "data da entrega da TORÁH" e tem como ponto alto ou momento extremamente solene, quando é rememorada a entrega do decálogo feita pelas mãos do Eterno às mãos de Moisés, com os mandamentos básicos do judaísmo gravado em tábuas.

Se PESSACH comemora a Independencia dos judeus, sua libertação dos governos que o sunjugavam. SHAVUOT pode ser considerada a data em que o judaísmo nasceu de fato e de direito.

AS FORÇAS DA INTERCESSÃO

Jesus tentation
Traze a Mim, em oração, as dificuldades que se acumulam dentro de tualma. O que tu estás sentindo, é o mivimento das fôrças de intercessão. Não é uma luta pessoal. As resoluções virão enquanto oras, e não enquanto procuras a sabedoria como um fim em si mesma.
A oração traz mais iluminação do que os livros. Procura-Me e tu SABERÁS. Entenderás mais do que sonhas ser possivel, e a tua paz íntima aumentará.
Medita em Romanos 8. 26.

Seja abençoado em nome de Jesus