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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A HORA DA GLÓRIA DE JESUS

"Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz" (Fp 2.5-8).

Por que, afinal, Jesus seguiu esse caminho da entrega total? Por que Ele foi obediente até a morte, até a morte de cruz?

Por amor a Seu Pai no céu

A hora da Sua glória, quando exclamou na cruz "Está consumado!", a hora de triunfo e vitória do Cordeiro de Deus aconteceu em primeiro lugar para o Pai no céu. É óbvio que Jesus morreu por nós – Jesus nos redimiu – Jesus nos libertou – Jesus nos salvou. Mas, embora tudo isso seja tão belo e verdadeiro, não aconteceu primeiramente por nossa causa, e sim, por causa da vontade santa de Deus, para quem o pecado é abominação.

Pelo fato do Deus santo jamais poder tolerar pecado, Ele não viu outra alternativa do que enviar Seu próprio Filho ao mundo para fazê-lO morrer como cordeiro de sacrifício pelos pecados. Entretanto, mesmo que Jesus Cristo já tenha sido designado para ser o Cordeiro de Deus desde a fundação do mundo – porque Deus sabia como tudo havia de acontecer –, esta nunca fora a intenção original de Deus. Como sabemos disso? Por ocasião da criação do homem, Deus não incluiu a necessidade de salvação – o Calvário –, embora soubesse que o homem cairia no pecado.

Em Gênesis 1.26a e 27 lemos sobre a criação do homem: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou".

Disso se deduz claramente que, por ocasião da criação do homem, Deus agiu como se nunca houvesse a queda em pecado – pois mesmo sabendo muito bem da queda que haveria de acontecer, Ele colocou dentro do homem a Sua própria e gloriosa imagem. 

Ao mesmo tempo precisamos saber que o Filho de Deus estava presente no ato da criação, pois está escrito no plural: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança". Podemos ver retrospectivamente o quanto Jesus se alegrou pela criação dos homens, mesmo que mais tarde tivesse que morrer por eles: "O Senhor me possuía no início de sua obra, antes de suas obras mais antigas. Desde a eternidade fui estabelecida, desde o princípio, antes do começo da terra... eu era as suas delícias, folgando perante ele em todo tempo; regozijando-me no seu mundo habitável e achando as minhas delícias com os filhos dos homens" (Pv 8.22-23; 30-31). 

Aqui se fala da Sabedoria em pessoa, que não é outra senão o próprio Jesus Cristo, pois dEle está escrito que "se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção" (1 Co 1.30). Jesus, que já estava com o Pai desde a eternidade, participou da criação do homem e teve, como diz a Bíblia Viva: "grande prazer no belo mundo que tinha sido criado e nas pessoas que moravam nele". 

Como era glorioso o Paraíso de Deus! Ali não havia pecado, nem sombra de pecado, nem qualquer perturbação. Pelo contrário. O Deus santo e eterno quis revelar-se de maneira tão concreta no homem, que colocou nele a Sua imagem. Imagine só: Deus se identificou tanto com a coroa da Sua criação, que essa criação passou a ser a imagem refletida dEle mesmo!

Contudo, para grande pesar do Criador e de todos os Seus exércitos celestiais, aconteceu: a coroa da criação, o homem, caiu em pecado. Com isso, por um tempo, toda alegria havia terminado. Pois num só golpe, a imagem de Deus que Ele havia colocado no homem foi tocada e manchada e isso lançou uma pavorosa sombra sobre o glorioso Paraíso. O que Deus teve que fazer, então?

Quando Moisés voltou do Monte Sinai com as primeiras tábuas da Lei e viu como o povo dançava de maneira auto-destrutiva e pecaminosa ao redor do bezerro de ouro, ele despedaçou as tábuas de pedra diante dos olhos do povo. Bem entendido, tratava-se das tábuas da Lei que o próprio Deus havia feito e escrito com Seu dedo, mas elas foram destruídas por causa do pecado.

Entretanto, os primeiros homens que Deus havia feito e nos quais Ele colocara a Sua imagem, que, entretanto, sujaram essa imagem santa pelo pecado, não foram destruídos. Essa teria sido a possibilidade mais simples para Deus, porque dessa maneira Ele poderia limpar a Sua própria imagem santa de qualquer contaminação e desonra. Porém, Deus não destruiu a Sua criação. Ele procurou uma possibilidade para reparar o estrago. Havia somente um único caminho:

O Calvário

É dentro dessa perspectiva que precisamos olhar outra vez essa grandiosa vitória conquistada no Calvário, a hora da glória de Jesus Cristo, que em primeiro lugar foi a hora de Seu Pai. Como já dissemos, o alvo primordial não era resgatar o homem caído, mas restabelecer a glória de Deus que fora violada! Somos tão parciais e humanos em nosso modo de pensar, que muitas vezes esquecemos essa verdade.

Naturalmente permanece o que está escrito em João 3.16: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna". 

Mas de que amor se trata aqui? Do grande amor do Criador para com a Sua criação que, desde a queda em pecado, jaz totalmente no maligno. Em outras palavras: trata-se daquele amor de Deus que sempre existiu. 

Muitas vezes falamos sobre o amor de Deus como se tivesse se tornado ativo apenas na cruz do Calvário. Mas esse é o mesmo amor pleno de Deus presente quando colocou a Sua imagem no homem por ocasião da criação. Que amor ilimitado Deus demonstrou naquela ocasião – e Seu amor nunca mudou.

Quando está escrito que "todo o que nele crê... tenha a vida eterna", não se trata de uma vida eterna que somente surgiu no Calvário, mas da vida eterna que os primeiros homens já possuíam no Paraíso e haviam perdido por causa do pecado.

Pela ressurreição de Jesus Cristo, todas as exigências de Deus foram cumpridas

Pela entrega da Sua vida na cruz do Calvário, o Senhor Jesus ofereceu o sacrifício pelo pecado original e por todos os pecados cometidos, e através desse sacrifício, o Deus santo pôde reconciliar-se com Sua criação: "a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões..." (2 Co 5.19). 

Mas o mais importante foi que, assim, a imagem santa de Deus que Ele colocara no homem foi resgatada. Pois cada pessoa que responde afirmativamente ao Calvário, aos olhos de Deus, é transferida de volta para o estado original da criação, porque em Jesus Cristo passa a ser justa. Em Romanos 8.1 lemos a respeito: "Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus."

Assim cada pessoa que responde afirmativamente ao Calvário está novamente de posse da vida eterna que havia sido perdida no Paraíso. A esse respeito lemos em 1 João 5.12a: "Aquele que tem o Filho, tem a vida." Por isso, pela ressurreição de Jesus Cristo dos mortos, todas as exigências do Deus santo – como selo da obra expiatória consumada no Calvário – foram cumpridas.

Penso que João Batista viu isso claramente, pois no seu testemunho público em João 1.29, ele disse acerca de Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!" Ele não disse: "Eis o cordeiro do sacrifício do mundo, que leva os homens novamente a Deus", mas "Eis o Cordeiro de Deus..." E este Cordeiro de Deus tem como prioridade a vontade de Deus e Sua glória e não as necessidades de um mundo pecaminoso. 

Isto significa que Jesus não foi ao Calvário como o nosso Advogado, mas como Enviado e Representante do Deus santo e justo que está nos céus! Por isso está escrito em 2 Coríntios 5.19a: "a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo..." E em Romanos 3.25 lemos: "...a quem (ou seja, a Jesus) Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé..."

Não é impressionante o que Jesus fez? Para restabelecer a honra de Seu Pai, Ele fez com que todos os que crêem nEle, no Senhor crucificado, morto, ressuscitado e que voltará, tivessem novamente acesso livre a esse Pai no céu. Somos exortados a fazer uso desse acesso com toda confiança: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça..." (Hb 4.16a).

É tão comovente o que Romanos 8.15 diz àqueles que foram salvos pelo sangue de Jesus: "Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai". 

Não, nunca mais precisamos ter medo, pois Jesus restabeleceu tudo; entre nós e o Pai no céu tudo está purificado pelo sangue de Jesus. Como é glorioso agora podermos chamar nosso Pai de "Aba, Pai" outra vez, Ele que antes nem podia olhar para nós por causa dos nossos pecados! Isso encontra amparo total no Deus Eterno, que deseja que Seus filhos o chamem assim, pois está escrito em Gálatas 4.6: "E, porque vós sois filhos, enviou Deus ao nosso coração o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!" Em outras palavras: àqueles que se tornaram filhos de Deus pela fé no sacrifício de Jesus Cristo no Calvário e na Sua gloriosa ressurreição, a esses o próprio Deus quer encher com o Espírito do Seu Filho para que tenham plena confiança de chamá-lO de "Aba", Pai.

Como é grandiosa a hora da glória de Jesus Cristo!

Pela Sua cruz e pela Sua ressurreição Ele restabeleceu a honra do Deus santo, e assim foi novamente aberto o caminho do homem ao coração do Pai. Nesse sentido devemos gravar bem fundo em nossos corações as palavras de Lucas 15.7, onde o Senhor Jesus diz: "...haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende..." 

A hora da glória de Jesus Cristo é festejada continuamente no céu! Você sabe quando? Cada vez que um pecador se arrepende! Pois cada pecador que se arrepende contribui para que a honra do Deus eterno se torne maior e mais gloriosa! 

(Marcel Malgo - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, abril de 1998.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

COMO O ANTI-SEMITISMO CORROMPEU A IGREJA

Como o Anti-Semitismo Corrompeu a Igreja
Já se passaram quase dois mil anos desde que a nação de Israel falhou em aceitar Jesus como seu Messias e Redentor.

Quem levaria ao mundo a mensagem da salvação enquanto Israel estivesse espiritualmente afastado dessa missão (Rm 11)?

Na eternidade passada, Deus determinou constituir uma nova entidade para realizar Sua obra durante esse intervalo de afastamento espiritual de Israel, a saber, a Igreja. A Igreja seria de âmbito internacional, composta de crentes em Cristo de origem judaica e de crentes em Cristo gentios de todas as partes do mundo (Ef 2.11-3.11). Ela nasceu no Dia de Pentecostes, dez dias depois da ascensão de Jesus ao céu (At 2; At 11.15).

Jesus deu ordens para que a Igreja pregue o Evangelho (i.e., “boas novas”) de Sua morte, sepultamento e ressurreição a todos os povos do mundo, e que faça discípulos de todas as nações (Mt 28.19-20; Mc 16.15). Agora, o alvo de Satanás é a Igreja.

Satanás, primeiro, tentou destruí-la fisicamente através da perseguição. Embora muitos crentes em Cristo, judeus e gentios, tenham perdido sua vida como mártires, a Igreja continuou a crescer e a se expandir em todo o Império Romano. Assim, no início do quarto século, Satanás chegou à conclusão de que não conseguiria destruir a Igreja fisicamente.

Então, Satanás passou a pervertê-la através de crenças e práticas contrárias ao que a Bíblia ensina. Ele utilizou dois meios para atingir seu objetivo: a união da Igreja com o Estado e a Teologia da Substituição.

Do ano 311 d.C. ao ano 380, o governo romano mudou de estratégia; em vez de tentar aniquilar o cristianismo, passou a adotá-lo como a única religião permitida, ou seja, a religião oficial do Estado. Por causa desse casamento da Igreja com o Estado, um número enorme de descrentes adentrou as igrejas, inundando-as com suas crenças e práticas pagãs.

Além disso, líderes da Igreja Gentílica se dedicaram ao estudo da filosofia grega e das concepções anti-semitas. Em menos de um século depois da morte dos apóstolos, líderes importantes da Igreja Gentílica conceberam a idéia de que Deus rejeitara permanentemente Israel e o substituíra pela Igreja porque a nação de Israel rejeitou a Jesus. Dessa forma, a Igreja passou a ser o “Israel de Deus”. Esse ponto de vista equivocado se denomina Teologia da Substituição.

A mistura de crenças e práticas pagãs com filosofia grega e anti-semitismo alterou radicalmente as já estruturadas eclesiologia (natureza e função da Igreja) e escatologia (a doutrina dos acontecimentos futuros) da Fé Cristã.
Líderes da Igreja Gentílica se dedicaram ao estudo da filosofia grega e das concepções anti-semitas.

Alterações na Eclesiologia:

Diante do fato de que as religiões pagãs e o povo de Israel tinham várias ordens sacerdotais, a igreja desenvolveu um sacerdócio, alterando a estrutura de liderança formada por presbíteros e pastores para uma liderança constituída de um sumo sacerdote no topo da escala hierárquica e diversos níveis sacerdotais subordinados.

E, uma vez que as religiões pagãs e o povo de Israel ofereciam continuamente sacrifícios de sangue, a igreja instituiu uma alteração no significado da Ceia do Senhor, mudando de um memorial da morte de Jesus (que é a concepção das Escrituras) para um contínuo sacrifício do Salvador.

Alterações na Escatologia:

A concepção original da Igreja era o quiliasmo (essa concepção atualmente se denomina Pré-Milenismo, que é defendida pelo nosso ministério). [N. do T.: quiliasmo vem da palavra grega chilias, “mil”, de onde se originaram os termos “milênio” e “milenarismo”. Hoje em dia, o termo quiliasmo é geralmente usado em sentido restrito para referir-se à crença de que Cristo voltará antes do Milênio]. O quiliasmo afirmava que o Messias um dia voltará e reinará politicamente na qualidade de Soberano do Reino Teocrático de Deus na Terra, durante o último período da história desta Terra atual.

Pelo fato de que essa também era a concepção na qual o antigo Israel cria, líderes anti-semitas da Igreja Gentílica a rejeitaram sob o pretexto de ser “opinião judaica”. Eles a substituíram por um novo conceito denominado Amilenismo. O ponto de vista amilenista assevera que não haverá um futuro Reino Teocrático de Deus na Terra governado pelo Messias. Pelo contrário, o Amilenismo afirma que o futuro Reino de Deus predito na Bíblia vem a ser a Igreja – um reino que, em vez de ser político, é inteiramente espiritual, estabelecido por Jesus na ocasião de Sua Primeira Vinda.

A Igreja Católica Romana, que adotou a Teologia da Substituição e o Amilenismo durante toda a Idade Média, reivindicou ser o Reino de Deus na Terra predito na Bíblia e, por conseguinte, acreditava que tinha o direito de impor suas crenças e diretrizes políticas sobre todos os povos. Baseada nisso, ela se tornou uma poderosa máquina religiosa e política que, por muitos séculos, dominou todos os aspectos da vida na Europa Ocidental, a ponto de tanto entronizar quanto destronar reis e imperadores, além de perseguir multidões incontáveis de judeus.

Os reformadores que protagonizaram a Reforma Protestante do século XVI romperam com a Igreja Católica Romana em várias áreas da eclesiologia e da doutrina. Eles enfatizaram as seguintes verdades do Novo Testamento: a justificação unicamente pela fé; o sacerdócio de cada crente em Cristo; e a Bíblia como autoridade única de fé e prática.

Contudo, no que diz respeito à escatologia, os reformadores rejeitaram o Quiliasmo (i.e., Pré-Milenismo) considerando-o como “opinião judaica” e sustentaram a concepção amilenista da Igreja Católica Romana.

Satanás Infecta o Protestantismo

O fundamento protestante, enfatizado no século XVI, da justificação unicamente pela fé, era uma ameaça para Satanás. Se as pessoas, em vez de confiarem em suas “boas obras”, viessem a depositar a sua fé exclusivamente em Jesus, passariam a ser genuínos crentes em Cristo e seriam transferidas do reino de Satanás para o Reino do Filho de Deus (Cl 1.13-14). De modo que o Protestantismo se tornou alvo do ataque de Satanás.

Primeiramente, Satanás tentou destruí-lo fisicamente por meio da perseguição. Muitos protestantes foram martirizados na Alemanha, França, Holanda, Inglaterra e na Escócia. Porém, quanto mais se perseguia o Protestantismo, mais rapidamente ele se propagava.

A negação da existência de Deus tem produzido mudanças radicais na sociedade, como a rejeição de valores morais absolutos.

Então, ao perceber que não conseguiria aniquilar o Protestantismo, Satanás tentou pervertê-lo através de crenças e práticas contrárias ao que a Bíblia ensina. Por vários séculos, Satanás usou uma série de movimentos intelectuais e filosofias que rejeitavam a Bíblia como o registro divinamente inspirado da Revelação de Deus ao homem, numa tentativa de solapar a fé bíblica de muitos protestantes.

Em conseqüência disso, no final do século XIX e começo do século XX, um percentual significativo do Protestantismo se corrompeu com crenças contrárias à Bíblia. Muitos passaram a negar a realidade da Queda e da natureza pecaminosa do ser humano; a inspiração divina e a autoridade da Bíblia; o nascimento virginal de Cristo; a divindade, a expiação substitutiva, a ressurreição corporal e a Segunda Vinda de Jesus Cristo.

Deus soberanamente contrabalançou tal perversão satânica com o avivamento Wesleyano do século XVIII, com o Grande Despertamento nas Colônias Americanas, com o Segundo Despertamento, com os avivamentos liderados por D. L. Moody, com o movimento dos institutos bíblicos, com a criação de organizações missionárias de fé, e com as conferências sobre a profecia bíblica.

Por volta do fim da Primeira Guerra Mundial, uma parcela considerável do Protestantismo rejeitava a revelação divina em todas as suas formas, revelação essa que é o único meio de se constatar a existência do Deus criador e soberano do universo. Satanás usou essa rejeição para lançar seu mais atual ataque nessa guerra contra Deus: a crescente negação da existência de Deus.

Essa negação tem produzido as seguintes mudanças radicais na sociedade: uma atitude de desespero quanto ao supremo significado e propósito da vida humana; a rejeição de valores morais absolutos, provocando um colapso da moralidade; o repúdio da verdade objetiva para toda a humanidade; a rejeição de um padrão objetivo que possibilite discernir entre o certo e o errado; uma redefinição do que vem a ser tolerância; um movimento feminista radical; e uma absoluta tendência de humanizar Jesus Cristo e divinizar o ser humano.

Ao que parece, Satanás está preparando o terreno para lançar a maior de todas as investidas na sua guerra contra Deus. 

Renald E. Showers é autor, professor e conferencista internacional a serviço de The Friends of Israel.
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2008.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

ONDE VAMOS MORAR

UM LUGAR ESPECIAL SENDO PREPARADO!

Apocalipse 21:18 E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. 19 E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa. O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; 20 O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista. 21 E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente. 22 E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro. 23 E a cidade não necessita de sol nem de lua, para que nela resplandeçam, porque a glória de Deus a tem iluminado, e o Cordeiro é a sua lâmpada.




"Pois vou preparar-vos lugar". - João 14. 2

ALGO  LHE  INCOMODA E  LHE  ABORRECE?

A semana não correu como você esperava? Foi ao mercado e não comprou o que desejava, pois o dinheiro não foi suficiente? Se não bastasse isto, ainda percebeu os produtos sendo diminuídos no conteúdo e no tamanho os preços continuam sendo majorados sem o mínimo respeito para como os consumidores?
Quando recebe salário, constata-se que algo mais foi descontado, o poder de compra diminuiu, entretanto, quando verefica a conta de água, de luz, de telefone, de gás e outros mais, a constatação é de que as mesmas aumentaram. Nessas alturas, os cabelos que já não estão mais fartos como antigamente recebem uma passada de mão, como que indagando onde isso vai parar.
Basta olhar para os móveis para perceber que os mesmos já não estão com a plástica veiculada na propaganda. Dá vontade de trocar, mas como? Também a reforma que era para durar alguns dias se arrasta por muito mais tempo, e sempre há algo novo para comprar. A alegria parece não entrar, mas a poeira entra sem pedir licença contribuindo ainda mais para uma vida já sofrida. Quanto ao carro e aquelas férias sonhada, é bom nem falar...
O verbo mais conjugado ultimamente e o "comprar", e isto tem trazido abatimento de alma, pois gostaria de conjugar o "receber". 
Esperava pegar o décimo terceiro e trocar de carro, mas, os "is" da vida (IPTU, IPVA, ISS, IPI, etc, ceifou quase que a totalidade do mesmo. Quanto pensa nos pesados impostos e o real destino Dele, então é que periga definitivamente mergulhar na indgnação.
Pensou que abrir um negócio seria a solução, mas alimentar o "leão" não é fácil não. Na maneira das vezes ele fica com o filé, enquanto o que resta, é só o ossos.
É certo para uma minoria o relatado acima não é realidade, mas para a maioria o é. Se não bastasse isso, ainda há problemas que às vezes acontece na igrreja onde frequenta.
Para com os filhos, há uma diferença. Para eles há algo que foi dito e está registrado na Palavra, portanto é digno de nota, pois muda toda conversa ou pelo menos o fim dela.
Nossa vida aqui será permeada de situações difíceis e disso não podemos escapar. Para alguns mais, para outros menos, mas todos sofrem ação do sistema, no entanto devemos permanecer em pé, confiantes no Senhor, pois Ele falou:
"Animem-se! Este é o lugar definitivo que tenho para vocês. Eu vou preparar um lugar e voltarei para levá-los para-lá". Percebeu porque nós não nos enquadramos com este sistema? Dentro de nós o espirito clama pela liberdade prometida.
Lógico que devemos continuar nossa vida, fazendo o que nos é possível e vivendo de modo digno e justo, mas jamais devemos nos esquecer: Aqui, não é nosso lugar. Estamos apenas peregrinando. Um dia, iremos para nosso local definitivo. Aleluia!
Você está chateado com a vida que tem levado? Jesus te diz hoje mesmo: "Calma só mais um pouco e a vitória logo vem, Eu estou preparando um lugar para vocês, pois onde se encontram hoje é só de passagem.

Seremo livre para sempre.


As ruas de ouro da cidade, o rio da vida e as mansões celestiais: Apocalipse 21


Apocalipse 22:1 E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro. 2 No meio da sua praça, e de um e de outro lado do rio, estava a árvore da vida, que produz doze frutos, dando seu fruto de mês em mês; e as folhas da árvore são para a saúde das nações. 3 E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão. 4 E verão o seu rosto, e nas suas testas estará o seu nome. 5 E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor Deus os ilumina; e reinarão para todo o sempre. Apocalipse 21:21 E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente.

Mensagem extraída da Agênda Crista


Leia a Bíblia: "Porque a Palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.
Hebreus 4. 12

seja abençoado em nome de Jesus
abraço: Roberto