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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

TEMPOS DIFíceis


Tempos Difíceis

Os cristãos estão vivendo tempos difíceis. Descontentamento, decepção, desconforto, desencorajamento, desespero, depressão, divórcio, discórdia, desdém, desgosto, dissensão e desobediência são bastante comuns entre os que foram chamados para dar testemunho da glória de Deus e para refletir a imagem de Cristo. Muitos cristãos têm buscado conselheiros profissionais e psicólogos para ajudá-los a resolver os problemas da vida, mas esses problemas parecem estar aumentando. 

Os "consumidores" cristãos carregados de problemas também podem escolher entre uma grande quantidade de produtos: livros, conferências e grupos de auto-ajuda – mas os problemas continuam se multiplicando. Quanto mais se trata dos problemas, mais as pessoas se tornam centradas neles. Até aqueles que tentam resolver os problemas da vida com princípios bíblicos, muitas vezes acabam se envolvendo tanto nesses problemas que não alcançam a raiz da dificuldade real. O tratamento dos problemas freqüentemente alcança somente os sintomas superficiais, apenas substituindo-os por outros sintomas. Alguns cristãos vivem de crise em crise. Outros carregam um peso que parece ficar mais e mais pesado com o passar dos anos.

Nunca houve tantos livros disponíveis para os cristãos na sua busca da família perfeita, do casamento perfeito e da vida perfeita. Não obstante, muitos cristãos falham em refletir a imagem de Cristo em sua família, no casamento e na vida. Será que as dificuldades que os cristãos enfrentam estão relacionadas com o fato deles estarem vivendo naqueles tempos difíceis sobre os quais Paulo alertou a Timóteo? "Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas..." (2 Tm 3.1-2). A Edição Revista e Corrigida diz:"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos..."
Amantes de si mesmos
As pessoas estão perecendo por causa do amor – do amor a si próprias. Elas foram ensinadas pelos especialistas modernos em psicologia que deveriam amar a si mesmas. Elas ouviram que, a menos que se amassem, elas não poderiam amar aos outros. Pregadores e outras pessoas bem-intencionadas fizeram ecoar as palavras: "você precisa se amar". 

Conselheiros e televangelistas insistiram: "Ame-se! Goste de si mesmo! Honre-se! Você merece! " Cada vez mais essas tentações de auto-comiseração ou exaltação do ego são sutil e facilmente aceitas pelas pessoas, pois o coração é enganoso (Jr. 17.9).

Mas, observe o que procede de pessoas que são "amantes de si mesmas". Esses homens "egoístas" são: "avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus" (2 Tm 3.2-4).

Uma rápida observação das palavras que seguem "amantes de si mesmas" revela um estado de vida bastante pecaminoso, assim como atitudes e atos pecaminosos. Tal amor a si próprio é tão poderoso que os "amantes de si mesmos" são "mais amigos dos prazeres que amigos de Deus". E isso está em profunda contradição com o Grande Mandamento: "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.36-39).

Enquanto que os propagadores do amor a si próprio tentam ler um terceiro mandamento (ame-se a si mesmo) nessa passagem das Escrituras, Jesus deixou claro que estava falando de apenas dois mandamentos, pois disse: "Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas" (Mt 22.40). Não há nas Escrituras um mandamento para amar a si mesmo.
Egoismo
Os homens são infelizes e sofrem com os problemas da vida porque se tornaram "amantes de si mesmos" e "mais amigos dos prazeres que amigos de Deus". A inclinação pecaminosa do ser humano é amar a si mesmo mais do que a Deus e às outras pessoas. 

O egoísmo se agarra à natureza humana e produz inveja, luxúria, orgulho, arrogância, desrespeito por Deus, desobediência aos pais, falta de gratidão, engano, provocando tanto a paixão pelos seus próprios caminhos quanto a contenda por causa deles. Ele leva também a falsas acusações, que são exageradas, já que as pessoas têm sido encorajadas a culpar seus pais, as circunstâncias, e a qualquer outra coisa, menos a si mesmas, pela sua condição de vida. 

Será que as pessoas estão tentando desenvolver-se, melhorando a si mesmas e às circunstâncias em que vivem, sem tocar na raiz do problema? Será que o amor a si próprio está escondido sob os mais benevolentes gestos e por trás das orações mais fervorosas? Que tipo de crescimento pessoal as pessoas estão procurando? O crescimento pessoal que vai aumentar sua auto-estima, ou o crescimento pessoal que envolve negar a si mesmo e tomar a sua cruz? O crescimento pessoal que vai confirmar o valor de seus próprios egos, ou o que as tornará semelhantes à imagem de Cristo?

Ambas as formas de crescimento, tanto a que se inclina para o amor a si mesmo quanto a que se inclina para amar a Deus, têm um custo elevado. Amar a si mesmo mais do que amar a Deus leva a uma perda espiritual, mas amar a Deus com todo o seu ser leva a negar o "eu" e faz com que o efeito mortal da cruz se faça sentir contra o velho homem (aquele "eu" ao qual muitos de nós ainda estão agarrados e amam), que deve ser considerado morto (Rm 6).

Jesus disse: "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa, esse a salvará. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou a causar dano a si mesmo?" (Lc 9.23-25).

O mesmo Deus que salva e santifica também ordenou que as boas obras sejam uma conseqüência natural da Sua obra: "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas" (Ef 2.8-10). 

Essas boas obras incluem amar a Deus de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e a obediência a Ele, pois o amor a Deus é expresso obedecendo-Lhe e amando-se uns aos outros. Uma pessoa não é salva nem se santifica pelas boas obras. Entretanto, as boas obras são conseqüência do que Deus já fez e continua a fazer. 

Por isso, Paulo diz: "Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade" (Fp 2.12-13).

Além disso, todas essas coisas devem ser feitas sem murmurações nem contendas (Fp 2.14), ou seja, sem reclamar ou discutir com Deus sobre as circunstâncias da vida e como proceder na presença dEle.

Por toda a caminhada cristã há o despojar-se dos velhos caminhos (do velho homem com suas paixões enganosas) e o revestir-se do novo homem, "criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade" (Ef 4.24).

Essa é a caminhada diária do cristão. Despojar-se do velho homem é o equivalente a negar a si mesmo, e revestir-se do novo homem envolve tomar sua cruz e seguir a Cristo.
Despojar-se
Se bem que muitos cristãos podem concordar em princípio, quantos estão fazendo isso diariamente, momento após momento? Quantos de nós estão confiando no Senhor o suficiente para tomarmos a nossa cruz, reconhecendo-O em todos os nossos caminhos e deixando-O afastar-nos do amor-próprio para amá-lO de todo o coração, de toda a alma, de todo o entendimento e de toda a força, amando-nos uns aos outros tanto quanto nós já nos amamos a nós mesmos? Cada dia é cheio de oportunidades para amar a Deus ou para amar o "eu" em primeiro lugar. Qual vamos escolher? 

(Martin e Deidre Bobgan, PsychoHeresy Awareness Letter 3-4/2000 – traduzido por Jarbas Aragão - http://www.apaz.com.br)

Postado por Roberto
Fonte: apaz.com.br
Abraço
 

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

DIVÓRCIO

JOÃO BATISTA E O DIVÓRCIO!
Divórcio
"...Pois João lhe dizia: Não te é lícito possuír a mulher de teu irmão." - Marcos 6. 18.
Uma pergunta para pensamentos a repeito: Seria sensato ouvir a opinião de João Batista sobre divórcio e novo casamento? Será que nós o procuraríamos a fim de ouvir seus conselhos?
Estamos falando do João Batista que pregava arrependimento em pleno deserto e que saíam ter com ele nada mais do que Jerusalém, toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão. Este mesmo João disse para os "religiosos" da sua época - os fariseus e saduceus - que não passaram de raça de víboras. Ele foi o respoinsável por preceder e preparar de Jesus aqui na terra. Mateus 3.
Como diríamos hoje: "O homem não era fraco não!".
Observamos um homem íntegro, honesto, verdadeiro, santo e que em vista de sua santidade e do seu compromisso com a verdade, perdeu literalmente sua cabeça.
Uma outra pergunta para pensamentos a respeito: Quem é Herodes Antipas e Herodias?
Herodes era um imperador romano, tetrarca da Galiléia e Herodias era filha de Aristóbulo, um dos filhos de Herodes, o Grande. Herodias era casada com um meio irmão de Heordes Antipas. 
O que tem a ver o santo homem de Deus e estes romanos que viviam em sua devassidão? O homem de Deus ousou denunciar o pecador, mesmo correndo um risco de morte; como de fato morreu por tal ousadia.
Herodias tornou-se perenemente infame, por causa do papel que desempenhou no caso da execução de João Batista. Ela e seu marido, Herodes Felipe. Residiram em Roma. Estando ela hospedada na casa de Herodes Antipas, ela e Antipas se apaixonaram um pelo outro, e acabou persuadindo-a casar-se com ele. É óbvio que para se casar com Herodias, ele presidiu se DIVORCIAR da primeira esposa, uma princesa nabatéia.
João Batista, compromisso com a a verdade a qualquer custo, denunciou publicamente o asamento de Herodias com Antipas. E acabou aprisionado na fortaliza de Maquero. O resultado, todos já sabem.
Aqui temos um ensinamento muito profundo a respeito do desprezo que Deus possui pelo divórcio. Não é por acaso que Ele ODEIA o divórcio!
É comum encontrar pessoas (convém que se diga - no meio evangélico) que oferecem todo tipo de argumentação para sustentar sua posição de se divorciarem dos conjuges. Alegações é que não faltam. 
Outros tantos mesmo com certo conhecimento da Palavra já se divorciaram e encontraram fortes argumentações para tornarem tal atitude. (Não estou aqui julgando ninguém, apenas fazendo uma leitura da situação da sociedade moderna. Cada qual dará contas ao Altíssimo).
A Palavra nos adverte que  TUDO que foi escrito, para nosso ENSINO é que o foi... 
Romanos 15.4.
Em tem de banalização da família, convém observar atentamente a posição de João. Se fossemos julgá-lo como um cristão apenas, ele jamais poderia meter o "bedelho" na vida de herodes e Herodias, mesmo porque eles nem eram judeus e muito menos cristãos.
Fato é que PECADO É PECADO, seja judeu ou não judeu. Hoão ousou denunciar!
Ser´=a que um homem tremendamente usado por Deus, escolhido pelo dedo de Deus para ser o precursor do Mestre em Sua jornada pela terra, se enganaria em denunciar que o divórcio de um conjuge para se casar com outro é errado? Principalmente quando o outro igualmente se divorciarádestuindo DUAS famílias para criar uma terceira que figurará como "família alternativa"?
O apóstolo Paulo NÂO desconsiderou o que João pregou, pois afirmou em 1 COríntios 7. 10-= 11 "Ora, aos casado, ordeno, não eu, mas Senhor, que a mulher não se separe do marido (se, porém, ela vier a separar-se, que não se case ou que se reconcilie com seu marido); e que o marido não se aparte de sua mulher."
Sei que a dureza de coração é apontada como a principal razão, não somente da maioria dos divórcios, como também, duma boa parte da polêmica que se faz acerca deste assunto, entretanto, que cada qual, principalmente os que talvez pensando a respeito, considerem sobre a postura de João Batista, face ao assunto, antes de tomares suas decisões.



   divórcio


"...Pois João lhe dizia: Não te é lícito possuír a mulher de teu irmão." - Marcos 6. 18.

Pense nisso


Seja abençoado em nome de Jesus


Abraço: Roberto