quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PARA QUE SUA VIDA NÃO DESMORONE

Para que Sua Vida Não Desmorone

Referindo-se ao Seu Sermão do Monte, o Senhor Jesus disse: 

"Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína" (Mt 7.24-27).

Para que tudo não desabe (como no relato acima) é importante construir a própria vida sobre o fundamento certo, sobre a rocha, que é Cristo.

Naturalmente existem muitos argumentos em favor da areia. A praia é bonita, a paisagem é maravilhosa, dali vê-se o pôr-do-sol. Construindo na areia, é possível poupar muitos esforços e sacrifícios, tempo e dinheiro, pois não se precisa tanto material para construir na praia como se precisaria para construir sobre a rocha, talvez em terreno acidentado. 

É mais difícil construir uma casa sobre a rocha. Todo o material de construção precisa ser levado até o alto, e é fato conhecido que lançar um fundamento em uma rocha dura é bem mais complicado que na areia.

Muitos constroem a casa de suas vidas sobre a "areia" deste mundo. Tudo parece maravilhoso, as mais radiantes perspectivas delineiam-se diante dos olhos e segue-se "pelo caminho do menor esforço". Almeja-se uma vida agradável com alegrias e prazeres. 

Missões e organizações fundamentadas na Bíblias só atrapalham e estorvam, por isso são evitadas. Parece muito mais fácil construir uma casa conforme as próprias convicções e anseios, agradando a si mesmo e tentando alcançar o que se espera da vida. Difícil é, ao menos assim parece, construir sobre Jesus Cristo, sobre a Palavra de Deus. 

O caminho do arrependimento é penoso, a luta contra as tentações parece insuportável, e seguir a Jesus carregando a própria cruz parece quase impossível. Mas, para quem escolhe a areia, a queda já está programada e será infinitamente profunda. Quando vêm as tempestades da vida, a velhice, o sofrimento, o medo e a morte, chega também o desespero e toda a aparente segurança desmorona.

A Bíblia nos ensina que todas as coisas deste mundo passarão, que tudo o que é ímpio se assemelha à palha que o vento espalha. Mesmo países e impérios poderosos não perdurarão. Nada, absolutamente nada do que for construído sem Jesus terá valor permanente, tudo é efêmero e passageiro. Mas quem constrói sua vida sobre Jesus de uma maneira consciente, estará construindo sobre fundamento sólido, com seus pilares alicerçados na eternidade, fundamentados em Deus. 

Na vida da pessoa que constrói sobre a rocha, as alegrias não estão baseadas na aprovação dos homens, que já levou muitos à ruína. Verdadeira alegria e esperança real fundamentam-se no Senhor, em Sua obra consumada na cruz do Calvário, no perdão recebido ali e no dom da vida eterna. E então, quando o sofrimento e a dor baterem à porta, podemos ficar firmes e inabaláveis, pois o Senhor nos segura. Ele nos protege e jamais nos abandona. 

A Bíblia diz que nada pode nos separar de Seu amor e de Seu cuidado, que o Senhor nos guarda e no final nos receberá em Seu reino inabalável e eterno. Quem constrói sobre Jesus permanece por toda a eternidade!

(Norbert Lieth - http://www.apaz.com.br)


A PSICOLOGIA DOS ATENTADOS POR HOMENS-BOMBA

A psicologia dos atentados por homens-bomba
Pierre Rehov é um cineasta francês que já tinha feito seis documentários sobre a intifada (rebelião) durante viagens ocultas a terras palestinas. Seu filme “Suicide Killers” [“Assassinos Suicidas”, lançado nos Estados Unidos no começo de 2006] é baseado em entrevistas com familiares de assassinos suicidas e com homens-bomba cujos atentados fracassaram, numa tentativa de descobrir os motivos que levam essas pessoas a cometer tal tipo de atentado. Após um debate na rede de TV americana MSNBC, Pierre Rehov aceitou responder algumas das minhas perguntas.

Pergunta: O que o inspirou a produzir “Suicide Killers”, seu sétimo filme?

Resposta: Eu comecei a trabalhar com vítimas de ataques suicidas para fazer um filme sobre PTSD (Perturbação Pós-traumática do Stress) e fiquei fascinado pela personalidade daquelas pessoas que perpetravam esse tipo de crime, considerando as descrições que as vítimas faziam repetidamente deles. Especialmente pelo fato de esses homens-bomba estarem sempre sorrindo um segundo antes de se explodirem.

– Por que esse filme é particularmente importante?
Mulher-bomba com seu filho.

– As pessoas não compreendem a cultura devastadora que se esconde por detrás desse fenômeno inacreditável. Meu filme não é politicamente correto, pois ele aborda o problema real: mostra a verdadeira face do Islã. Ele mostra e acusa uma cultura de ódio, na qual pessoas sem qualquer educação sofrem uma lavagem cerebral de tal ordem que sua única solução na vida passa a ser matar a si mesmos e a outros em nome de Alá, cuja palavra, segundo lhes disseram outros homens, tornou-se sua única segurança.

– Que tipo de percepção íntima você adquiriu a partir do filme? O que você sabe agora que outros especialistas não sabem?
– Eu cheguei à conclusão de que estamos vivendo uma neurose ao nível de uma civilização inteira... Nesse caso, estamos falando de crianças e jovens que vivem suas vidas em pura frustração... Como o Islã descreve o céu como um lugar onde tudo será finalmente permitido – e promete 72 virgens a esses garotos frustrados – matar outras pessoas e matar a si mesmos para alcançar a redenção torna-se a única solução.

– Como foi a experiência de entrevistar os homens-bomba frustrados em seus ataques, os seus familiares e as vítimas sobreviventes dos atentados?

Foi uma experiência fascinante e aterradora ao mesmo tempo. Você está lidando com pessoas aparentemente normais, de muito boas maneiras, com sua lógica própria e que, até certo ponto, pode fazer sentido – já que elas estão convencidas de que o que dizem é verdade. É como lidar com a simples loucura, entrevistando pessoas num sanatório: o que elas dizem é, para elas, a mais absoluta verdade. 

Eu ouvi uma mãe dizendo: “Graças a Alá, meu filho está morto”. Seu filho havia se tornado um shahid (mártir), o que para ela era uma fonte de orgulho maior do que se ele tivesse se tornado um engenheiro, um médico ou um ganhador do Prêmio Nobel. Esse sistema de valores é completamente invertido, sua interpretação do Islã valoriza a morte muito mais do que a vida. 

Você está lidando com pessoas cujo único sonho, cujo único objetivo é realizar aquilo que elas acreditam ser seu destino: ser um shahid ou parente de um shahid. Eles não vêem as pessoas inocentes que são assassinadas, eles enxergam apenas os “impuros” que têm de destruir.

–Você disse [no debate anterior na MSNBC] que os homens-bomba experimentam um momento de poder absoluto, acima de qualquer punição. Seria a morte o poder supremo?
– Não a morte como um fim, mas como uma passagem para o “além-vida”. Eles buscam a recompensa que Alá lhes prometeu. Eles trabalham para Alá, a autoridade máxima, acima de toda e qualquer lei dos homens. Assim, eles experimentam esse momento único e ilusório de poder absoluto, em que nada de mau pode atingi-los pois eles se tornaram a espada de Alá.

Foto de meninos vestidos como combatentes no “Festival da Criança Palestina” no Iêmen (publicada no site do Hamas).


– Existe um perfil típico da personalidade de um homem-bomba? Descreva essa psicopatologia.
– A maioria são jovens entre 15 e 25 anos que carregam inúmeros complexos, geralmente complexos de inferioridade. Eles certamente foram doutrinados religiosamente. Geralmente não têm uma personalidade bem desenvolvida. São usualmente idealistas bastante impressionáveis. No mundo ocidental, eles facilmente se tornariam viciados em drogas – mas não criminosos. É interessante, eles não são criminosos porque eles não enxergam o bom e o mau como nós enxergamos. Se eles tivessem crescido na cultura ocidental, eles detestariam a violência. Mas eles batalham constantemente contra a ansiedade da própria morte. A única solução para essa patologia tão profundamente arraigada é querer morrer e ser recompensado numa vida após a morte, no paraíso.

– Os homens-bomba são motivados principalmente por convicção religiosa?
– Sim, esta é a única convicção que eles possuem. Eles não agem assim para conquistar um território, ou para encontrar liberdade, ou mesmo dignidade. Eles apenas seguem Alá, o juiz supremo, e aquilo que ele manda que façam.

– Todos os muçulmanos interpretam a jihad (guerra santa) e o martírio da mesma maneira?
Todos os muçulmanos religiosos acreditam que, no final, o Islã prevalecerá sobre a terra. 

Acreditam que a sua é a única religião verdadeira e não há qualquer espaço, em suas mentes, para interpretações. A principal diferença entre muçulmanos moderados e extremistas é que os moderados não acreditam que irão testemunhar a vitória absoluta do Islã durante o tempo de suas vidas e, assim, eles respeitam as crenças dos outros. 

Os extremistas acreditam que a realização da profecia do Islã e seu domínio sobre todo o mundo, como descrito no Corão, é para os nossos dias. Cada vitória de Bin Laden convence 20 milhões de muçulmanos moderados a se tornarem extremistas.
– Descreva-nos a cultura que forja os homens-bomba.

– Opressão, falta de liberdade, lavagem cerebral, miséria organizada, entrega a Alá do comando sobre a vida cotidiana, completa separação entre homens e mulheres, ...destituição de qualquer tipo de poder às mulheres e total encargo dos homens de zelar pela honra familiar, o que diz respeito principalmente ao comportamento de suas mulheres.

– Quais as forças sócio-econômicas que sustentam a perpetuação dos homens-bomba?
– A caridade muçulmana é geralmente um disfarce para a assistência a organizações terroristas. Mas deve-se observar igualmente que países como o Paquistão, a Arábia Saudita e o Irã, que também dão apoio às mesmas organizações, utilizam-se de métodos diferentes. 

O irônico, no caso dos terroristas suicidas palestinos, é que a maior parte do dinheiro chega através do apoio financeiro fornecido pelo mundo ocidental, doado a uma cultura que, no fim das contas, odeia e rechaça o Ocidente (simbolizado principalmente por Israel).

Existe uma rede de incentivo financeiro para as famílias dos homens-bomba? Em caso positivo, quem faz os pagamentos e qual o peso desse incentivo sobre a decisão [de animar um filho a se tornar um assassino suicida]?

Homens-bomba suicidas posando com o Corão.

– Havia um incentivo financeiro à época de Saddam Hussein (US$ 25.000 por família) e Yasser Arafat (valores menores), mas isso já é passado. 

É um erro acreditar que essas famílias sacrificariam seus filhos por dinheiro. Entretanto, os próprios jovens, que são muito presos às suas famílias, costumam encontrar nessa ajuda financeira uma outra razão para se tornarem homens-bomba. É como comprar uma apólice de seguro e, depois, cometer suicídio.

– Por que tantos homens-bomba são jovens do sexo masculino?

– ...a sexualidade é fator soberano. Também o ego, pois esse é um caminho certo para se tornar um herói. Os shahid são os cowboys ou os bombeiros do Islã. Ser um shahid é um valor positivamente reforçado nessa cultura. E qual criança nunca sonhou ser um cowboy ou um bombeiro?

– Qual o papel desempenhado pela ONU nessa equação terrorista?

– A ONU está nas mãos dos países árabes, dos países do Terceiro Mundo ou de antigos regimes comunistas. É uma instituição de mãos atadas. A ONU já condenou Israel mais vezes do que qualquer outro país do mundo, incluindo os regimes de Fidel Casto, Idi Amin ou Kadafi.

Agindo dessa forma, a ONU deixa sempre o caminho livre, já que não condena abertamente as organizações terroristas. Além disso, através da UNRWA [Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina] a ONU está diretamente conectada a organizações terroristas como o Hamas, que representa 65% de todo seu aparelhamento nos assim chamados campos de refugiados palestinos. 

Como forma de apoiar os países árabes, a ONU vem mantendo os palestinos nesses campos, na esperança do “retorno” a Israel, por mais de 50 anos – fazendo, assim, com que seja impossível assentar essa massa populacional que ainda vive em condições deploráveis. 

Quatrocentos milhões de dólares são gastos anualmente, subsidiados principalmente por impostos dos EUA, para sustentar 23.000 funcionários da UNRWA, muitos dos quais sabidamente pertencem a organizações terroristas (sobre esse assunto, consulte o meu filme “Hostages of Hatred” [Reféns do Ódio]).

– Você disse anteriormente que um homem-bomba é, simultaneamente, uma “bomba estúpida” e uma “bomba inteligente”. Pode explicar o que isso significa?

– Diferentemente de um artefato eletrônico, um homem-bomba tem, até o último segundo, a capacidade de mudar de idéia. Na verdade, ele é nada mais que uma plataforma política representando interesses alheios a si mesmo – ele apenas não se dá conta disso.

Como podemos dar um fim na perversidade desses ataques suicidas e do terrorismo em geral? Parando de ser politicamente corretos e parando de acreditar que essa cultura é uma vítima da nossa. O islamismo radical hoje é simplesmente uma nova forma de nazismo. Ninguém tentava justificar ou desculpar Hitler na década de 1930. Nós tivemos que destruí-lo para que fosse possível a paz com o povo alemão.

– Esses homens têm viajado em grande número para fora de suas regiões nativas? Com base em sua pesquisa, você diria que estamos começando a assistir a uma nova onde de ataques suicidas fora do Oriente Médio?

– Cada novo ataque terrorista bem sucedido é considerado uma vitória pelos radicais do Islã. Em todos os lugares para onde o Islã se expande há conflitos regionais. Agora mesmo há milhares de candidatos ao martírio fazendo fila nos campos de treinamento da Bósnia, do Afeganistão, do Paquistão. 

Dentro da Europa, centenas de mesquitas ilegais preparam o próximo passo da lavagem cerebral em jovens rapazes perdidos, que não conseguem encontrar uma identidade satisfatória no mundo ocidental. Israel está muito melhor preparado para lidar com essa situação do que o resto do mundo jamais estará. 

Sim, haverá mais ataques suicidas na Europa e nos EUA. Infelizmente, isso é apenas o começo. 

(Andrew Cochran, “The Antiterrorism Blog” – extraído de www.DeOlhoNaMidia.org.br - http://www.beth-shalom.com.br)
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, outubro de 2006.
 
Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço

O VERDADEIRO DAVI

O verdadeiro Davi

E ajuntou-se a ele todo o homem que se achava em aperto, e todo o homem endividado, e todo o homem de espírito desgostoso, e ele se fez capitão deles (1 Samuel 22:2).

O verdadeiro Davi

Que estranha companhia se reuniu em torno de Davi na caverna de Adulão! No entanto, temos aqui uma ilustração do verdadeiro Davi, Jesus Cristo (a quem Davi tipifica) e daqueles que escolheram segui-Lo.

O que esses homens desprezados tinham em comum com os interesses do rei Saul? Absolutamente nada! Haviam encontrado um novo centro, e a união deles com Davi os separava de tudo o mais em Israel. 

Não importa qual a situação terrível em que estavam envolvidos, agora todos eram servos de Davi, e este era o capitão deles. Isso lhes dava uma nova característica. Aqueles homens tinham se identificado com o ungido de Deus, embora ele fosse rejeitado pelo povo, e compar­tilhavam dos interesses dele. 

Tendo escapado da influência e domínio de Saul, agora estavam em comunhão com o rei rejeitado e perseguido. 

As dívidas, a opressão, a amargura, enfim, tudo havia ficado para trás. O amor e o favor de Davi eram a porção diária de seus estranhos servos. A esperança de cada um estava em um futuro glorioso ao lado do legítimo rei de Israel. 

Não deveria ser diferente hoje. Por meio da graça e da direção de Deus, nós chegamos até o Senhor Jesus, o Ungido de Deus, rejeitado e desprezado pelo mundo. Ele perdoou nossa culpa e eliminou toda a amargura e o medo. 

Qual a nossa reação diante de tamanha graça? Procuramos nos reunir em torno do “príncipe da salvação” (Hebreus 2:10), motivados por amor e gratidão? 

Ou voltamos para o reino de Saul, em outras palavras, para o mundo? Vivamos como os servos de Davi, que desfrutavam da presença do capitão, mas aguardavam o momento em que o rei iria ocupar publicamente o lugar que lhe era devido. 

Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço
 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

MEU ISAQUE A TI, SENHOR!



Palavras tremendas Deus tem revelado aos nossos corações nestes dias! E ontem foi mais um dia de louvar, adorar ao Senhor e de humilhar-se na Sua presença, pois Ele é fiel e maravilhoso!

Neste último domingo, o culto de Santa Ceia da Comunidade Evangélica Filadélfia (sede Limeira/SP) foi comandado pelos nossos queridos pastores Edésio e Luzinete, que na orientação do Espírito Santo, conduziram nossos corações para a entrega completa ao Senhor dos nossos "Isaques", nas mãos do único Deus que é fiel, e que também deseja de nós total fidelidade e confiança.

A palavra ministrada está em Gênesis 21, 1:9. Este trecho fala da concepção de Isaque, uma promessa de Deus a Abraão e Sara. Esta é a expressão da fé que, no tempo de Deus, colhe as promessas! E assim foi com Abraão e Sara que confiaram nos filhos que o Senhor Deus os daria, mesmo na velhice, porque a Sua fidelidade é para sempre!

Deus tem o tempo certo para tudo o que deve se cumprir em nossas vidas. Promessa + Tempo de Deus = Kairós (promessa cumprida no tempo certo, de Deus!). Ele só nos pede que andemos conforme seus mandamentos, Sua perfeita Palavra e seus ensinamentos. E não há nada melhor que caminhar com Jesus, andar os mesmo passos, viver uma vida de plenitude na presença do Espírito Santo! E a confiança está entre seus mandamentos!

Abraão confiou que seria pai de multidões, pois cria no poder de Deus sobre sua vida. Ele andou conforme os mandamentos de Deus, colheu todos os frutos da promessa, que não era somente Isaque, mas muito mais que podemos ler na Palavra de Deus.

Mas Deus provou sua confiança ainda mais: Ele pediu Isaque em sacrifício. E Abraão, firme e confiante, o levou para o sacrifício no monte Moriá. E ao chegar ao pé do monte, ele fala algo aos seus servos que para mim é a grande marca da confiança: "Ficai-vos aqui com o jumento, e eu e o moço (Isaque) iremos até ali; e havendo adorado, tornaremos a vós" (Gen. 22:5). Tornaremos! Esse verbo me enche de alegria, pela confiança de Abraão no Senhor e a certeza de que ele e Isaque desceriam aquele monte louvando e adorando ao Deus Fiel!

Temos muitas coisas que colocamos à frente em nossa vida, que não conseguimos colocar nas mãos do Senhor. Alguns exemplos o Pr. Edésio nos trouxe ontem: bens como uma casa, filhos, problemas na família, dinheiro, estudos, carreira, desejos... Tentamos resolver do nosso jeito, ou até mesmo esconder de Deus, por acharmos que aquilo tem um significado superior de garantia ou estabilidade em nossas vidas.

Havia algo melhor a fazer do que entregar tudo que nos perturba ou nos aprisiona nas mãos Daquele que nos libertou? Há algo mais precioso que deixar Aquele que tem todo o poder resolver o que sozinhos não conseguimos fazer? O que nos têm resistido para segurarmos esses "Isaques" ainda em nossas mãos? O que nos tem feito querer entender tudo com o mero conhecimento humano?

A resposta de Deus para nós é a mesma que foi dada a Abraão no monte, quando entregava seu Isaque ao Senhor: "Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único filho. Então levantou Abraão os seus olhos e olhou; e eis um carneiro detrás dele, travado pelos seus chifres, num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho. E chamou Abraão o nome daquele lugar: O SENHOR PROVERA; donde se diz até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá." (Gênesis 22:12-14).

É hora de entregar, pois Ele é Jeová Jireh, o Deus que provê em todo tempo!
Basta você se entregar a Ele e seguir a Sua Palavra! Não há prazer maior que andar nos caminhos do Senhor, contemplando Sua face e colhendo as vitórias de todos os dias!

A Ele a glória, hoje e para sempre!


Tu és Jeová Jireh, Tu és Jeová Rafá
Tu és Jeová Shalom, Tu és Jeová Shamah
Tu és Jeová Nissí, Tu és Adonai, Tu és Elohim
Mas o Teu olhar está sobre mim
(Trecho da canção "Deus dos vales, Deus dos montes" - Eyshila)

Sejam grandemente abençoados!


Mariana de Lima

PSICOLOGICAMENTE DEUS - PENSAMENTOS

Graça e paz! "Direto de Israel"

Hoje quero compartilhar alguns pensamentos com vocês, leiam, meditem e reflitam...

'Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.'
Portanto, nunca pense que és incapaz e nunca deixe que te digam que você não é capaz, pois em Deus tudo é possível.

'Um com Deus é maioria.' Nunca se sinta sozinho, pois embora você não O veja, Ele cuida de você e enxuga suas lágrimas.
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'Devemos orar  sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.' Muitos falam demais e esquecem que o silêncio é fundamental para ouvirmos a voz de Deus. É necessário estarmos com os ouvidos atentos para ouvirmos a Deus, pois ele nos fala de maneira muito sutil.

'Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.' Se a vontade dEle for feita, certamente você viverá o excelente dEle para tua vida, ainda que no momento atual você não compreenda desta forma !

'O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.' Ao invés de colocar tanto defeito nas pessoas, julgando e
criticando, por que não reflete sobre o que é necessário mudar em você ?

'Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.' A glória vem dEle, porque dEle e para Ele são todas as coisas !

'A fé ri das impossibilidades.' Afinal de contas, sem fé é impossível
agradar a Deus ! Ela que me faz acordar todas as manhãs, pois sem fé apenas sobrevivemos, mas nunca vivemos verdadeiramente !

'Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS. Cuidado ! Nunca queira convencer Deus de que seu plano é melhor ou de que pode dar certo ! Deixe Ele no controle para que você não sofra as conseqüências, voltando assim para o ‘fim da fila’ !!!
'Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.' Isso é ter fé !

Um Desafio Para Você:
DECLARAÇÃO:
Sim, eu amo Deus. Ele é a fonte de minha existência, é meu Salvador. Ele me sustenta a cada dia. Sem Ele eu não sou nada, mas com Ele eu posso todas as coisas através de Jesus Cristo, que me fortalece. (Filipenses 4:13)


Tenha uma ótima semana  de muita paz e saúde !!!

Deus te Abençoe !!!
Lívia Ribeiro 

CONVERSÃO: UMA GRANDE AVENTURA


Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei (Isaías 55:11).

Conversão: uma grande aventura

Ao término de uma reunião evangelística, duas pessoas da congregação comentavam sobre como tinham se convertido. Um deles pegou o Novo Testamento do bolso e contou essa história incomum:

“Na miserável região onde morava, eu era um batedor de carteira conhecido pela minha habilidade de roubar. Certo dia notei um volume suspeito no bolso da calça de um homem que estava na minha frente. 

Aquilo me pareceu excepcionalmente grande. Uma carteira enorme! Que ótimo “negócio”! No segundo seguinte, “aquilo” estava no meu próprio bolso. 

Quando cheguei em casa, descobri para o meu grande desapontamento que o que eu pensava ser uma carteira, na verdade era um livro. Fiquei tão chateado que o joguei em um canto. Algum tempo depois, quando limpava o quarto, vi o livro novamente. Movido pela curiosidade, comecei a ler. Dia a dia meu interesse crescia e em pouco tempo conheci o Salvador, Jesus Cristo.”

Os caminhos de Deus realmente são admiráveis: que poder reside em Sua Palavra! Se os relatos sobre conversões incomuns pudessem ser reunidos, que notável coleção de aventuras daria! 

Muitas situações que levam à conversão parecem inacreditáveis para os críticos e soberbos. Mas o que importa? Os que passaram por tais experiências têm um conhecimento de Deus que nenhuma opinião humana pode abalar.

“Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas” (Eclesiastes 11:5).

Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço

VOCÊ CRÊ EM TUDO O QUE A BÍBLIA DIZ?

Você crê em tudo o que a Bíblia diz?

E ele lhes disse: Ó néscios, e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! (Lucas 24:25).

Você crê em tudo o que a Bíblia diz?

Após a morte do Senhor Jesus, dois discípulos retornavam para casa em Emaús, desanimados e frustrados. Haviam deixado Jerusalém e os outros discípulos porque tudo parecia perdido. Mas o Ressurreto foi atrás deles e mostrou interesse nos questionamentos que faziam. 

Ele escutou tudo o que tinham a dizer. Hoje também o Senhor Se aproxima de qualquer pessoa cujos problemas estão prestes a fazê-la se esquecer de Deus. Ele mostra interesse e desejo de ajudar e suprir as necessidades. 

No caso desses dois discípulos, o Senhor lhes revelou a razão do desânimo deles: não criam em tudo o que o Antigo Testamento falava sobre o Messias. 

Aparentemente, não prestaram atenção nas passagens que descreviam os sofrimentos do Senhor, pois só o que lhes interessava eram as que falavam sobre a libertação de Israel e a glória do reino vindouro. 

Será que você acredita em tudo o que está escrito na Bíblia? Talvez sua resposta seja afirmativa. No entanto, as mais variadas opiniões e pontos de vista circulam no meio cristão atualmente. De onde vêm tais diferenças? 

A Bíblia é uma só. Mas cada um tem suas próprias convicções sobre o que é a vida cristã e tenta achar respaldo para elas na Palavra de Deus. Mas a Bíblia é uma autoridade à qual temos de nos submeter sem reservas. 

Ela – e não nós mesmos – nos fala sobre a mente de Deus. Basta que creiamos em “tudo o que os profetas disseram!” 

Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
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