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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

O VERDADEIRO DAVI

O verdadeiro Davi

E ajuntou-se a ele todo o homem que se achava em aperto, e todo o homem endividado, e todo o homem de espírito desgostoso, e ele se fez capitão deles (1 Samuel 22:2).

O verdadeiro Davi

Que estranha companhia se reuniu em torno de Davi na caverna de Adulão! No entanto, temos aqui uma ilustração do verdadeiro Davi, Jesus Cristo (a quem Davi tipifica) e daqueles que escolheram segui-Lo.

O que esses homens desprezados tinham em comum com os interesses do rei Saul? Absolutamente nada! Haviam encontrado um novo centro, e a união deles com Davi os separava de tudo o mais em Israel. 

Não importa qual a situação terrível em que estavam envolvidos, agora todos eram servos de Davi, e este era o capitão deles. Isso lhes dava uma nova característica. Aqueles homens tinham se identificado com o ungido de Deus, embora ele fosse rejeitado pelo povo, e compar­tilhavam dos interesses dele. 

Tendo escapado da influência e domínio de Saul, agora estavam em comunhão com o rei rejeitado e perseguido. 

As dívidas, a opressão, a amargura, enfim, tudo havia ficado para trás. O amor e o favor de Davi eram a porção diária de seus estranhos servos. A esperança de cada um estava em um futuro glorioso ao lado do legítimo rei de Israel. 

Não deveria ser diferente hoje. Por meio da graça e da direção de Deus, nós chegamos até o Senhor Jesus, o Ungido de Deus, rejeitado e desprezado pelo mundo. Ele perdoou nossa culpa e eliminou toda a amargura e o medo. 

Qual a nossa reação diante de tamanha graça? Procuramos nos reunir em torno do “príncipe da salvação” (Hebreus 2:10), motivados por amor e gratidão? 

Ou voltamos para o reino de Saul, em outras palavras, para o mundo? Vivamos como os servos de Davi, que desfrutavam da presença do capitão, mas aguardavam o momento em que o rei iria ocupar publicamente o lugar que lhe era devido. 

Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço
 

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

IRAR-SE É SEMPLE MAU?


Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Efésios 4.26.

A essa altura você deve estar imaginando se há alguma ocasião em que o verdadeiro cristão pode irar-se. Afinal, você pode pensar, Jesus não ficou irado com os escribas e fariseus, conforme menciona Mateus 23? E não Se dirige a Eles usando termo proíbido, tolos, nos versos 17 e 19, do mesmo capítulo? E Deus não destruirá pessoas no fim dos tempos?
Voce tem razão, Deus odeia o pecado. Jesus odeia o pecado. Seu coração amoroso fica sobrecarregado ao ser destruído e felicidade e a vida de Seus filhos. Eles estão irados com o pecado e seus resultados. Além disso Eles oportunamente aniquilarão o pecado e aqueles que escolheram agarrar-se à conduta destrutiva e sem afeto. Por causa do grande amor dos membros da Divindade pelo ser humano, Ele Se iram contra as coisas que destrouem as pessoas. A ira de Deus é uma santa indignação.
Os seguidores de Cristo não só podem como devem possuir essa mesma ira contra o pecado. Enquanto escrevo estas páginas, os destroços resultantes das bombas no Alfred P. Murrah Building, em Oklahoma City, ainda estão sendo investigados em busca de sobrevivente. Quem poderia estar doente assim para perpetrar tamanho crime? Fico irado por saber que crança inocentes e outras pessoas inocentes foram mortas. Também me deixa irado o fato de milhoes de pessoas estarem desnecessariamente morrendo de fome ao redor do mundo, enquanto outras pessoas têm mais do que podem consumir. Fico irado quando jovenes, rapazes e moças, são levados a desviar-se por traficantes de drogas e outras que se aproveitam dos solitários e fracos. Fico irado pela mesquinhez na igreja entre aqueles que instigam a letra da lei, enquanto transgridem no espírito.
Como cristãos, devemos odiar o pecado, mas amar o pecador. Infeslismente, com muita frequência, tomamos o rumo exatamente oposto. Como resultado, geralmente nos iramos contra aqueles que nos menosprezam ou ferem nosso orgulho pecaminoso.
Jesus quer que entendamos isso. Devemos ter o tipo certo de ira, a ira que Ele tem, aquele tipo de ira que odeia o pecado, mas deseja o melhor para os pecadores e se recusa a abrigar qualquer ressentimento.
Leia II Reis 24 e 25 e I Reis 21