segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

DEUS TODO PODEROSO

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Deus Todo Poderoso

Suas realizações, por mais nobres que seja, não são importante. Suas credenciais, ainda que brilhantes, não interessam. Deus é a fundação desta casa. Aquestão chave na vida não é "Quão forte eu sou?", mas "Qão forte é Deus". Focalize a força dele, não a sua. Ocupe-se com a natureza de Deus, não com o tamanho de seus bíceps.

Foi o que Moisés. Ou, pelo menos, foi o que Deus mandou Moisés fazer. Lembra-se da conversa na sarça ardente? O tom foi estabelecido na primeira sentença. "Tira os teus sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa". (êxodo 3. 5). Com estas dezessete palavras Moisés é matriculado na classe de Deus. Imediatamente os papeis são, definidos. Deus é santo. Aproximar-se dele sobre alguns centímetros de couro é pomposo demais. É quando seguimos lendo, descobrimos que nenhum tempo é gasto em convencer Moisés do que Moisés pode fazer, contudo, muito tempo é gasto em explicar a Moisés o que Deus pode fazer.

A força de Moisés nunca é considerada. Nenhuma palavra é dita para robustecer Moisés. Porém muitas palavras são pronunciadas para revelar Deus. O assunto não é a força de Moisés, é a força de Deus.

Leia mais a Bíblia.

Eu e a Palavra.


DETALHES

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O que importa a você, emporta a Deus.
Você provalvelmente concorda com esta verdade quando-se trata de coisas grandes. Quando surgem dificuldades especiais, como morte, doenças, pecado ou desastre, você sabe que Deus se importa .
Mas, e a respeito das coisas menores? E quando a patrôes aborrecidos, pneus furados, cães perdidos? O que dizer de pratos quebrados, vôos atrasados, dores de dentes ou um CD rígido danificado? Tais coisas têm importancia para Deus?
Ele tem um universo para fazer funcionar, planetas para manter em equilibrio, presidentes e reis para supervisionar. Tem, ainda, guerras com que se preocupar a fomes para tratar.
"Quem sou eu para falar-lhe de minha unha encravada?"
Fico feliz por você haver perguntado. Deixe-me dizer-lhequem é você. Na verdade, deixe-me proclamar quem você é.
Você é herdeiro de Deus.
Você é eterno.
Você tem uma coroa.
Você é um sacerdote santo.
Você foi escolhido antes da criação.
Mas, acima de tudo isso, - mais significativo do que qualquer título ou posição - está simples fato de que você é filho de Deus. "Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fÔssemos chamados de Deus; e de fato, somos filhos de Deus." (João 3. 1)
Como aprecio a última frase! "De fato somos filhos de Deus".
É como se João soubesse que alguns de nós menearia a cabeça e diria: "Não, eu não. Susan Wesley, talvez, Billy Graham, tudo bem. Mas não eu". Se estes são os seus sentimentos, João acrescentou aquela frase para você.
"De fato, somos filhos de Deus".
Como resultado, se alguma coisa é importante para você, é importante para Deus.
Então, vá a fonte. Conte para Deus o que está doendo. Fale com Ele. Ele não o mandará embora. Não achará que é tolice. "Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados, em tempo oportuno." (Hb 4. 15- 16)
Deus se importa com as pequenas coisas em sua vida?
Pode acredita.
Se é importante para você, é importante pára Deus.

Leia mais a Bíblia.

Eu e a Palavra.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

RIVALIDADE

O leite fresco azeda ao ficar muito tempo em ambiente quente. Disposições frescas azedam pela mesma razão. Deixe um agravo ficar abafado sem um período de refrigeração e observe o resultado. Uma atitude rui, amarga e coalhada.

É a história de Maria. Uma alma fervorosa dada à hospitalidade e à organização. Mais moderada do que frívola, mais prática do que pensativa. Peça-lhe para escolher entre um livro e uma vassoura, e ela escolherá a vassoura.

Maria, porém, irá preferir o livro. Maria é irmã de Marta. Os mesmos pais, prioridades diferentes. Marta tem coisas para fazer. Maria tem pensamentos para considerar. Aparentemente, Marta se preocupava muito também. Tanto que começou a querer mandar em tudo. A preocupação fará o mesmo com você. Ela faz com que você esqueça quem está no controle.

O que torna este caso interessante, porém, é que Marta está preocupada com algo bom. Ela recebe Jesus em sua casa para jantar. Está literalmente servindo a Deus. Seu objetivo é agradar a Jesus, mas, quando ele começa a tabalhar para Ele, seu trabalho torna-se mais importante do que o do Senhor. O que começou como uma maneira de servi a Jesus tornou-se lenta e subitamente uma maneira de servi a si própria.

Uma olhada em seu cenho coberto de farinha lhe dirá: "Aquela Maria. Aqui estou eu sozinha na cozinha enquanto ela fica lá fora". Puxa. Ela está zangada. Olhe para ela olhando por sobre os ombros, através da porta. É para Maria que ela está olhando fixamente. Aquela que está sentada no chão, ouvindo Jesus. "Senhor, não te importas que minha irmã me deixe só? dize-lhe, pois, que me ajude," (Lucas 10. 40).

É fácil esquecer quem é o servo e quem deve ser sevido. Satanás sabe disso. Esta ferramenta de distorção é uma de suas astúcias. Observe que Satanás não tirou Marta da cozinha; ele afaastou seu propósito na cozinha. Ele não afastará você do seu ministério; ele irá desiludi-lo no ministério. Guarde as suas aatitudes.

O que importa mais do que o tipo de serviço é o coração que está trás do servoço. Uma má atitude estraga a oferta que deixamos no altar para Deus. Deus dotou com talentos. Ele fez o mesmo com o seu próximo. Se você se preocupar com os talentos do próximo irá negligenciar os seus. Mas, se você se preocupar com os seus, poderá imspirar ambos.

Eu e a Palavra de Deus.




CRISTO ATRAVÉS DA BÍBLIA

JESUS AqueEle que Manteve o seu Foco

Uma das incríveis habilidade de Jeus era a de conservar a meta. Sua vida jamais saía do curso. Nunca encontramos Jesus andando do lado errado do caminho. Ele não possuía dinheiro, em computadores, nem aviões, nem assistente administrativos, nem equipe, poré fazia o que muitos não conseguem fazer: mantinha a sua vida na direção certa.
Quando olhava para o horizonte, Jesus podia ver muitos objetivos. Visto que muitas bandeiras se agitavam ao vento, Ele poderia ter seguido qualquer delas. Poderia ter sido um revolucionário político, ou quem sabe um líder nacional. Poderia ter ficado satisfeito em ser um professor e educar mentes, ou ser um médico e curar corpos. No entanto, Ele decidiu ser o Salvador e salvar almas.
As pessoas a sua volta certa vez ouviram do próprio Jesus: "o Filho do Homem veio buscar e salvar o que havia perdido" (Lucas 19. 10). "O Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servio e dar a sua vida em resgate de muitos" (Marcos 10. 45).
O coração de Cristo estava incessantemente dedicado a uma tarefa. No dia em que deixou sua oficina de carpinteiro em Nazaré, Ele tinha um objetivo final - a cruz no Calvário. Nisto estava tão concentrado que suas últimas palavra formam: "Está consumado" (João 19. 30).
Como Jesus podia afirmar isto? Ainda havia famintos para alimentar, doentes para curar, gente não instruída para ensinar, e tantos outros não amados para amar. Como Jesus podia dizer que tudo estava consumado? Simples. Ele concluía a sua tarefa. A sua missão estava cumprida. O pintor podia deixar de lado o pincel, o escultor podia abandonar o seu cinsel, e o escritor, repousar a pena. O trabalho estava feito.

Leia mais sobre "Cristo através da Bíblia"

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

DESESPERO E EXPECTATIVA

"Um beco sem saída é apenas um bom lugar para dar a volta"...

Talvez, você ja tenha lido sobre o avivamento ocorrido nas ILHAS HÉBRIDAS de 1940 e 1950. É impressionante ver como as pessoas de lá encontravam tempo para orar mesmo tendo de cortar fileiras intermináveis de de blocos de combustíveis vegatal nas colinas.
Acgavam tempo para orar apenas das longas horas de trabalho pescando nas águas turbulentas do Atlântica Norte. Achavam tempo para orar depois de dar duro o dia todo, dando aula, construindo casas, tosqueando ovelhas.
Hoje, de alguma forma, pensamos que não podemos orar porque somos mais ocupados ou mais especiais do que qualquer outra sociedade em tempos anteriores. O único problema é que a própria natureza do avivamento excluí a possibilidade de que venha sobre um povo acomodado.

Duas condições críticas

Quando pensamos no "contexto" necessário para que venha um avivamento transformador, duas condições críticas se destacam acima de todas as demais: Desespero e Expectativa
A primeira coisa que precisamos saber a respeito de desespero é que se trata de uma condição severa. É totalmente distinto de interese, abertura ou, até mesmo, fome.
Todas essas coisas são boas, mas não são sinônimos de desespero. Desespero é uma condição extrema. Estar desesperado significa que se esgotaram todas as opções.
Nenhum distração será capaz de afetar uma pessoa desesperada, porque ela está fora de seu alcance. A vida, para ela, torna-se extremamente focada. É o contexto ideal em que Deus consegue realmente realizar mudanças em nós.
A expectatva, por outro lado, é uma mistura de esperança e fé. É a única coisa que impede o desespero de tornar-se um fator tóxico ou até mesmo letal para nós. Se, por um lado, o desespero traz foco, a expectativa é o que nos atrai. Quando há expectativa, o ambiente fica elétrico.
Na verdade, a expectativa intensiva o foco criado pelo desespero. Já me perguntaram muitas vezes, por que não vemos o irrompimento de avivamento nas sociedades ocidentais. Tem uma irmã que faz essa pergunta toda vez que me encontra nas reuniões da igreja.
"Onde está o avivamento? Estou orando por ele. Onde está?"
Creio que nos faltam desespero e expectativa. "Temos de achar uma maneira de domar o macaco da distração ver o texto do autor Distração - Mal do Século 21 nesta edição - que está no nosso cérebro. Temos de começar a dizer "Não" para certas coisas.
Daqui a alguns dias, parto para uma viagem de três semanas: Grâ-Bretanha. Dinamarca. Falarei com milhares de pastores nesses países que estão famintos para ouvir a respeito de avivamento transformador. Isso é muito bom. Porém, por causa dessa viagem, vou perder o aniversário de 16 anos de minha filha. Não estarei presente nos jogos de campeonato dos meus dois filhos nem na festa dos atletas do último ano do curso do meu filho. Quando você coloca essas coisas numa balança e tenta pesá-las, não é fácil. estou profundamente agoniado por causa disso.
Como ministério, sinto que estamos hoje no mesmo lugar onde Jesus se encontrava às vezes: vendo multidões famintas que estão procurando respostas, direção de liderança. As pessoas simplesmente não as estão encontrando, na maioria das vezes, em sua experiência cotidiana de igreja. Então você entra na presença do Senhor e pergunta o que pode fazer ou o que ele gostaria que você fizesse para oferecer ajuda ou solução.
Estou procurando, atualmente, alguém que possa ajudar-nos no ministério como diretor executivo. Tenho faldo com vários candidatos; em alguns casos, por telefone, em outros, pessoalmente. Fiquei ímpressionado com a quantidade de limitações que eles trouxeram à mesa de negociação. Até agora, não achei um candidato sequer que estivesse disposto a viajar. Preferem ficar mais perto dos netos, aproveitar as boas da vida, ter mais sossego e tranquilidade.
A pergunta que fica ardendo em mim é a seguinte: se colocarmos todas as coisas boas da vida como prioridade, quem irá cuidar das pessoas que estão com fome? Quem erá alimentá-las? Precisamos achar um equilibrio, e a única forma de fazer isso é tentar ser menos distraídos e abuscar a Deus com intensidade, permitindo que ele fale ao nosso coração e mente, mostrando como acertar as prioridades.
É isso o que estou tentando fazer.

Esta mensagem foi extráido da revista impacto edição de Abril 2009.



PULSERA DO SEXO

"PULSERA DO SEXO"

GERA POLÊMICA ENTRE PAIS E EDUCADORES

EM SÃO PAULO

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Um e-mail com reportagem do tabloide britânico “The Sun” circula na internet alertando os pais de crianças e adolescentes para um jogo que virou febre nas escolas do Reino Unido: o Snap. A “brincadeira” funciona da seguinte forma: uma menina coloca diversas pulseiras de silicone coloridas no braço e um jovem tenta arrebentar um dos adereços. Cada cor representa um “carinho”, que vai desde um abraço até sexo; quem arrebentar receberá a “prenda” da dona da pulseira.

As pulseiras já são moda por aqui. Baratas e fáceis de serem encontradas – um conjunto de 20 delas sai por, no máximo, R$ 2 –, elas não têm relação alguma com o jogo britânico, segundo usuários. “Pode acontecer isso fora daqui, mas no Brasil usamos só porque é legal”, disse a estudante Camila Perrenchelle, de 20 anos.

De fato, não há evidências de que algo semelhante tenha ocorrido nas escolas paulistas, segundo a Secretaria Estadual da Educação. Mesmo assim, educadores de instituições adiantaram-se à chegada da moda e começaram a tomar providências.

É o caso do colégio particular Marista Arquidiocesano de São Paulo. No fim do mês passado, a direção enviou comunicado aos pais dos alunos intitulado “Entretenimento? Consumo? Manipulação? Exploração de crianças e adolescentes?”. “Pedimos que, com discernimento e serenidade, [...] conversem sobre o melhor posicionamento para seus filhos e filhas”, informa o texto.

Em entrevista ao G1, o diretor educacional do colégio, o professor Ascânio João Sedrez, afirmou que a discussão foi parar também na sala de aula e teve um lado positivo. “Foi interessante. Surgiram pautas muito boas entre alunos e professores e também foi uma boa desculpa para que os pais começassem uma conversa necessária.”

Mãe de duas meninas, Patrícia Paz, de 39 anos, aconselhou a caçula de 10 anos e a adolescente de 13 a deixarem de usar as pulseirinhas na escola onde estudam, no Centro de São Paulo. “Elas usam desde pequenas, mas por precaução vão deixá-las de lado até essa moda passar”, afirmou.

As meninas questionaram a mãe, mas, após uma conversa franca, concordaram em colocar os adereços somente fora do ambiente escolar.

Vendas

Quem não gostou dos alertas sobre o jogo Snap foram os ambulantes que vendem os adornos nas proximidades das escolas. O G1 visitou cinco barracas e em todas a situação é a mesma: desde que começou a circular o e-mail com a reportagem do “The Sun”, as vendas tiveram uma acentuada queda.

“Antes eu vendia de 150 a 200 conjuntos de pulseiras por dia, mas agora não vendo mais do que 20”, disse o ambulante José da Silva Fontes, de 36 anos, que trabalha perto de uma escola na Vila Mariana, Zona Sul da capital paulista.

O vendedor Jean Souza Santos, de 40 anos, também sentiu a diminuição na procura pelo adereço. “Há uns quatro meses, vinham mães com seus filhos comprar. Agora nem as crianças compram mais.”

Moda passageira

Para o educador Sedrez, o jogo Snap, se chegar ao Brasil, será rápido “como fogo de palha”. “A sensação é que há maleabilidade, franqueza aqui. O gingado que o brasileiro tem na questão dos relacionamentos é muito mais solto em comparação aos britânicos.”

Para ele, o jogo pode ser aceito em uma cultura rígida, mas não ganha força em um país em que a sexualidade é tratada com mais naturalidade. “O jogo não se enquadra na nossa cultura. É estranho ao nosso país”, concluiu.

Fonte: G1

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

NÃO QUERO SER MAIS EVANGÉLICO

Não quero mais ser evangélico

17 de Janeiro de 2006: Trinta anos enlace matrimonial. Louvado seja Deus.

Publicado em 12/15/2009

Gilson Souto Maior Junior

Jornal da Cidade


Não estou brincando! A indignação toma conta de meu ser, pois não dá mais. Evangélico no Brasil virou sinônimo de movimento financeiro religioso, algo meio sem ética – ou totalmente se preferir – em que se rouba e depois ora pedindo perdão a Deus. O “mensalão” de Brasília revela não apenas o que há de pior na política brasileira, mas algo cheira mal na fé evangélica também (ou plagiando o filme, “Fé de mais não cheira bem”). Como é possível alguém orar e dizer que o “financiador” é uma bênção para a cidade? A verdade é que hoje a cristandade está com a síndrome de Geazi, servo do profeta Eliseu (2Reis 5:20-27). Correndo atrás dos tesouros de Naamã, a cristandade gananciosa (2Reis 5:20) mente e camufla situações para justificar seus pecados (2Reis 5:22); pior, esconde o pecado (2Reis 5:24), mostrando a hipocrisia em que vivem (2Reis 5:25). Desta vez foi a gota d’água, ver um pastor, que é deputado distrital – o que já é incoerente, pois ou é pastor ou deputado – e o presidente da Câmara, orando e pedindo a Deus pelo gestor das
fraudes, chamando-o de “instrumento de bênção para nossas vidas e para a cidade”. Para a cidade de Brasília eu não sei, mas parece que o gestor financeiro do mensalão foi uma “bênção” para outros.

Não é apenas isso (ou tudo isso), mas a Igreja Evangélica no Brasil virou um monstrengo, uma colcha de retalhos, que mistura “alhos com bugalhos”, Bíblia com água e óleo ungido. Os pastores deixaram de ser homens de reconhecida piedade para serem executivos da fé; jogaram no lixo a orientação de Paulo para serem ministros de Cristo, que se ocupassem da leitura da Escritura, “à exortação e ao ensino” (1Timóteo 4:12,13), para serem ministros de si
mesmo, onde a “escritura” agora é auto-ajuda, e a exortação e o ensino viraram barganha de promessas. Não me escandalizo mais, pois o que sinto é uma revolta contra aqueles que “seguiram pelo caminho de Caim, e por causa do lucro se lançaram no erro de Balaão...” (Judas 11).

Por isso não me chamem de “evangélico”, pois este termo implicava numa atitude baseada no Evangelho de Cristo. Mas hoje isso virou um termo jocoso e maldoso. Não quero mais compactuar com pastores que vendem e compram igrejas (isso mesmo!) como se fossem propriedades privadas, investimentos financeiros lucrosos. Não quero mais saber deste evangelicalismo sem ética, sem doutrina e que está mandando milhares para o inferno. Chega deste evangelho de faz-de-conta, em que Jesus é apresentado como um “amigão”, mas nunca como Senhor. Chega deste “evangelho” sem cruz, sem vergonha e mentiroso. Com certeza, Pedro está certo quando afirma pelo Espírito Santo: “... Tais homens têm prazer na luxúria à luz do dia... enganam os inconstantes e têm o coração exercitado na ganância. São malditos. Eles se desviaram, deixando o caminho reto e seguindo o caminho de Balaão, filho de
Beor, que amou o prêmio da injustiça” (2Pedro 2:13-15).

E agora? Onde estão os apóstolos que pedem dinheiro e se envolvem com as maracutaias religiosas? Onde estão aqueles que oram pelo dinheiro sujo e pedem em nome de Deus que os abençoe? Onde estão aqueles que vendem igrejas com membros e tudo mais? Que pedem “trízimo” (não estou brincando), ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo? Onde estão os profetas com suas “profetadas” e palavras “ungidas”? Onde está a Igreja que diz proclamar em alta voz que o Brasil é do Senhor Jesus? Ouçamos Isaías: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que transformam trevas em luz e luz em trevas, e ao amargo em doce, e o doce em amargo!... Por isso a ira do SENHOR acendeu-se contra o seu povo, e o SENHOR estendeu a mão contra ele e o feriu...” (Isaías 5:20,25a).

Aqui não é um julgamento. Que ninguém me venha com a falácia de “Não julgueis para não serdes julgados”, pois isso é um simplismo de que se aproveitam muitos daqueles que são desonestos e usam a Bíblia para justificar suas ações. Diante da injustiça não podemos nos calar, seja ela de um evangélico ou não. Não me chamem de evangélico, pois não quero este evangelho mercadológico. Quero apenas ser cristão, quero apenas seguir a Cristo e viver para Ele.


O autor, Gilson Souto Maior Junior, é pastor sênior da Igreja Batista do Estoril e professor de Antigo Testamento e Hebraico da Faculdade Teológica Batista de Bauru - Fateo