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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CHAMADO PARA ESTA HORA DE CRISE

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Chamado Para Esta Hora de Crise
Era uma hora de crise. Uma situação havia surgido na qual o destino do povo de Deus, os judeus, parecia estar na balança. Assuero, o monarca despótico da Pérsia, consentira em assinar um decreto, a pedido de Hamã, o adversário do povo de Deus. O decreto determinava que, num determinado dia, todos os judeus em todo o vasto domínio do rei fossem mortos. Parecia que juízo certo estava prestes a cair sobre o povo de Deus e que a lâmpada de Israel seria apagada para sempre.

Entretanto, na maravilhosa providência de Deus, uma órfã judia fora introduzida num relacionamento singular com o rei. Assuero havia escolhido Ester como sua noiva, colocando a coroa real sobre sua cabeça e fazendo-a rainha (Et 2.17). Deus havia ordenado que ela chegasse ao trono exatamente para este momento, a fim de que, no meio de fraqueza desesperadora, o povo dele pudesse ser fortalecido. Ele havia determinado que, por intermédio de Ester, a ira dos homens cooperasse para o louvor de Deus. Numa hora de iminente juízo e calamidade, ele trouxe alívio e livramento para a cativa filha de Sião.

Nesta Hora de Crise!

Estamos numa hora de crise semelhante hoje! Satanás, o Hamã do povo de Deus, sabe que tem pouco tempo. Atacando de dentro e de fora, ele está montando uma grande investida final para superar e dominar a Igreja. Movimentos contrários a Cristo estão avançando com rapidez assustadora. Deve ser muito evidente a todos os que observam e pensam que a situação atual está desesperadora. O tempo está acabando. Eventos mundiais estão acontecendo rapidamente. As nações estão tomando posições para a última grande conflagração. Somente o avivamento, o último grande mover do Espírito Santo, poderá vir ao encontro da necessidade.

Esta é, de fato, a hora da crise e “quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?” (Et 4.14).

Um Chamado Para Interceder

“...a fim de que fosse ter com o rei, e lhe pedisse misericórdia, e, na sua presença, lhe suplicasse pelo povo dela” (Et 4.8).

Foram essas as palavras de Mordecai, o guardião de Ester, ao mensageiro que ela lhe enviara. Ele deu a Ester o encargo de usar o relacionamento singular que ela tinha com o rei para interceder em favor do livramento do seu povo. Sua missão seria entrar na presença do rei para suplicar à única pessoa que tinha poder para alterar a situação.

Uma brecha fora aberta nas defesas do povo de Deus, e o inimigo estava pronto para invadir em peso e matar. Porém, havia uma pessoa que tinha acesso ao ouvido do rei, que tinha o poder de entrar nessa brecha e inverter a maré de calamidade que estava prestes a inundar tanto a rainha quanto o seu povo.

Como Ester, muitos no meio do povo de Deus hoje estão inconscientes das brechas nas nossas defesas que estão nos deixando completamente vulneráveis aos ataques do inimigo. Consideram os Mordecais de hoje, que têm apontado graves perigos diante de nós, como pessimistas que não precisam ser ouvidos. Assim como Ester, gostariam de mandar tirar deles o pano de saco de suas perspectivas sombrias e oferecer-lhes as roupagens coloridas de suas próprias imaginações ilusórias (Et 4.4). Porém, a Igreja precisa ser despertada para perceber os perigos desta hora e o potencial do avivamento!

Durante os anos, Deus sempre procurou intercessores nas horas de crise. Muitas vezes, ele os procurou em vão. Será que terá de dizer hoje o mesmo que disse há muito tempo por meio de Ezequiel?

“Não subistes às brechas, nem fizestes muros para a casa de Israel, para que ela permaneça firme na peleja no dia do Senhor” (Ez 13.5).

A Palavra de Deus, a necessidade da Igreja, a condição drástica do mundo, a possibilidade de avivamento, a brevidade do tempo reforçam cada vez mais a insistência para que nós também entremos na presença do rei. Que hoje não seja necessário Deus dizer do seu povo: “Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante mim, a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (Ez 22.30).

Hoje, Deus está procurando um homem, uma mulher. Você se dispõe a ser essa pessoa? “Quem sabe se não foi para tal tempo como este que chegaste ao reino?”

O Desafio ao Sacrifício

“Todos os servos do rei e o povo das províncias do rei sabem que, para qualquer homem ou mulher que, sem ser chamado, entrar no pátio interior para avistar-se com o rei, não há senão uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro, para que viva” (Et 4.11). 

Mordecai estava, na verdade, insistindo com a rainha para que ela arriscasse a própria vida ao entrar na presença do rei, sem ser convidada. Estava pedindo que ela deixasse de lado qualquer pensamento de autopreservação e se dispusesse a sacrificar-se em favor do seu povo. Uma situação desesperadora exigia medidas desesperadas.

E não é desesperadora a situação hoje? Onde estão aqueles que se disponham a se sacrificar para poderem “colocar-se na brecha... permanecer firmes na peleja no dia do Senhor”?  Onde estão aqueles que arriscarão a própria vida para poderem fazer recuar o assalto contra as portas (veja Is 28.6).

Deus está procurando um intercessor que viva a vida crucificada, entregando sua vida diariamente em favor da causa de Cristo. Foi assim que uma mulher viveu numa região da Inglaterra, onde morreu na batalha há alguns anos. Embora tivesse saúde muito precária, ela tinha uma visão muito clara da necessidade de avivamento e um enorme encargo de oração. Sua irmã afirmou que ela agonizava tanto em oração para que as janelas dos céus fossem abertas que sua saúde deteriorou cada vez mais.

Tal é o chamado de Ester para virar a maré e mudar a situação em favor de Deus. Paulo disse que não considerava a vida preciosa para si mesmo, contanto que conseguisse completar a carreira com alegria (At 20.24). A respeito de Epafrodito, Paulo testemunhou que “por causa da obra de Cristo, chegou ele às portas da morte”, arriscando sua vida (Fp 2.30). Quem seguirá o exemplo deles?

As Questões em Jogo

“Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis” (Et 4.13,14).

Diante do sacrifício que fora chamada a fazer, Ester hesitou. Ela começou a calcular o preço.

A resposta de Mordecai, porém, expôs, com franqueza brutal, as questões que estavam em jogo. Ester poderia recusar o chamado para interceder, confiando que seu relacionamento com o rei salvaria sua pele, se o pior viesse a acontecer. Com uma palavra, Mordecai explodiu esse pensamento.

“Não imagines que... só tu escaparás.” Se ela se calasse nesse momento, a ruína não viria sobre o povo dela, mas sobre a própria vida dela. Deus certamente livraria o seu povo. Ele não tinha Ester como única opção. Ninguém é opção única para Deus. Se ela falhasse nessa hora de necessidade desesperada e grande oportunidade, se ela se esquivasse das questões, alívio e libertação surgiriam para os judeus de outro setor. No entanto, Ester e sua casa pereceriam.

Muitos estão convencidos de que Deus ainda reavivará seu povo. Há bases bíblicas para essa convicção. O Senhor está chamando intercessores agora. Se nós falharmos, Deus levantará alívio e libertação de algum outro lugar. “Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? A sua mão está estendida; quem, pois, a fará voltar atrás?” (Is 14.27).

Não podemos ter uma verdadeira expectativa de avivamento ao mesmo tempo em que recusamos o chamado para interceder. Nossa apatia nega nossa convicção. A prova sólida e prática da fé nesse caso é uma disposição de perder nossas vidas no ministério da intercessão, a fim de as reencontrarmos no avivamento. É extremamente trágico ficar de longe em orgulho ou recuar em temor ou incredulidade, quando o Espírito de Deus está agindo. O Senhor certamente o cobrará de nós. Vamos, então, nos calar ou vamos entrar na presença do Rei?

A Decisão Solene

“Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci” (Et 4.16).

Movida pela necessidade desesperadora, comovida mas não intimidada pelo perigo envolvido, convencida de que chegara ao reino justamente por causa desta hora, a jovem rainha tomou uma decisão solene de oferecer-se sobre o altar de sacrifício, de colocar-se na brecha na hora de crise e de entrar na presença do rei. Se viesse a morrer, então morreria.

Ela enfrentou o desafio, calculou o preço e chegou a uma determinação firme de buscar o livramento do povo dela por meio de intercessão, mesmo que tivesse de morrer na tentativa.

Assim, ela foi à sala do rei. Ele estendeu-lhe o cetro, aceitando assim a sua pessoa. Perguntou-lhe: “Que é o que tens, rainha Ester, ou qual é a tua petição?” (Et 5.3). Ela prevaleceu com o rei em favor de seu povo. Reverteu a situação e, assim, transformou o dia de angústia num dia de livramento, e o dia de juízo num dia de avivamento.

Quando as brechas estavam abertas, e a ira de Deus pronta para varrer-nos para dentro do inferno, o Filho de Deus entrou na brecha e interpôs seu corpo precioso para salvar seu povo dos pecados. Ele é em si mesmo a garantia da disposição de Deus para enviar o avivamento de que tanto necessitamos. “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm 8.32). Entre essas coisas que ele nos dá graciosamente está o avivamento.

A apavorante necessidade desta hora só é igualada pela oportunidade singular de uma demonstração do poder e da glória de Deus. Muitos intercessores fiéis do passado desejaram ver as coisas que nós estamos perto de testemunhar, e não as viram. Em sua graça inconcebível, Deus nos trouxe ao reino para um tempo como este. O Salvador nos chama para seguir os seus passos no caminho da intercessão.

“Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém!” (Ef 3.20,21).

Extraído do livro In the Day of Thy Power (No dia do teu poder), de Arthur Wallis. Foi escrito originalmente em 1956.

Postado por Roberto
Fonte: Jornal Arauto Da Sua Vinda
Abraço



quarta-feira, 13 de outubro de 2010

ISRAEL CONTINUA UM MILAGRE

Israel Continua um Milagre
Quando as Nações Unidas realizaram a votação histórica que sancionou o ressurgimento do Estado de Israel, em 29 de novembro de 1947, milhões de judeus e cristãos sinceros o viram como um genuíno milagre divino. Uma nação que parecia extinta há séculos voltava a existir. Era um novo começo que surpreendia o mundo.

O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu. Na foto: Festa dos Tabernáculos diante do Muro das Lamentações.

Na verdade, porém, não se tratava de nenhum recomeço, mas da realização de um sonho que os judeus do mundo inteiro acalentavam desde sua dispersão, após a destruição de Jerusalém pelos romanos, no ano 70 de nossa era. A cada novo ano, quando os judeus realizavam a ceia da páscoa nas mesas espalhadas pelas nações gentias, as vozes se elevavam para entoar as palavras sagradas: 

No próximo ano em Jerusalém! O sonho não era uma fantasia vã, mas uma esperança firmemente arraigada nas Escrituras.

O povo judeu é o Povo do Livro, Israel é sua Terra Prometida e Jerusalém é a Cidade do Rei. E, um dia, disseram os profetas, haveria uma grande reunião dos exilados judeus espalhados por todo o mundo. Israel retornaria à sua terra – e assim aconteceu.

Os pára-quedistas judeus, ao avistarem, com os olhos cheios de lágrimas, o Muro Ocidental (das Lamentações), na Cidade Velha de Jerusalém, em 7 de junho de 1967, entenderam o significado profundo dessa volta ao lar. O general israelense Moshe Dayan expressou em palavras aquela profunda emoção. Em pé diante do muro, ele disse: 

“Voltamos para o nosso lugar mais sagrado, para nunca mais partir... Estendemos as mãos para nossos irmãos árabes, no desejo sincero de viver em paz, porém voltamos para Jerusalém e nunca mais sairemos dela.”

Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais: (1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo. (2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.
Todos esses acontecimentos foram verdadeiros milagres.

A estrada longa e deserta

Dizer apenas que os judeus “sonhavam” com seu retorno não reflete nem de longe a intensidade desse anseio. Há milênios, os filhos e filhas de Abraão têm sido um povo marcado para o extermínio. Eles sofreram nas mãos dos cruzados, inquisidores, perseguidores e defensores das expulsões dos países em que viviam. Eles foram forçados a usar símbolos degradantes que os identificavam como judeus, e passaram pela aflição de serem metidos em guetos abarrotados, onde até mesmo os direitos mais simples lhes eram negados.

Quando o rabino Shlomo Goren, capelão-chefe do exército, tocou a trombeta de chifre de carneiro que tinha trazido consigo até o muro, aquele gesto teve dois significados monumentais: (1) Jerusalém voltara a ser unificada. Depois de quase 2000 anos, ela estava novamente com seu povo. (2) A trombeta, como nos tempos antigos, conclamava os judeus de todo o mundo a voltarem para casa.

Vivendo em ambientes gentios tão hostis, a assimilação teria sido a escolha mais razoável. Mesmo sem um país, uma capital, um templo ou qualquer perspectiva concreta de um futuro nacional, eles resistiram. O sonho continuou vivo – um sonho baseado na esperança de dias melhores para esse povo sitiado.

Então, no século XIX, o impossível começou a acontecer. Embora houvesse judeus em Jerusalém desde a Dispersão, algo quase imperceptível passou a ocorrer. Pequenos grupos de pioneiros judeus começaram a se dirigir para o Oriente Médio. 

Filantropos, como o barão Edmond James de Rothschild, começaram a comprar terras pantanosas infestadas de malária, que os turcos otomanos consideravam sem valor algum.

Após o infame julgamento do caso Dreyfus em Paris, em 1894 (Alfred Dreyfus, um oficial do exército francês, de origem judaica, foi falsamente acusado, condenado e enviado para a Ilha do Diabo), o movimento começou a tomar forma e corpo. 

Theodor Herzl, um jornalista judeu assimilado, percebeu os maus presságios para os judeus da Europa. O tapete de boas-vindas estava sendo retirado e tempos difíceis se aproximavam.

Assim, Herzl patrocinou o Primeiro Congresso Sionista, em Basiléia, na Suíça, em 1897. A respeito desse primeiro encontro, Herzl declarou: “Em Basiléia eu fundei o Estado judeu”. O sionismo político declarou seu propósito de estabelecer um Estado judeu na Palestina, inteiramente sancionado pelas leis internacionais.

Embora alguns compartilhassem a paixão de Herzl em voltar para o Oriente Médio, a maioria, como os judeus da antiga Babilônia, preferiu ficar onde estava, declarando-se muito feliz com seu estilo de vida e seu status de judeus europeus. Então veio Adolf Hitler com suas hordas de camisas marrons marchando a passo de ganso. 

Seis milhões de judeus pagaram o mais alto preço por seu pueril erro de cálculo. Entre as vítimas estava a filha de Herzl, Trude 
Margarethe, que morreu em 1943 no campo de concentração nazista de Theresienstadt.

Enquanto os judeus europeus do pós-guerra juntavam o que restara de suas vidas estraçalhadas para enfrentar o futuro sem seus entes queridos e amigos, eles começaram a olhar para sua terra ancestral – Israel.

Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”. O tão sonhado milagre tornara-se uma realidade nacional.
Às 4,30 horas da tarde de 14 de maio de 1948, David Ben-Gurion – que viria a ser o primeiro premiê de Israel – levantou-se no saguão do Museu de Tel-Aviv e declarou: “O Estado de Israel acaba de nascer”.

Uma questão de sobrevivência

Mais de meio século se passou desde aqueles dias esfuziantes, cheios de sonhos, esperanças e lutas para a construção da nação. Imigrantes judeus vindos de mais de uma centena de países encheram aquela terra com mais gente do que na época de Jesus.

Mas, ao longo desses sessenta e tantos anos, um mundo completamente diferente passou a se desenvolver em torno do pequeno Israel. Os grandes impérios coloniais que constituíram os mandatos para a criação da pátria judaica já não existem mais. 

A independência das nações árabes fez surgir regimes tirânicos, governados por homens que, assim como Hitler, têm uma obsessão insana de ver o Estado judeu e seu povo completamente eliminados da face da terra. Até mesmo no “civilizado” Ocidente, essas pessoas estão alimentando uma apavorante exibição internacional de ódio, caos e radicalismo.

Quem são esses indivíduos beligerantes? O que os motiva e por que agem de forma tão brutal em sua determinação de atingir pessoas inocentes? A falta de respostas tem deixado muita gente frustrada, desinformada e extremamente confusa.

Por essa razão, tentamos esclarecer as questões relacionadas ao Oriente Médio. Em nossas publicações, buscamos responder algumas dessas perguntas desconcertantes. Esperamos que os leitores tenham uma nova percepção do milagre extraordinário representado pela existência de Israel – milagre que muitos parecem ter esquecido.

Existe realmente um plano por trás de tudo o que aconteceu, está acontecendo e irá acontecer no futuro. Deus, que é soberano, está nos conduzindo a uma inevitável consumação.

Enquanto esquadrinhava os eventos que assolam o mundo de hoje, um amigo meu comentou: “Gostaria que tudo isso já tivesse acabado. Quem dera o Senhor voltasse hoje!” 

Bem, somos compelidos a acreditar que tudo isso chegará ao fim, talvez muito mais cedo do que imaginamos. O certo é que o último capítulo já foi escrito e nós, juntamente com o remanescente de Israel, estamos do lado vencedor. É o que está escrito na Bíblia.
 
Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, julho de 2003.
 
Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

NEM BOA NEM MÁ O BASTANTE

Nem boa nem má o bastante

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus (1 Coríntios 1:18)

Nem boa nem má o bastante

Uma senhora idosa e religiosa tinha freqüentado a igreja com re­gularidade durante toda sua vida. Ela esperava que, quando morresse, Deus lhe reservaria um ótimo lugar no céu. De vez em quando, ela também comparecia a estudos bíblicos dirigidos por dois cristãos.

Quando retornou de uma dessas reuniões, seus netos lhe perguntaram: “Vovó, a senhora gosta daqueles dois pregadores, não é?” Ela respondeu: 

“Não sei, não tenho uma opinião formada. Um deles fala como se as pessoas já tivessem conseguido a salvação. Mas não sei se realmente existem pessoas boas em nossa cidade. O outro descreve as pessoas como se todas estivessem perdidas e fossem direto para o inferno. 

Eles não têm uma palavra específica para mim.” Ela, portanto, não se considerava nem tão boa a ponto de ir para o céu e nem tão má a ponto de ir para o inferno.

O versículo de hoje distingue apenas duas classes de pessoas: os que estão perecendo e os que são salvos. Esta última compreende todos os que uma vez já estiveram perdidos também, mas que confessaram seus pecados a Deus e creram no Senhor Jesus Cristo. 

Entenderam que Deus está plenamente satisfeito com o sacrifício de Cristo na cruz e que, portanto, devem descansar em Cristo.

Qualquer indivíduo que não tenha a certeza se terá ou não um “ótimo lugar” no céu pertence à classe dos “perdidos”. Temos de admitir que nenhum tipo de esforço humano nos fará bons o suficiente para estarmos na presença do Deus Todo-poderoso. 

No entanto, se nos arrependermos de nossos pecados, confessarmos nossa culpa diante de Deus e voltarmos para Ele, crendo na obra de Seu Filho na cruz, teremos muito mais que a salvação; teremos o próprio Salvador! 

Postado por Roberto
Fonte: www.apaz.com.br
Abraço