quarta-feira, 27 de julho de 2011

GUERRA CONTRA AS MULHERES

Guerra contra as mulheres

A guerra não acontece apenas nos campos de batalha. Ela se desenrola em meio à sociedade humana, muitas vezes contra os mais indefesos, como acontece atualmente no Afeganistão.
Principalmente nas regiões controladas pelas milícias do Talibã, as mulheres são sistematicamente oprimidas. Elas são obrigadas a se cobrirem completamente (de modo mais extremo que no Irã e na Arábia Saudita). Reportagens abaladoras na mídia revelam essa dura realidade: as meninas e moças são proibidas de freqüentar a escola, às mulheres é vedada a prática de suas profissões, etc.

Quando somos confrontados com esses fatos, perguntamo-nos onde estão as organizações de direitos humanos, sempre tão prontas a acusar e condenar Israel. Onde ficam as resoluções da ONU condenando as práticas desumanas a que são submetidas as mulheres muçulmanas? Onde estão as vozes das feministas, que deveriam estar protestando em altos brados contra uma discriminação tão flagrante?

O Dr. Nadeen Elyas, líder do Comitê Central dos Muçulmanos da Alemanha, disse: “O islã é praticável. O Corão não me proíbe nada, ele apenas quer me proteger...” Será que esta é a proteção do islã: proibir as jovens de freqüentar a escola ou impossibilitar as mulheres de exercer suas profissões?

O fundamentalismo islâmico tornou-se um verdadeiro flagelo para muitas pessoas. Ele rouba-lhes a liberdade e impõe-lhes um jugo insuportável.
“Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pedro 3.7).


A Bíblia, ao contrário, concede-nos verdadeira liberdade em Jesus Cristo. O Filho de Deus derrubou todas as diferenças entre homens e mulheres, entre judeus e gentios, ao consumar a salvação na cruz do Calvário. Por essa razão, Paulo escreveu: “Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo” (Gl 3.28). 

Quando a Bíblia estabelece ordens e padrões espirituais, isso jamais significa discriminação ou opressão, pois seu alvo é ordenar a vida em família e na igreja: “Porque Deus não é Deus de confusão, e sim de paz” (1 Co 14.33). Aos homens e às mulheres é dito na Palavra de Deus que devem sujeitar-se uns aos outros no temor de Cristo (Ef 5.21). 

As mulheres devem ser submissas a seus maridos como ao Senhor (v.22). Mas essa submissão não significa servilismo cego, pois aos homens a Bíblia ordena explicitamente que devem amar suas esposas e cuidar delas de maneira muito especial (Ef 5.25,28). 

Isso é tão importante aos olhos de Deus que a resposta às orações dos maridos está condicionada ao seu amor pelas suas esposas: “Maridos, vós, igualmente, vivei a vida comum do lar, com discernimento; e, tendo consideração para com a vossa mulher como parte mais frágil, tratai-a com dignidade, porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida, para que não se interrompam as vossas orações” (1 Pe 3.7).

Em lugar algum a Bíblia ensina que as mulheres devem sentar-se em lugar separado de seus maridos durante os cultos na igreja. Até mesmo no Antigo Testamento, considerado por muitos como legalista e autoritário, existe a menção de donas de casa repartindo despojos e mensageiras propagando boas-novas (Sl 68.11-12). 

No Livro de Provérbios, a mulher é louvada por suas grandes responsabilidades. Ali nada lemos sobre opressão, discriminação ou que as mulheres precisam esconder-se e viver constantemente com medo. Pelo contrário, temos a descrição de uma mulher que faz bons negócios, dá ordens, delega tarefas e administra os empregados domésticos. 

Lemos sobre ela em Provérbios 31.16: “Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com as rendas do seu trabalho.” Em Provérbios 31.24-27 está escrito: “Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, e dá cintas aos mercadores. A força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça.” 

E em Miquéias 6.4, Miriã é descrita como líder do povo de Israel juntamente com Moisés e Arão: “Pois te fiz sair da terra do Egito e da casa da servidão te remi; e enviei adiante de ti Moisés, Arão e Miriã.” (Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)

UMA ANÁLISE DOS FILMES "GUERRA DOS MUNDOS"

O tempo passa, o tempo voa e a depravação humana continua numa “boa”
“...porque é mau o desígnio íntimo do homem desde a sua mocidade...” (Gênesis 8.21b).

Permita-me começar com alguns questionamentos provocativos:

Pegue o homem depravado e coloque-o nas culturas mais refinadas, nas melhores universidades, faça-o um poliglota, eduque-o nas mais sofisticadas normas sociais e ele deixará de ser um depravado? Não! Você apenas terá um depravado culto e educado.
Filme original: o “meteoro” marciano cai à distância e no primeiro plano uma igreja cristã impávida.

Faça uma plástica estética e deixe uma mulher depravada extremamente linda, vista-a com as melhores grifes e ela deixará de ser depravada? Não! Você apenas terá uma depravada bonitinha, mas ordinária.

A Bíblia ensina que desde quando Adão pecou, o ser humano passou a ter seu desejo sempre para o mal e herdou a morte (1 Coríntios 15.22 e Romanos 5.12). Ainda do ponto de vista bíblico, a depravação é total, inata, corre no nosso DNA espiritual, sempre existiu e existirá. Isso explica por que um homem aparentemente “decente e de boa índole” comete ações pífias e torpes.

Sabemos, no entanto, que a depravação nunca esteve tão explícita como atualmente. Parece até que ela cresce em progressão geométrica em relação a cada avanço tecnológico. A aparente pureza e ingenuidade de meio século atrás parece ser história da carochinha.

Sem dúvida, o mundo e o comportamento humano mudaram bastante nos últimos 50 anos. Gostaria então, de analisar essa enorme mudança estudando duas versões diferentes de um mesmo filme. Entre a primeira versão do filme “Guerra dos Mundos” (EUA – 1952-53) baseada no clássico de H. G. Wells e a de Steven Spielberg (EUA – 2005), muitas águas passaram sob as pontes das nossas vidas.

Eu não era nascido na década de 50, por isso só tive acesso à versão original em 2005, em DVD. “Guerra dos Mundos” retrata uma invasão marciana da Terra e a quase destruição total do nosso planeta. Porém, neste artigo não vou comentar sobre ETs e OVNIs (minhas colocações sobre esse tópico estão à disposição na palestra em DVD: “Seduzidos por OVNIs e ETs”) mas sobre o comportamento humano.

Um resumo de “Guerra dos Mundos” – 1952-53
O apologista cristão Tal Brooke resumiu assim o filme:

Nas cenas iniciais, na versão de 1953 de “Guerra dos Mundos”, um objeto ardente no céu noturno – um dos cilindros marcianos disfarçados de meteoro – desce à distância. No primeiro plano, uma igreja solitária em uma pequena cidade do Sul da Califórnia – um presságio de justaposição.

Logo os personagens principais se aglomeram em torno desse evento – pessoas honestas e direitas que vivem entre si em franca familiaridade e confiança. Existe uma dança de quadrilha que termina assim que a eletricidade falha. Até os relógios de pulso ficam paralisados. Poderia ser por causa do meteoro?

Tarde da noite, três testemunhas encarregadas de guardar o meteoro vêem o grande topo metálico desaparafusar vagarosamente. Um pescoço metálico se projeta para fora, como se fosse um cobra com raios mortíferos e se agiganta sobre os homens. Eles aproximam-se daquela coisa balançando lenços em suas mãos como um sinal de paz e são vaporizados.
Em seguida, um famoso cientista chega à cratera. A polícia e outras pessoas estão de olho no cilindro enquanto ele esfria. Uma atraente garota local logo junta-se ao cientista. A garota está acompanhada do seu tio que está disposto a cooperar. Ela anuncia estar esperando o famoso Dr. Forrester e divulga o seu conhecimento a respeito dele. O famoso cientista, representado pelo ator Gene Barry, sem dúvida é o Dr. Clayton Forrester, que humildemente se apresenta à garota. Ela é surpreendida, mas rapidamente se recompõe. Muito linda, comprometida com um tipo de dignidade feminina comum em eras passadas, Ann Robinson representa Sylvia Van Buren, sobrinha do reverendo local, um homem muito estimado na comunidade. [...]

Após o abrigo militar, do lado de fora da cidade, ter sido abandonado e o restante dos militares espalhados, Dr. Clayton Forrester e Sylvia Van Buren assumem juntos uma missão em comum. Ele a leva ao seu pequeno avião para escapar antes que as naves marcianas aniquilem a região. É um passeio frenético, evitando os raios da morte enquanto voa perigosamente baixo, entre as árvores. Finalmente bate e cai em uma área campestre. Ambos estão exaustos e correm para se proteger. [...]

Mas, Clayton Forrester é separado de Sylvia em Los Angeles, enquanto a multidão fica desesperada, roubando e despojando qualquer automóvel que passe pelas ruas cheias de pessoas. Sylvia dirigia um ônibus escolar carregado de pessoas da própria cidade que logo foi parado e saqueado. [...]

O cientista parte com um caminhão carregado de materiais científicos criticamente importantes, inclusive com alguns itens da máquina de morte marciana. Esta parece ser a última esperança para se alcançar uma solução científica. Porém, a multidão insana, sem dar atenção aos avisos do cientista, saqueia o caminhão enquanto ele passa por uma rua de Los Angeles lotada de pessoas. Os seqüestradores levam seu caminhão, deixando o cientista jogado ao chão. [...]

Agora o foco da missão de Clayton é encontrar Sylvia, isto é, se ela ainda estiver viva. Ele está muito preocupado, pois viu os restos do ônibus escolar de Sylvia em uma rua de Los Angeles onde o seu caminhão foi seqüestrado. [...]

O jovem cientista sabe que, se quiser encontrar Sylvia, uma crente devota, sua melhor chance é procurá-la nas igrejas. Ele encontra três igrejas. Cada cena é comovente. Então, entra numa igreja grande e vê Sylvia dedicada a atender alguém em um banco. Clayton Forrester e Sylvia se olham, apressam-se desesperadamente e se abraçam. O mundo está à beira de se transformar em ruínas e cada precioso segundo juntos é muito valorizado. Porém, existem necessidades maiores que as deles.

Fica muito claro que apenas UM maior do que o homem é capaz de salvar a raça humana.
Nas igrejas as orações são apaixonadas e cada vez mais desesperadas, clamando a Deus por um milagre de libertação. Existe o medo de que as igrejas cairão como os outros prédios. No entanto, até aquele momento, elas estão em pé, como se estivessem protegidas por uma mão invisível, enquanto o olhar feroz dos raios marcianos, através dos vitrais, ilumina o santuário. O dirigente e a congregação continuam suas súplicas urgentes pedindo algum milagre de intervenção divina. A humanidade está no limite.

De repente, surge um sentimento diferente – um silêncio súbito. Os raios mortíferos, que disparavam à distância, não são mais ouvidos. A multidão tenta abrir caminho até chegar ao lado de fora da igreja. As luzes coloridas das máquinas dos marcianos tornam-se escuras enquanto as espaçonaves voam vacilantemente e caem no chão. Através de um portal, um braço marciano solitário estende-se para o lado de fora da espaçonave. O Dr. Forrester checa o pulso e descobre que o marciano está morto.
O cientista famoso então olha para os céus e faz uma afirmação com temor: “Estávamos todos orando por um milagre...” Nesse exato momento, a voz narrativa que iniciou o filme continua com a observação de que as menores criaturas da terra, os micróbios, criados por Deus, destruíram os invasores. Os marcianos não tinham resistência aos germes terráqueos.[1]

O que se perdeu pelo caminho:

a) Um linguajar decente e um grande interesse em ajudar a família e ao próximo
Versão de 2005: Ray Ferrier (Tom Cruise) passando creme de amendoim no pão de sua filha, sem saber que ela era alérgica ao amendoim.

Um linguajar indecente, atrevido e condutas egoístas fazem parte do cotidiano dos personagens da versão de 2005. Tal Brooke, o já citado apologista, comenta:

O “Guerra dos Mundos” de 2005, de Steven Spielberg, é um passeio por um mundo feio, uma América bem mais escura que a do primeiro filme, no despertar de cinqüenta anos de mudanças sociais. As pessoas são alienadas, cínicas e não-confiáveis enquanto vivem em uma sopa eticamente diversificada e caótica. Ao contrário do linguajar digno praticado no primeiro filme, obscenidades e uma conversa podre aparecem desde o início. Tom Cruise, no papel de Ray Ferrier, xinga seu filho punk Robby (Justin Chatwin), que também tem uma língua suja e assim a história continua com vários encontros pelas ruas. A linguagem incorpora um realismo ínfimo. [...]

Ao contrário do cientista agradável e humilde no filme de 1953, o personagem masculino principal representado por Tom Cruise é arrogante, egoísta, alienado dos seus filhos e da ex-esposa (nem sabia que a filha tinha alergia, desde quando nasceu, ao creme de amendoim e tampouco como agir diante da síndrome do pânico da criança), muito parecido com quase todos e pronto para conquistar o mundo.[2] (o texto em itálico foi acréscimo meu).

Não! Não quero fazer aqui uma apologia à suposta “pureza” da década de 50, pois isso não seria verdadeiro. Até mesmo na versão original presenciamos atos de selvageria quando a multidão saqueia os carros que passam pelas ruas. No entanto, o que quero deixar claro é que aqueles são tempos idos e que a situação atual é bem mais grave e decepcionante.

Para exemplificar melhor, permita-me trazer à memória lembranças telúricas de algumas décadas atrás. A rua recifense, de mais ou menos cem metros de extensão, em que morava quando era criança ainda é a mesma em que meus pais residem hoje. Na minha infância era uma rua tranqüila, o piso de barro, todos os muros das casas eram baixos, os postes de iluminação eram de madeira roliça e os vizinhos se conheciam pelo nome. Morávamos na casa de esquina e a segunda casa após a nossa era da mãe de dona Selma, a única da rua a ter linha telefônica. Foi lá que falei ao telefone pela primeira vez. Era um daqueles aparelhos pretos, grandes, com um disco em que colocávamos o indicador e o girávamos (o leitor com mais de quarenta anos sabe exatamente a que tipo de aparelho estou me referindo). Hoje é uma relíquia.

Filme original: O caminhão do cientista Clayton Forrester (Gene Barry) saqueado pela multidão.

Às noites, as pessoas colocavam cadeiras nas calçadas na frente da casa, sentavam, jogavam dominó e conversa fora, alguns tocavam violão, enquanto as meninas bem vestidas brincavam de amarelinha, pulavam corda e cantavam “Atirei o pau no gato...”. Nós, garotos, jogávamos bola na rua, andávamos de bicicleta e de patins feitos com tábuas de madeira e rodas de rolimã e brincávamos de “trinta-e-um-alerta!”.

Bem, o tempo passa, e como passa. Hoje aquela rua do final da década de 60 é apenas uma representação nostálgica de um tempo que não volta mais. Atualmente, ela está asfaltada, os muros estão cada vez mais altos, os portões com travas eletrônicas, quase ninguém mais joga bola na rua com medo de ser atropelado, as pessoas não conversam mais na calçada, na verdade pouco se falam, quando muito se cumprimentam e não há nenhum “louco” que tenha coragem de arriscar a própria vida se sentando em uma cadeira de balanço nas calçadas após as dezoito horas. Por quê? Porque o amor esfarelou, as pessoas estão mais frias e distantes, a iniqüidade prosperou, o mundo ficou mais depravado, perigoso e violento.

b) O amor à moda antiga entre um homem e uma mulher
Sobre esse tópico, Tal Brooke escreve:

Filme original: O Dr. Clayton Forrester protege Sylvia Van Buren (Ann Robinson).

Um pouco distante do local onde seu avião acidentou-se, o Dr. Clayton Forrester protege Sylvia em seus braços enquanto ela dorme. O amor deles é espontâneo e não autoconsciente. É um ato de beleza, um diamante raro no vasto cosmos. Da maneira mais convincente, vemos como essa mais rara flor do amor humano é formada e sabemos que é algo de um valor inestimável.

Esse momento inocente de afeição, quando ele a protege em seus braços em uma área campestre, foi filmado e graciosamente preservado muito tempo antes das vozes estridentes surgirem com a guerra dos sexos, o feminismo radical e grupos gays, transexuais e lésbicas degradarem o cenário com poder vituperador. [...] Nos filmes atuais a presença deles é obrigatória.

No entanto, ao contrário do pano de fundo do conflito que vai aumentando de intensidade, vemos convincentemente como o amor e a afeição se desenvolvem entre esse homem e essa mulher atraentes, enquanto questões de risco de morte tornam-se inevitáveis. Observamos o início do amor entre um homem e uma mulher como uma afirmação estimulante acerca do valor humano e da intenção divina.[3]

Filmes, como a versão da década de 50, que exibem o início de um namoro entre um homem e uma mulher sem qualquer apelação sensual ou interesses carnais, honra, bravura, lealdade entre as pessoas da pequena cidade, desarmadas diante de um inimigo tenebroso vindo do espaço, mostram exemplos muito distantes da nossa época.

O que dizer do conceito de “amor” no século XXI? Como foi distorcido o amor bíblico! Hoje temos uma enxurrada de padres católicos pedófilos, pastores avarentos e adúlteros, uma Inglaterra (sim, a tão conservadora Grã-Bretanha) tornando-se mais uma nação européia a legalizar a união civil de homossexuais, como também hindus indianos vivendo com macacas como se as mesmas fossem as suas supostas ex-esposas reencarnadas.

Se Jesus não voltar logo, como será o “amor” daqui a um século? Caminhamos a passos largos para uma sociedade globalizada onde não existirá amor genuíno, pecado, culpa e nem a necessidade de arrependimento. Nesse ritmo, em breve, as gerações vindouras vão presenciar a legalização do matrimônio entre humanos e animais e entre dois animais irracionais. Misericórdia!

Versão de 2005: A igreja cristã é um dos primeiros prédios a serem destruídos pelos marcianos.

c) O respeito ao pastor e a igreja como local de referência e refúgio

Que simbolismo importante e que contraste com a versão da década de 50!

No filme da década de 50, o reverendo local é uma pessoa querida, corajosa, participativa, prestativa e bastante estimada pela comunidade. Na versão de Steven Spielberg não existe o personagem do reverendo.

A película cinematográfica do século passado exibe, em umas de suas primeiras cenas, uma igreja impávida enquanto o “meteoro” cai à distância. Na do século XXI revela que um dos primeiros prédios a serem destruídos é uma igreja cristã.

No filme de Spielberg (2005), o primeiro “meteoro” que caiu na vizinhança de Nova Jersey foi em um cruzamento de duas ruas. Na esquina de uma delas encontrava-se uma igreja cristã que foi inicialmente rachada e partida ao meio pelo terremoto e em seguida teve a sua torre quebrada e jogada ao chão.

Filme original: Multidão se aglomera dentro das igrejas clamando a Deus por uma intervenção divina.

Na película de mais cinqüenta anos atrás, até o final a igreja é o local de refúgio, onde a população se aconchega a clamar ao Senhor por uma intervenção milagrosa. É apropriada uma introspecção essencial acerca da América daquela era. Onde as pessoas iam em busca de segurança e consolo? Onde elas iam buscar conforto e esperança? Resposta: na igreja.

No filme de Spielberg não há mais igreja no final.

d) Deus como soberano

A conclusão do filme original deu uma ênfase total à pessoa de Deus como o libertador.
d1) O final do filme de 1952-53:
O cientista Dr. Clayton Forrester, olhando para os céus: “Nós estávamos todos orando por um milagre”.[4]

Filme original: Sylvia, o pastor e Dr. Clayton Forrester olhando para os céus após o livramento divino. Os méritos pela vitória são todos de Deus.

O narrador: “Os marcianos não tinham resistência contra as bactérias da nossa atmosfera. Quando respiraram nosso ar, germes inofensivos a nós os mataram. O final foi rápido. Por todo o mundo, suas máquinas pararam e caíram. Depois de todas as tentativas do homem terem falhado, os marcianos foram destruídos e a humanidade foi salva, pelas menores coisas que Deus, em Sua sabedoria, pôs nesta terra”.[5]

Enquanto isso, ouvimos um coro cantando ao fundo: “Amém...”.

d2) O final do filme de 2005:
Ninguém fala: “Nós estávamos todos orando por um milagre”. A ênfase da narrativa é na pessoa de Deus e no próprio homem. Spielberg tem alguma coisa a mais para a voz narrativa adicionar ao texto original. O homem passa a ter crédito e direito por ter sobrevivido:

O narrador: “Desde que os invasores chegaram, respiraram o nosso ar, comeram e beberam, foram condenados. Eles foram aniquilados, destruídos, após todas as armas e equipamentos humanos falharem, pela menor criatura que Deus, em sua sabedoria, pôs na Terra. Pelo preço de um bilhão de mortes, o homem ganhou sua imunidade e seu direito de sobreviver entre os infinitos organismos do planeta. E esse direito é nosso contra todos os desafios, porque os homens não vivem nem morrem em vão”.[6]
Versão de 2005: Apesar do final comovente onde Ray abraça seu filho, a ênfase da narrativa é que os méritos pela vitória sobre os marcianos não são apenas de Deus.

A cura da depravação

Tal Brooke conclui sua análise com um tom melancólico:
Sem dúvida, que a ode real na versão do filme de 2005 é para o humanismo e não para Deus. Não estou certo que tipo de mundo os sobreviventes de Spielberg vão reconstruir. Certamente não queria estar confinado dentro desse mundo.

Também é verdade que a segunda versão de “Guerra dos Mundos” é um arquivo da América dos dias atuais, da mesma forma que o primeiro filme registrou a América do início da década de 50. O triste é comparar os dois mundos entre esses dois filmes. É uma jornada descendente e a ruína americana nem sequer precisou dos marcianos”.[7]

Sem dúvida, a depravação humana, seja na América, no Brasil ou em qualquer outra latitude, continua numa “boa”. Esse quadro vem se agravando nos últimos cinqüenta anos e ainda vai piorar (2 Timóteo 3.1-9). Basta ler os jornais ou assistir aos noticiários para constatarmos que estamos numa depravação total. Porém, Deus não está com Suas mãos encolhidas, elas estão estendidas e prontas para nos resgatar desse lamaçal.

O ser humano é totalmente depravado desde quando nasceu. Como uma carga genética espiritual, o pecado original de Adão nos tem sido passado através dos séculos e todos nós somos culpáveis. Qualquer tentativa de sarar o depravado sem modificar a sua natureza pecaminosa é inútil. Só quando o homem recebe uma nova natureza, que só Cristo dá, ele pode alcançar a cura.

“Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, pela graça sois salvos” (Efésios 2.4-5).
“Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado” (Romanos 4.7-8).

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6.23).

“E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Coríntios 5.17).

Olhem como o tempo voa. As horas passam rapidamente. Estou ficando mais velho a cada segundo e a humanidade prossegue no seu rapel espiritual. “A iniqüidade se multiplicará” (Mateus 24.12).
Para aqueles ansiosos: “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal” (Mateus 6.34).
Para aqueles que ainda agem depravadamente, recusando a graça bendita de Jesus: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Galátas 6.7). Converta-se a Ele hoje, enquanto ainda é tempo (Hebreus 3.13). “Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.7).
Ah! Como o tempo passa, o tempo voa.
Ao Deus, Senhor de todos os tempos, toda a glória, honra e domínio pelos séculos dos séculos, amém! (Dr. Samuel Fernandes Magalhães Costa - http://www.chamada.com.br)
Bibliografia:
  1. Artigo “War of The Worlds – 50 years apart”, por Tal Brooke. SCP Newsletter. Berkeley, Califórnia, summer 2005, volume 29:4. páginas 4-7.
  2. Id, página 8.
  3. Ibid, páginas 4-5.
  4. DVD do filme “Guerra dos Mundos”, baseado no livro de H.G. Wells, 1952, renovado em 1980 pela Paramount Pictures. Cenas finais.
  5. Id.
  6. DVD do filme “Guerra dos Mundos”, um filme de Steven Spielberg, 2005, Paramount Pictures e Dreamworks Pictures. Cenas finais.
  7. Artigo “War of The Worlds – 50 years apart”, por Tal Brooke. SCP Newsletter. Página 16.

terça-feira, 26 de julho de 2011

CERTEZA "wILLIAM MACDONALD"

Certeza

É possível uma pessoa saber que é salva e que vai para o céu?
Em resposta a esta pergunta, devemos primeiramente observar que, se a salvação fosse por meio das obras, tal certeza seria impossível. Uma pessoa nunca poderia estar completamente certa de ter realizado boas obras suficientes ou o tipo correto de boas obras. Além disso, se sua salvação dependesse da continuidade de uma vida perfeita, ela nunca poderia ter certeza de que continuaria a satisfazer esse requisito.

Aqueles que crêem que a salvação é dependente de seu caráter pessoal ou das boas obras invariavelmente traem esse fato através de sua fala. Você pergunta a um homem: “Você é salvo?” E é provável que ele responda: “Estou me esforçando para ser”. Em outras palavras, ele espera fazer o que for necessário para merecer a salvação, e não recebê-la como um presente.

Você pergunta a outro homem: “Você vai para o céu?” E ele responde: “Só vou saber quando eu morrer”. Ele tem a idéia de que Deus, naquela hora, vai pesar suas boas e más ações, e que seu destino dependerá de quais ações forem mais pesadas.

Você pergunta a um terceiro homem, e ele responde: “Espero que sim”. Ou “Acho que sim”. Ou ainda “Sou tão bom quanto os outros”. Todas estas respostas indicam que ele está tentando fazer por merecer a aprovação de Deus, mas nunca tem certeza de nada.
Entretanto, como a salvação é pela graça, é possível saber com total certeza quando se é salvo.

“Essa é a razão por que provém da fé, para que seja segundo a graça, a fim de que seja firme a promessa para toda a descendência” (Rm 4.16a).
A única maneira através da qual Deus pôde planejar uma CERTEZA de salvação para a humanidade foi pela graça, mediante a fé.

Salvação pela graça significa que tudo depende de Deus e nada depende do homem. Quando tudo depende de Deus, não há possibilidade de fracasso.
Salvação pela graça significa que a vida eterna é um presente, é um dom. Uma pessoa sabe quando aceita um presente. Não há lugar para dúvidas.
A salvação pela graça baseia-se na obra consumada de Cristo. Como Ele completou Sua obra plenamente, o homem não precisa fazê-lo. O homem simplesmente aceita aquilo que Cristo fez por ele.
Como a salvação é pela graça, é possível saber com total certeza quando se é salvo.
Paulo sabia que era salvo. Ele disse: “Porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia” (2 Tm 1.12) (ver Tito 3.5).

Os crentes de Éfeso sabiam que eram salvos, pois Paulo escreveu a eles: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
Na verdade, todos os crentes destinatários das cartas do Novo Testamento são mencionados como aqueles que já haviam sido salvos e que sabiam disso.
Aos que mantêm suas convicções de que a salvação está de certa forma ligada a boas obras, parece presunção quando um cristão diz que é salvo. De fato, se a salvação dependesse, mesmo que em um grau mínimo, do que o homem é ou do que faz, então seria mesmo uma indescritível presunção ele afirmar ter a vida eterna.

Mas, como a salvação é pela graça, não há nenhuma presunção envolvida nisso. Dwight L. Moody entendeu isso quando disse: “Não me envergonho de dizer que sou um homem convertido; não há nisso nenhum crédito a mim mesmo!”
Os que negam que se possa saber se é salvo, ou não, são os verdadeiros culpados de presunção. Eles têm a presunção de contradizer a Deus. Ele diz que é possível sabermos (1 Jo 5.13). Eles dizem que não. Portanto, eles chamam Deus de mentiroso (1 Jo 5.10).
Mas como, então, um cristão sabe que tem a vida eterna? Como ele pode ter certeza que é salvo?

A resposta na forma mais breve possível é que a certeza da salvação vem através da Palavra escrita de Deus.
Quando Deus planejou o Evangelho da graça, Ele queria que aqueles que confiassem em Seu Filho soubessem, sem sombra de dúvida, que haviam passado da morte para a vida. Como Ele poderia atingir esse objetivo da melhor maneira? Qual seria a coisa mais certa, no Universo, sobre a qual poderia ser baseada a certeza da salvação? 

O que proporciona mais certeza em todo o Universo é a própria Palavra de Deus. Ela diz uma coisa, então isso deve ser verdade. Não há possibilidade de erro, nem de falha, nem de engano. Os céus e a terra passarão, mas a Palavra de Deus nunca passará (Mc 13.31). Ela está firmada para sempre. Não há nenhuma possibilidade de engano quando se crê em Deus. É impossível nos decepcionarmos por confiar nEle.

Portanto, Deus determinou outorgar-nos a certeza por meio de Sua própria Palavra, a Bíblia. Nas Escrituras, Ele nos legou um testemunho garantindo de que todo aquele que crê no Nome do Filho de Deus tem a vida eterna.

“Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1 Jo 5.13).
Em outras palavras, a Bíblia foi escrita por Deus para que todos os que crêem em Cristo possam saber que são salvos.
Se você confia em Jesus Cristo como Senhor e Salvador, então pode saber que tem a vida eterna. Como você pode saber? Porque Deus fala isso em Sua Palavra. Nada poderia haver mais certeza que isso.
A Bíblia foi escrita por Deus para que todos os que crêem em Cristo possam saber que são salvos.

O problema com muitas pessoas é que elas preferem depender de seus sentimentos para saber se são salvas. Elas acham que, quando confiam em Cristo, vão experimentar sentimentos misteriosos e emocionais. Elas acham que passará uma sensação de calor por seu corpo, como ondas. Elas esperam algo como impulsos elétricos que farão tocar os sininhos da alegria. Quando esses fenômenos não ocorrem, essas pobres pessoas concluem que não são salvas.

Elas deveriam entender que a Bíblia nunca fala sobre sentir-se salvo. Elas estão procurando algo que Deus nunca prometeu.
Elas deveriam entender que os sentimentos são um guia não confiável, do qual não podemos depender. Eles variam de uma hora para outra. A certeza da salvação baseada em um fundamento tão incerto não seria digna de ter tal nome.
Essas pessoas deveriam entender que, como disse o Dr. Scofield: “A justificação ocorre na mente de Deus e não no sistema nervoso do crente”. É um fato que fica estabelecido no céu e não um sentimento que é estimulado no corpo.

Logicamente, é verdade que sentimentos de alegria freqüentemente acompanham a conversão de uma pessoa. Quem não se sentiria feliz em saber que é salvo? Mas o fato é que sentimentos de felicidade não nos asseguram que somos salvos. Pelo contrário, é o conhecimento de que estamos salvos, baseados na imutável Palavra de Deus, que nos faz sentir alegria.r

O ladrão na hora da morte não soube que estava salvo por causa de seus sentimentos de felicidade. O corpo dele estava destruído pela dor. Ele soube que estava salvo porque ouviu Cristo dizer: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lc 23.43). Em outras palavras, ele baseou sua certeza na Palavra do Senhor.

A única diferença dos cristãos de hoje é que eles não ouvem a voz de Deus de modo audível; em nossa época Deus nos dá a certeza por meio de Sua Palavra escrita, a Bíblia.
Logicamente, a Palavra de Deus não é o único meio de termos certeza. À medida que crescemos na vida cristã, vamos obtendo a certeza através:
  1. Amor por nossos irmãos em Cristo (1 Jo 3.14).
  2. Um novo ódio pelo pecado (Mt 6.13).
  3. Um novo amor pela santidade (1 Jo 2.3).
  4. Uma sede pela Palavra de Deus (1 Pe 2.2).
  5. Uma consciência da direção de Deus, etc. (Rm 8.14).
No momento em que confiamos no Senhor Jesus, podemos saber que estamos salvos porque é isso que a Bíblia nos diz.

(William MacDonald - http://www.chamada.com.br)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O MIAS IMPOTANTE É ISRAEL

O Mais "Importante" é Israel

Minha filha mais nova acaba de concluir seu segundo ano de faculdade numa universidade secular (N. do T.: nos EUA há universidades cuja orientação educacional é cristã, daí a diferenciação pelo uso do termo “secular”). No intuito de cultuar a Deus com outros irmãos, ela levou quase dois anos inteiros para encontrar uma igreja que não se considere “o novo Israel” e que não creia que Deus rejeitou definitivamente o povo judeu.

Enquanto preparávamos uma edição da nossa revista, um amigo me deu um sábio conselho em poucas palavras: “Cuide para que o mais importante seja, de fato, o mais importante”. O mais importante não é o número de dispensações bíblicas, nem é a enorme quantidade de diferenças que poderíamos alistar entre a Teologia Aliancista (ou Teologia da Substituição) e a Teologia Dispensacionalista. A “coisa mais importante” é aquilo que minha filha priorizou quando visitava várias igrejas e solicitava a declaração de fé de cada uma delas. O “mais importante” é Israel.

Quando eu era uma crente recém-convertida a Cristo, passava muitas horas ouvindo pregações pelo rádio. Felizmente, havia em nossa região uma excelente emissora de rádio evangélica dirigida por um dedicado crente em Cristo, que era criterioso com a programação que permitia ir ao ar. Certa ocasião eu ouvia um famoso pastor presbiteriano que começava uma série de pregações no livro de Isaías.

Ele introduziu sua pregação com a seguinte história: há muitos anos, quando ainda era um jovem pastor que acabara de se formar no seminário, ele cria que todas as maravilhosas promessas que Deus fizera a Israel no Antigo Testamento agora se destinavam à Igreja. A oportunidade de Israel tinha chegado e fora desperdiçada. A nação de Israel pecara, perdera sua terra e fora substituída pela Igreja – esta que passou a ser o novo povo escolhido por Deus (uma peculiaridade interessante desse ponto de vista é a de que as pessoas que o adotam ainda consentem que o genuíno povo de Israel fique com todas as maldições prometidas por Deus, enquanto a Igreja fica com todas as bênçãos).
Desde o momento em que Deus a estabeleceu no livro de Gênesis e a reafirmou ao longo de todo o Antigo Testamento, a Aliança Abraâmica – que inclui a provisão da terra e todas as outras promessas – é infalível.

Entretanto, a esposa daquele jovem pastor interpretava a Bíblia de modo um pouco mais literal. Ela cria que a partir do momento em que Deus fazia uma promessa, Ele a cumpria. Então, aquele pastor contou que sua esposa orava todos os dias para que ele chegasse a uma compreensão melhor e mais exata da Palavra de Deus.

Um dia ele decidiu estudar o livro de Isaías com toda seriedade e afinco. Extasiado pelas grandiosas promessas que Deus fizera a Israel, ele começou a analisar sua perspectiva de Deus. Que Deus era aquele a quem ele servia, que fizera promessas tão maravilhosas como essas para, depois, anulá-las e concedê-las a outros?

Por fim, ele chegou à conclusão de que tinha de tomar uma decisão acerca de Deus. Ou Deus era: (1) incapaz de cumprir as promessas que fez a Israel; ou (2) Ele era um mentiroso que nunca teve a intenção de cumprir as promessas que fez a Israel; ou (3) Ele ainda estava para cumprir as promessas que fez a Israel. Aquele pastor optou pela terceira e última alternativa.
À medida que a sociedade ao nosso redor se deteriora e o lobby muçulmano se torna mais forte a cada dia, tanto nos Estados Unidos quanto no Ocidente, o mundo – inclusive grande parte da “cristandade” – quer nos fazer acreditar que o território no qual está situada a nação de Israel é de quem dele se apoderar ou que ele pertence aos árabes por direito. Contudo, o mais importante continua a ser o mais importante. Israel não é a Igreja e a Igreja não é Israel.

A verdade é que Deus confiou a Abraão e seus descendentes naturais a terra de Canaã, mediante uma aliança incondicional que nunca foi ab-rogada ou abolida. Muitas pessoas confundem a Aliança Mosaica – que exigia a obediência de Israel – com a Aliança Abraâmica, que não estava condicionada à obediência. Pelo fato de não obedecerem à Aliança Mosaica, os israelitas foram privados das bênçãos temporais de que poderiam desfrutar e sofreram o castigo de serem expulsos temporariamente de sua terra. Porém eles ainda possuem a Escritura de posse daquela terra que Deus lhes outorgou por herança.

A Nova Aliança – que também foi firmada por Deus com Israel em Jeremias 31 – substitui a Aliança Mosaica, mas não substitui a Aliança Abraâmica. Desde o momento em que Deus a estabeleceu no livro de Gênesis e a reafirmou ao longo de todo o Antigo Testamento, a Aliança Abraâmica – que inclui a provisão da terra e todas as outras promessas – é infalível.
À medida que a sociedade ao nosso redor se deteriora e o lobby muçulmano se torna mais forte a cada dia, tanto nos Estados Unidos quanto no Ocidente, o mundo – inclusive grande parte da “cristandade” – quer nos fazer acreditar que o território no qual está situada a nação de Israel é de quem dele se apoderar ou que ele pertence aos árabes por direito.

O Deus a quem sirvo não é impotente. Não é à toa que Ele se chama o Deus Todo-Poderoso. Se Ele foi capaz de criar o mundo em seis dias, se foi capaz de abrir o mar Vermelho para que um povo de 2 milhões e meio de pessoas o atravessasse do Egito para Canaã a pés enxutos levando seus rebanhos, se foi capaz de fazer cair do céu o maná durante 40 anos para alimentar Seu povo a quem Ele guiava por meio de uma coluna de nuvem durante o dia e uma coluna de fogo durante a noite, então Ele certamente é capaz de trazer Israel de volta para Si numa genuína conversão espiritual e abençoar fisicamente o povo judeu com a terra que lhes prometeu.

A Aliança Abraâmica não se baseou na obediência de Israel, mas no amor leal de Deus, como está escrito: “Porquanto amou teus pais, e escolheu a sua descendência depois deles” (Dt 4.37). Moisés fez a seguinte declaração aos israelitas:

“Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais...” (Dt 7.7-8; ênfase acrescentada).
Moisés os advertiu de que se eles abandonassem o Senhor Deus, seriam espalhados por entre as nações e perseguidos (Lv 26.14-39; Dt 28.15-68). 

Mas ainda assim, o Senhor afirmou: “...se o seu coração incircunciso se humilhar, e tomarem eles por bem o castigo da sua iniqüidade, então, me lembrarei da minha aliança com Jacó, e também da minha aliança com Isaque, e também da minha aliança com Abraão, e da terra me lembrarei” (Lv 26.41-42). Por quê? Porque Deus confiou aquela terra ao povo de Israel “para todo o sempre” (Dt 4.40).

A que espécie de Deus você serve? Se foi enxertado na família da fé através da Nova Aliança, você se tornou um descendente espiritual de Abraão, não um descendente natural. Se Deus não for fiel em cumprir as promessas que fez a Israel, como é que você pode estar certo de que Ele será fiel em cumprir as promessas que fez a você? À semelhança da Aliança Abraâmica, a Nova Aliança é incondicional. Não se baseia na sua ininterrupta obediência; baseia-se no amor leal de Deus por você (Jo 3.16; Rm 5.8). 

Felizmente para todos nós, “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?” (Nm 23.19). Por isso Ele “cumprirá” a Aliança Abraâmica, a “aliança que fez com Abraão e do juramento que fez a Isaque; o qual confirmou a Jacó por decreto e a Israel, por aliança perpétua, dizendo: Dar-vos-ei a terra de Canaã como quinhão da vossa herança” (1 Cr 16.16-18; Sl 105.9-11).
“Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (Jr 32.38-39).

Além disso, Ele também cumprirá a Nova Aliança que fez com Israel, de livrar fisicamente a nação inteira e regenerá-la espiritualmente num único dia (Zc 12.10; Rm 11.26). Em seguida, Ele cumprirá a Aliança Davídica ao fazer com que Jesus, o Messias, o Filho de Davi, se assente no trono de Davi para reinar sobre todo o Reino Messiânico, primeiramente por mil anos e, então, para todo o sempre (2 Sm 7.12,16; Is 9.7; Ap 20.4,6).

Não se deixe enganar por filosofias de homens que “interpretam” aquilo que Deus diz de modo a fazer com que o sentido do que foi dito por Deus seja completamente oposto ao que está escrito em Sua Palavra. “Cuide para que o mais importante seja, de fato, o mais importante”. Israel e a Igreja não são a mesma coisa. O amor incondicional do Deus todo-poderoso por ambos, Israel e a Igreja, é que continua a ser o mesmo.

A passagem bíblica a seguir foi proferida e escrita pelo profeta Jeremias ao povo judeu, os descendentes naturais de Abraão, Isaque e Jacó. Se o Deus a quem você serve é onipotente, fiel e verdadeiro, tal passagem não pode se aplicar a nenhum outro que não seja exclusivamente o Israel nacional:

“Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os lancei na minha ira, no meu furor e na minha grande indignação; tornarei a trazê-los a este lugar e farei que nele habitem seguramente. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma. Porque assim diz o Senhor: Assim como fiz vir sobre este povo todo este grande mal, assim lhes trarei todo o bem que lhes estou prometendo” (Jr 32.37-42).  

Publicado anteriormente na revista Notícias de Israel, maio de 2008.

Revista mensal com artigos sobre Israel, profecias bíblicas, e notícias internacionais comentadas. Entenda como o que ocorre no Oriente Médio afeta sua vida e o futuro de todos nós. Assine aqui »

terça-feira, 5 de julho de 2011

A AGONIA DOS GRANDES ESTADOS UNIDOS

A Agonia dos Grandes Estados Unidos
A América não é mencionada nenhuma vez na Bíblia, sugerindo que será de alguma forma mutilada ou retirada do cenário (Glenn Beck, abril de 2009).

Uma questão importante na profecia bíblica é: onde estão os Estados Unidos no final dos tempos? Já me fizeram essa pergunta tantas vezes que decidi escrever um livro para abordar todas as questões relacionadas com os EUA na profecia bíblica. O livro se chama The Late Great United States: What Bible Prophecy Reveals about America’s Last Days (A Agonia dos Grandes Estados Unidos: o Que a Profecia Bíblica Revela Sobre os Últimos Dias da América).

A tese do livro é que a América não é mencionada na Bíblia, seja direta ou indiretamente, e que esse silêncio é significativo. As Escrituras revelam que a principal superpotência no final dos tempos, pelo menos na época do meio da Tribulação, será um Império Romano reunificado (Apocalipse 13.4). Essa dominação européia apenas pode ser explicada à luz do declínio da América.

John Walvoord não vê um papel importante para os EUA no final dos tempos. “Embora as conclusões relativas ao papel da América na profecia do final dos tempos sejam inevitavelmente baseadas em suposições, as evidências bíblicas são suficientes para se concluir que naqueles dias os EUA não serão uma superpotência e aparentemente não figurarão com proeminência nos aspectos político, econômico ou religiosos do mundo”.[1] Charles Ryrie concorda:

A Bíblia deixa bem claro o destino de muitas nações. A Babilônia, a Pérsia, a Grécia, Roma, o Egito, a Rússia, Israel... Mas não acontece o mesmo com os Estados Unidos. (...) O silêncio da Bíblia no que se relaciona ao futuro dos Estados Unidos pode muito bem significar que eles não terão nenhum papel de relevo no drama do final dos tempos. Não é necessário que o nome de uma nação seja mencionado para que ela seja identificada na profecia bíblica. 

Quando Ezequiel descreveu a futura invasão russa, ele usou a frase “das bandas do norte” (Ez 38.15). Certamente algum profeta teria predito algo sobre aqueles países ou povos nas partes longínquas do Ocidente se Deus tivesse pretendido um papel importante para eles no Hemisfério Ocidental no final dos tempos. O fato é que nenhum profeta o fez...

Em vez disso, somos levados a concluir que os Estados Unidos serão neutralizados, subordinados ou eliminados, tendo assim uma atuação pequena ou nenhuma atuação nos assuntos políticos e militares do final dos tempos.[2]

Para falar a verdade, eu não quero ver a decadência dos Estados Unidos. Amo este país; contudo, parece-me improvável que os Estados Unidos terão um papel-chave no final dos tempos. Mas, o que poderia reduzir a América a um papel subalterno? Que tipo de acontecimento poderia fazer com que a América caísse de joelhos? Embora não possamos falar com certeza sobre isso, uma vez que a Bíblia não oferece esclarecimentos a respeito, podemos fazer algumas suposições baseadas em um certo conhecimento. 

Vários cenários plausíveis se encaixam na atual situação mundial. Eles poderiam ocorrer individualmente ou em uma combinação fatal. No último ano temos testemunhado grandes transformações em três frentes que ameaçam a continuação do papel da América como a superpotência mundial. Essas três frentes são a condição moral interna dos EUA, a ameaça externa por meio do terrorismo nuclear, e o perigo econômico de um papel cada vez mais reduzido para a América e para o dólar. Vejamos de modo resumido alguns dados atualizados sobre essas áreas. Sinto dizer que a notícia não é boa.

Combustão Interna

Robert Bork, em seu livro Slouching Towards Gomorrah (Despencando em Direção a Gomorra) diz: “A cultura americana é complexa e se recupera com facilidade. Mas também não se deve negar que há muitos aspectos de quase todos os ramos de nossa cultura que estão piores do que jamais estiveram e que a podridão está se alastrando”. É triste, mas é verdade. O desastre nacional de quase 50% de nascimentos de filhos ilegítimos, uma indústria de pornografia de 12 bilhões de dólares ao ano, e 50 milhões de abortos desde 1973 são flagelos terríveis no cenário nacional americano.

Além disso, o movimento homossexual continua a impulsionar suas ações, confirmando tragicamente a descida cada vez mais intensa para dentro da espiral mortal do julgamento descrito em Romanos 1.24-31. O casamento homossexual foi legalizado em Massachusetts e em Connecticut já há algum tempo, e outros estados o estão legalizando agora. A Suprema Corte de Iowa anulou a proibição legal do casamento gay em abril de 2009. Casamentos de pessoas do mesmo sexo foram legalizados em Iowa em 27 de abril de 2009.

Vermont, que permite uniões civis de gays e lésbicas há dez anos, tornou-se o primeiro estado a aprovar uma lei sancionando casamentos de pessoas do mesmo sexo. A assembléia legislativa do estado reuniu votos suficientes para suplantar o veto do governador. Casamentos entre pessoas do mesmo sexo serão legalizados naquele estado a partir de 1º de setembro de 2009. Maine também aprovou casamentos de pessoas do mesmo sexo. 

Outros estados estão considerando uma legislação semelhante à medida que os dominós continuam a cair. A revolução sexual de Romanos 1.24-25 foi seguida com uma rapidez chocante pela revolução homossexual de Romanos 1.26-27.

A ridicularização e o escarnecimento da miss Califórnia no concurso Miss Estados Unidos e a legislação federal para crimes de ódio são outros dois exemplos da corrida acelerada para silenciar qualquer fala ou ação oposta à homossexualidade e ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. A América está sofrendo de uma hemorragia interna. Bárbaros e vândalos da podridão moral estão avançando sobre nós.

A Frente Nuclear

A horrenda ameaça de um onze de setembro nuclear está aumentando.


O Paquistão está em perigo crescente de tornar-se o Talibanistão. A região Noroeste do país já poderia ser descrita como um “pequeno” Talibanistão. Há um medo real e crescente de que o governo instável do Paquistão possa estar correndo o risco de se render ao Taliban. 

O dailymail.co.uk informou que “o Paquistão chegou à beira de um colapso, quando os guerrilheiros do Taliban ameaçaram devastar aquele volátil país”. O LA Times (8 de maio de 2009) publicou um artigo intitulado “O Paquistão no Precipício?”

O general David Petraeus, chefe do Comando Central dos Estados Unidos, admoesta que o Taliban representa uma ameaça “contra a própria existência do estado paquistanês”. A prioridade número um dos Estados Unidos é salvaguardar o arsenal nuclear de Islamabad. 

O arsenal nuclear do Paquistão totaliza pelo menos 55 ogivas nucleares. Permitir que essas armas caiam nas mãos do Taliban não é uma opção. Além da ameaça do Paquistão, a Coreia do Norte continua a insultar o mundo com seu programa nuclear, e o Irã está próximo de cruzar a linha de chegada nuclear. A horrenda ameaça de um onze de setembro nuclear está aumentando.

É a Economia, Estúpido!

Thomas Macauley, um parlamentar britânico, escreveu em 1857 estas palavras sensatas sobre os Estados Unidos: “Sua República será tão terrivelmente despojada e devastada pelos bárbaros do Século XX quanto foi o Império Romano no Século V, com a seguinte diferença – os bárbaros e os vândalos que assolaram o Império Romano vieram de fora, e os seus bárbaros e vândalos estarão engendrados em seu próprio país”. Tragicamente, estamos testemunhando isso hoje, tanto na frente moral quanto na econômica.

O tsunami econômico está sendo alavancado pelos poderosos líderes mundiais como uma oportunidade incrível de mover drasticamente o mundo em direção a uma economia global e a uma moeda mundial. A recente reunião do G20 em Londres, denominada “A Cúpula de Londres 2009”, confirmou essa virada brusca para a esquerda, para longe da proeminência americana e em direção à globalização. Em 6 de abril de 2009, a revista Time publicou o artigo “Será que o Todo-Poderoso Dólar Está Arruinado?”, uma crônica sobre o consenso cada vez maior de que o sistema de reserva do dólar está com os dias contados. O primeiro-ministro britânico Gordon Brown disse que os dias da primazia dos Estados Unidos acabaram e que “problemas globais requerem soluções globais”. A reunião do G20 é a onda do futuro. Ela tem sido chamada de “o arquétipo das futuras negociações globais”.

“É a passagem de uma era”, disse Robert Hormats, vice-presidente da Goldman Sachs International, que ajudou a preparar as reuniões de cúpula dos presidentes Gerald R. Ford, Jimmy Carter e Ronald Reagan. “Os Estados Unidos estão se tornando menos dominantes enquanto que outras nações estão se tornando mais influentes”.[3]
O fato de que as reservas da América estão diminuindo não é uma grande surpresa. O débito nacional da América está agora nos inacreditáveis $11 trilhões de dólares... e aumentando.


O fato de que as reservas da América estão diminuindo não é uma grande surpresa. 

O débito nacional da América está agora nos inacreditáveis $11 trilhões de dólares... e aumentando. Os números no infame relógio de débito da América, próximo à Times Square em Nova Iorque, têm dado tantas voltas quanto os ponteiros do medidor de energia elétrica de Clark Griswold [personagem fictício da comédia Férias em Las Vegas, estrelado por Chevy Chase]. As principais instituições financeiras foram nacionalizadas. Muitos observaram que a América está a caminho do socialismo.

A matéria de capa que chamou a atenção na revista Newsweek de 16 de fevereiro de 2009 foi: “Agora Somos Todos Socialistas”. Aquela mesma edição da Newsweek publicou um artigo intitulado “O Governo Onipresente Está de Volta – Com Toda a Força”, que destaca o fato de que mais e mais americanos estão esperando que o governo lhes dê suporte financeiro. Direitos que vão do berço à sepultura levaram ao que está sendo apelidado de “um estado-babá”. As palavras de Thomas Jefferson são um severo lembrete e uma admoestação: “Um governo que é grande o suficiente para dar a você tudo o que você quer, é forte o suficiente para tomar de você tudo o que você tem”. De acordo com a Bíblia, esse é exatamente o lugar para onde tudo finalmente rumará sob o poder do Anticristo.

A recessão nos Estados Unidos está tendo um efeito devastador sobre as conquistas sociais. Em 2008, o débito dos Estados Unidos era de 41% da economia; em 2010 será de 62% da economia – um aumento de 50% em apenas dois anos. Esse tipo de endividamento é insustentável. O Sistema de Saúde já está pagando mais que recebendo. Isso começou a acontecer pela primeira vez no ano passado. 

O fundo de reserva instituído para atender ao Sistema de Saúde ficará insolvente em 2017. A Seguridade Social estará pagando mais do que recebendo em 2016 e estará falida em 2037. A revista Time (24 de março de 2008) pode estar certa: “O século XXI subverterá muitos dos nossos pressupostos básicos sobre a vida econômica. O século XX viu o final da dominação européia sobre a política e a economia globais. O século XXI verá o fim da dominação americana”.

O Fim da América

Acrescente o Arrebatamento a todos estes problemas e a América se tornará uma nação de segunda categoria em um piscar de olhos. O Arrebatamento mudará tudo! Embora haja crentes em todas as nações, os EUA possuem uma porcentagem maior de crentes do que qualquer outra nação na terra. Pense no Dow Jones no dia seguinte ao Arrebatamento. Na falência dos bancos. A retirada imediata do sal e da luz dos Estados Unidos pode ser o julgamento final de Deus sobre a América.

O Que Podemos Fazer?

Ninguém sobre a terra sabe quando o Arrebatamento irá acontecer e quando a América cairá. Nesse ínterim, os americanos não devem esquecer de seguir a política doméstica de Deus para a sua nação, através da oração sincera por ela e pelos seus líderes (1 Timóteo 2.2) e de uma vida de retidão (Provérbios 14.34); lembrando-se também de cumprir com a política de Deus para os estrangeiros, através do compartilhamento das boas novas com as nações (Romanos 10.15) e abençoando o povo judeu (Gn 12.1-3). 

Devemos nos lembrar que o destino de uma nação não depende em último caso da política, dos poderes militares, mas da justiça, da bondade e da misericórdia.  

(Pre-Trib Perspectives - Mark Hitchcock - http://www.chamada.com.br)
O Dr. Mark Hitchcock é pastor da Faith Bible Church (Igreja Bíblica da Fé) em Edmond, OK (EUA). Ele é autor de diversos livros sobre as profecias bíblicas e membro do Grupo de Estudos Pre-Tribulacionistas.
Notas:
  1. John F. Walvoord, The Nations in Prophecy (Grand Rapids: Zondervan Publishing House, 1967), 175.
  2. Charles C. Ryrie, The Best is Yet to Come (Chicago: Moody, 1981), 109-110.
  3. Rich Miller and Simon Kennedy, “G-20 Shapes New World Order With Lesser Role for U.S”., Markets Bloomberg (April 3, 2009). Fonte: apaz.com