domingo, 2 de janeiro de 2011

O HOMEM APÓS A MORTE

O Estado do Homem após a morte


O HOMEM APÓS A MORTE

As falsas teorias concernentes à natureza física do homem dominaram as religiões do paganismo e teologias pervertidas dentro de muitas religiões. O paganismo fundamenta suas teses sobre a natureza do homem na escuridão, fábulas e mitologia.
Lendas e mitos do paganismo falam do que imaginam que acontece com o homem após a morte. O paganismo perverteu a adoração a Deus em idolatria e a verdade em fantasia.

E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.(Romanos 1: 23)

Deus prometeu imortalidade ao homem se na verdade houvesse obediência, mas por seu livre arbítrio este escolheu o caminho para a morte. Deus disse: ‘certamente morrerás’, enquanto que o inimigo de Deus dizia o oposto: ‘certamente não morrerás.’

A doutrina da imortalidade da alma vem do filósofo grego Platão, nascido em Atenas por 457aC e morreu em 347aC. Viveu na era ouro da cultura grega e foi um discípulo de Sócrates. Um estudante dos ensinos de Platão, chamado Aristóteles foi o instrutor de Alexandre o Grande.
Platão menciona a imortalidade da alma em escritos como: Phaedrus, Apologia, Phaedo, A República, Leis e a Sétima Carta. Em Phaedo relata um diálogo entre Sócrates e seus amigos.


DEUS É IMORTAL, MAS NÃO O HOMEM...

Deus é eterno e imortal, e sua eternidade mostra que Deus é infinito em relação ao tempo, e de natureza incorruptível.
Mas o homem é mortal. A morte é universal entre os homens e inerente à sua natureza pecaminosa, advinda de sua própria escolha pelo mal.

Que homem há, que viva e não veja a morte? Ou que livre a sua alma do poder do mundo invisível? (Salmos 89: 48)

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo,(Hebreus 9: 27)

E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal,...(Romanos 8: 11)

o qual recompensará cada um segundo as suas obras,  a saber: a vida eterna aos que, com perseverança em fazer bem, procuram glória, e honra, e incorrupção;(Romanos 2: 6,7)

Se a recompensa do que persevera em fazer o bem é a vida eterna, conclui-se com facilidade que o homem não imortal.

num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.  Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade.(I Coríntios 15: 52,53)


·        Observe quem  ressuscita. Não são os mortos?
·        Não ressuscitam para que o que é corruptível se faça incorruptível? Ou se revista da imortalidade?
·        Não está aí a razão da ressurreição?
·        O que dizer se afirmar que o homem é imortal?
·        Qual seria a razão da ressurreição?
·        Não acaba por anular promessas de Deus  e ainda negar a ressurreição de Jesus?

Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem.  Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo.

O mesmo livro de Coríntios nos traz esta citação, mas:

·         Como dizer que a morte veio por Adão se o homem fosse imortal?
·         Como dizer que todos serão vivificados na vinda de Cristo se o homem fosse imortal?
·         Como entender  Hebreus que diz que está ordenado aos homens morrerem? (Heb. 9:27,28)

A BREVIDADE DA VIDA DO HOMEM

Isto é fato real. As montanhas, nos diz a palavra que duram de geração após geração, e a vida eterna é comparada a um rio que flui século após século, mas esta vida do homem é temporária, momentânea, e o homem está sujeito à mudanças, sofrimento e morte.

Faze-me conhecer, SENHOR, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou frágil.  Eis que fizeste os meus dias como a palmos; o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade. (Selá)  Na verdade, todo homem anda como uma sombra; na verdade, em vão se inquietam; amontoam riquezas e não sabem quem as levará.(Salmos 39: 4- 6)

SENHOR, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes?  O homem é semelhante à vaidade; os seus dias são como a sombra que passa.(Salmos 144: 3, 4)

Porque toda carne é como erva, e toda a glória do homem, como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor;(I Pedro 1: 24)

A promessa da imortalidade ao homem está dependente do encontro das condições de Deus para a salvação. Somente os que têm um relacionamento apropriado com o Filho de Deus poderão receber a vida eterna. O Mashiach  ressurgiu da morte para a vida e seremos vivificados nEle, na Sua vinda. O Senhor Jesus tem da parte de Deus, a liberdade para dar a vida eterna aos que seguem a verdade e perseveram nos caminhos de retidão.

E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho.  Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.(I João 5: 11, 12)

O QUE ACONTECE NA MORTE?

Na morte, ocorre o oposto do que aconteceu quando Deus deu vida a Adão, o primeiro homem. Na criação o fôlego  de vida foi unido ao corpo formado do pó e a vida resultou. Na morte o fôlego de vida deixa o homem e resulta a morte.

Escondes o teu rosto, e ficam perturbados; se lhes tiras a respiração, morrem e voltam ao próprio pó.(Salmos 104: 29)

·        Portanto pó mais fôlego, resulta em pessoa vivente. Este foi o processo da criação.
·        E pó menos fôlego, resulta em pessoa morta. Este é o processo da morte.

Não confieis em príncipes nem em filhos de homens, em quem não há salvação.  Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensamentos.(Salmos 146: 4)

e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.(Eclesiastes 12: 7)
,                                                                
Deus tornou a Adão a vida no momento em que lhe deu o fôlego soprando em suas narinas, fazendo-o assim alma vivente.

E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.(Gênesis 2: 7)

É por isso que Eclesiastes diz que quando o espírito (fôlego de vida, ar) volta para Deus, a criatura volta ao pó, e sem este fôlego o homem está morto.

Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta.(Tiago 2: 26)

Nos verso acima notamos que o espírito é o fôlego de vida que retorna para Deus; é impessoal, e o que representa a força vital que permite ao homem estar vivo.

NATUREZA DO HOMEM NA MORTE


Na morte o homem está sem consciência. Ele não tem vida. Seu cérebro e sistema nervoso cessaram o funcionamento. Sem cérebro o homem não pensa, sem o sistema nervoso, o homem não sente dor ou prazer. O intelecto e sensibilidade só existem quando o homem está em vida. Na sepultura o homem está inconsciente, o homem está morto. 

Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará? (Salmos 6: 5)

Os mortos não louvam ao SENHOR, nem os que descem ao silêncio. (Salmos 115: 17)

Sai-lhes o espírito, e eles tornam para sua terra; naquele mesmo dia, perecem os seus pensamentos.(Salmos 146: 4)
Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento.  Até o seu amor, o seu ódio e a sua inveja já pereceram e já não têm parte alguma neste século, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol. (Eclesiastes 9: 5, 6)

Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra, nem indústria, nem ciência, nem sabedoria alguma. (Eclesiastes 9: 10)

MORTE COMPARADA AO SONO INCONSCIENTE


A morte é como um sono inconsciente. Não há consciência com relação ao tempo. Para o que morreu há anos, assim como para o que morreu no segundo anterior o tempo não mostrará sua extensão. A consciência só existirá quando nos colocarmos diante de Cristo.

Se fiel a Cristo, o homem estará perante Ele na primeira ressurreição, e se infiel, o homem estará diante de Cristo na ressurreição final. O servo de Deus não deve temer a morte, mas sim esperar na ressurreição no dia do Senhor quando trará o galardão.

E Davi dormiu com seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi.(I Reis 2: 10)

E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu.(Atos 7: 60)

Depois, foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.(I Coríntios 15: 6)

e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.(II Pedro 3: 4)

A palavra cemitério é derivado do grego que equivale no latim ao termo dormitório. A morte é como um sono inconsciente.

MORTOS FICAM NOS SEPULCROS ATÉ A RESSURREIÇÃO


Uma vez sem o fôlego de vida, o homem retorna ao pó e aí permanecerá até que se ponha diante de Cristo, na primeira ou na última ressurreição. Já temos estudado anteriormente que ninguém subiu ao céu, senão o nosso Senhor Jesus. (João 3: 13)
E a palavra menciona os fiéis de Deus, que aguardam pela ressurreição para a vida eterna, Segunda nos mostra a fiel palavra de Deus.

E eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra.     (Apocalipse 22: 12)

É como diz a palavra de Deus:

Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele mil anos.         (Apocalipse 20: 6)

Pela primeira morte todos havemos de passar, pois em Adão todos morrem:

Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. (Rom. 5:12)

Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda. (I Cor. 15:22,23)

Mas a segunda morte, que é o último inimigo a ser aniquilado, ainda ceifará para destruição definitiva os que não amam a Deus e não andam segundo os Seus preceitos.

O FÔLEGO DE VIDA


O homem formado do pó da terra era inanimado até que recebeu a vida de Deus.

E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.(Gênesis 2: 7)

O fôlego de vida é a força vital que mantém o corpo do homem em funcionamento.
As atividades exercidas pelo cérebro e sistema nervoso do homem estão ativos desde que nele esteja o fôlego que o mantém em vida. O fôlego de vida faz referência ao oxigênio que o homem inala, e este é indispensável para a vida animal e humana. Sem oxigênio o homem não pode viver.
O oxigênio entra na corrente sanguínea do homem através dos seus pulmões, e o sangue percorre o corpo sendo bombeado pelo coração, o que permite que o oxigênio chegue a todas as células do organismo, sendo assim fica fácil entender que o sangue transporta o indispensável para manter em vida e atividade o as funções vitais do nosso ser.

Porque a alma da carne está no sangue, pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação pela alma.  (Levítico 17: 11)

Fica mais simples entender que não havendo circulação do sangue as células não alimentadas acabam por morrer, o que significa a morte da carne pela falta de oxigênio.
Quando o homem morre seu coração cessa de bater e seu sangue já não mais circula, os pulmões cessam o funcionamento e não entra mais o fôlego (oxigênio) em seu corpo. O fôlego de vida deixou o seu corpo, e seu cérebro e sistema nervoso já não agem. Ele está inconsciente, ele está morto.

A Bíblia por algumas vezes refere-se ao fôlego de vida como sendo seu espírito. O espírito do homem é seu fôlego de vida. A palavra espírito vem do hebraico ruach e neshamah e do grego pneuma.

Pneuma é no grego oque ruach é no hebraico.

A palavra espírito significa ar, sopro, vento, animação e manifestação de um poder.

A palavra inglesa “ pneu”, bem como pneumonia e pneumático derivam da palavra em grego pneuma.

A Concordância Analítica revela que a palavra em hebraico ruach é traduzida como fôlego (sopro) 28 vezes, vento em 90 vezes, espírito em 232 vezes, e outras vezes como ar, sopro, ventoso,  etc.

Em suma o espírito pode trazer estes significados:

·        primeiramente o ar que respiramos
·        um ser espiritual, como um anjo, por ex.
·        a influência de um ser
·        um estado de sentimento

Assim como o homem, o animal recebe o fôlego de vida pela força de Deus, ou seja seu poder.

O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-Poderoso me deu vida.(Jó 33: 4)

Enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus no meu nariz,  não falarão os meus lábios iniqüidade, nem a minha língua pronunciará engano.(Jó 27: 3)

E expirou toda carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado, e de feras, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, e de todo homem.  Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em seus narizes, tudo o que havia no seco, morreu. (Gênesis 7: 21, 22)
Porque o que sucede aos filhos dos homens, isso mesmo também sucede aos animais; a mesma coisa lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego; e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade. (Eclesiastes 3: 19)

O espírito do homem é o mesmo do animal, assim como são pó e voltam ao pó, o fôlego que os mantém em vida retorna para Deus no momento da morte.

Porque o que sucede aos filhos dos homens sucede aos animais; o mesmo lhes sucede: como morre um, assim morre o outro, todos têm o mesmo fôlego de vida, e nenhuma vantagem tem o homem sobre os animais; porque tudo é vaidade.  Todos vão para o mesmo lugar; todos procedem do pó e ao pó tornarão.  Quem sabe se o fôlego de vida dos filhos dos homens se dirige para cima e o dos animais para baixo, para a terra? (Eclesiastes 3: 19- 21)

For that which befalleth the sons of men befalleth beasts; even one thing befalleth them; as the one dieth, so dieth the other; yea, they have all one breath; so that man hath no pre-eminence above a beast; for all is vanity.  All go unto one place; all are of the dust, and all return to dust.  Who knoweth the spirit of man whether it goeth upward, and the spirit of the beast whether it goeth downward to the earth?

A versão acima da Publicação da Sociedade Judaica nos auxilia e muito, observe que o que na versão Revista e Atualizada aparece como fôlego de vida, nesta última aparece como espírito, ficando obvio que espírito nada mais é que o fôlego de vida.

O espírito do homem não é uma entidade fora corpo ou um ser que esta à parte.  Este espírito nada mais é que o fôlego de vida que mantém o sistema nervoso e cérebro humano em atividade, mas este ar não apresenta própria consciência ou habilidades quaisquer. Quando o fôlego de vida deixa o homem, ele está morto e seus pensamentos perecem. O pó volta ao pó.

E A ALMA?

O homem formado do pó da terra e animado pelo espírito proveniente de Deus se tornou alma vivente, ou seja, se tornou uma criatura com vida.

Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente. (Gênesis 2: 7)

A palavra alma apresentada neste verso significa criatura ou ser.

A existência de uma criatura ou ser vivente está dependente da união do pó que forma o corpo e o fôlego de vida.

Poderíamos assim formar uma equação:

Na vida:
·         pó da terra + fôlego de vida = alma vivente
Na morte:
·         Alma vivente – fôlego de vida = pó da terra

Quando o fôlego de vida deixa o ser vivente homem, este morre ou vira pó.

Significado da palavra alma:

·         Significa primeiramente vida, ou
·         Criatura que possui vida

Esta palavra vem do hebraico nephesh e do grego psuche

Do hebraico esta palavra ocorre 752 vezes no Velho Testamento e é traduzido de 44 formas diferentes. A palavra em inglês usada para traduzir nephesh revela seu significado como criatura, pessoa, homem, vida e vidas.
O termo psuche  ocorre 105 vezes nos escritos da Brit Chadasha (NT) e é traduzido como alma, vida, vidas, mente, coração, etc

Ambos os termos no hebraico e grego trazem entre si o mesmo significado. Este fato você pode comprovar comparando por exemplo Atos 2: 27 com Salmos 16: 10.

ANIMAIS TAMBÉM SÃO ALMAS?
Sim. As palavras do hebraico e grego traduzidas como alma são da mesma forma aplicadas aos animais.

e com toda alma vivente, que convosco está, de aves, de reses, e de todo animal da terra convosco; desde todos que saíram da arca, até todo animal da terra.(Gênesis 9: 10)

Aqui temos o pacto de Deus com todos os seres viventes, após Noé ter deixado a arca.

Disse também Deus: Povoem-se as águas de enxames de seres viventes; e voem as aves sobre a terra, sob o firmamento dos céus.(Gênesis 1: 20)

E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus.(Gênesis 1:20)

Temos aqui o mesmo texto que aparece em versões diferentes e nos dá a clara noção de que assim como o homem, os animais são almas, ou seres viventes.

Naturalmente que o homem é diferente do animal. O homem é superior, no entanto, não é neste termo alma que poderíamos encontrar a diferença, pois ambos são almas, ou seja, seres viventes.

Então, para o SENHOR tomarás o tributo dos homens de guerra que saíram a esta guerra; de cada quinhentos, uma alma, tanto dos homens como dos bois, dos jumentos e das ovelhas.(Números 31: 28)

Toda criatura vivente que vive em enxames viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, e, aonde chegarem estas águas, tornarão saudáveis as do mar, e tudo viverá por onde quer que passe este rio (Ezequiel 47: 9)
  And it shall be, every soul that lives, which swarms in every place, there where the two torrents go, that soul shall live. And there shall be very many fish, because these waters shall come there. And they shall be healed. And all shall live there where the torrent goes.

Aqui na Green’s Literal Translation(Tradução Literal) e na versão revista e atualizada você pode comparar e verificar que enquanto numa diz criatura vivente a outra diz alma,  de onde concluímos que alma faz referência à seres ou à própria pessoa. Lembre-se que no dia de pentecostes se converteram quase três mil almas.

Then those who gladly welcomed his words were baptized. And about three thousand souls were added that day.
 Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas.(Atos 2: 41)

Novamente aqui temos o termo alma sendo traduzido como pessoas. Com isso esperamos ter esclarecido a questão sobre alma.

 

O HOMEM COMO ALMA É MORTAL!!


O homem é uma alma e é mortal. Alma é mortal.

Deu livre curso à sua ira; não poupou da morte a alma deles, mas entregou-lhes a vida à pestilência.(Salmos 78: 50)

Eis que todas as almas são minhas; como a alma do pai, também a alma do filho é minha; a alma que pecar, essa morrerá.
A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai, a iniqüidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este.(Ezequiel 18: 4, 20)

Os seus príncipes no meio dela são como lobos que arrebatam a presa para derramarem o sangue, para destruírem as almas e ganharem lucro desonesto. (Ezequiel 22: 27)

Derramou o segundo a sua taça no mar, e este se tornou em sangue como de morto, e morreu todo ser vivente que havia no mar. (Apocalipse 16: 3)

 And the second angel poured out his bowl onto the sea. And it became blood, as of a dead one, and every soul of life died in the sea.

Por mais este exemplo verificamos que os seres viventes, ou seja, as almas que viviam no mar foram mortas, e da mesma forma que o homem também os animais são seres mortais.

Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do SENHOR prosperará nas suas mãos. (Isaías 53: 10)
Aqui temos alma como conotação de vida, se a alma fosse imortal, e segundo este texto Jesus ofereceria sua “alma” (vida, ou seja Ele próprio) como poderíamos dizer que o mesmo se fez imortal conforme defende a Escritura???? Isto é mais uma prova de que o homem, e incluso estava nosso Mestre, é mortal e só a ressurreição nos leva à incorruptibilidade.

A recompensa para a vida eterna só se alcança pelos méritos de Cristo e na Sua vinda, e estes serão os vencedores que terão a imortalidade como galardão, e serão incorruptíveis para todo o sempre.

Lembremo-nos que o primeiro a defender a imortalidade mesmo em condições de pecado foi Lúcifer que disse a Eva: “Certamente não morrerás!!”, e em contraste transparente disse D-us: “ Certamente morrerás!!”

Ao se admitir a imortalidade da alma (termo mal-compreendido e agora, esclarecido) anulamos a finalidade da ressurreição de Jesus e o plano de salvação de D-us. Concedemos ao justo e ao ímpio a idéia de que é eterno e acabamos por indiretamente anunciar contra a necessidade de Jesus como Salvador.

Em Adão todos morrem, mas em Cristo os justos serão ressuscitados para a incorruptibilidade e os ímpios para a destruição.

Postado por Roberto
Fonte: Estudo Israelita da Nova Aliança
Abraço

A VERDADE SOBRE OS I44 MIL ASSINALADOS

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A verdade sobre os 144 mil assinalados

Introdução

   Muitas denominações religiosas têm proposto diferentes interpretações sobre o tema em questão, tentando, por várias maneiras arrolar seus adeptos entre os 144 mil selados do Apocalipse.

   Os futuristas, defensores da teoria do rapto secreto, têm defendido que estes surgirão após a vinda de Yeshua e serão poderosos pregadores na terra, dentro do suposto sete anos de domínio sobre a terra.

   As chamadas testemunhas de Jeová advogam que o assinalamento dos 144 mil seja evento ainda em curso. Qual seria de fato a verdade?

Sinal que os identificam

“Então , ouvi o números dos que foram selados, que eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel: ... Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos.” Ap 7:4,9
Pontos a considerar

* Os versos referem-se a dois grupos grandes e totalmente distintos.
* O primeiro conta com um número fixo de 144 mil.
* Existe ainda um outro grupo com uma grande multidão.
* Os 144 mil são compostos exclusivamente de indivíduos das doze tribos de Israel.
* Os salvos de todas as nações formam a grande multidão. Aqui pode haver e há israelitas naturais, diferente do grupo dos 144 mil, no qual não se incorpora gentio.

“... da tribo de Judá foram selados doze mil; da tribo de Rúben doze mil; da tribo de Gade, doze mil; da tribo de Aser; doze mil; da tribo de Naftali, doze mil; da tribo de Simeão, doze mil; da tribo de Levi, doze mil; da tribo de Issacar, doze mil; da tribo de Zebulom, doze mil; da tribo de José, doze mil; da Tribo de Benjamim foram selados doze mil.” Ap 7:5-8
 

   Nos versos de 5 a 8 acima, podemos observar que são selecionados 12 mil de cada tribo,  sendo mencionada a descendência dos filhos de Israel. Sendo assim, de que forma alguns tentam agregar pessoas não israelitas, ou gentias, dentro dos 144 mil?

* Defendem eles que os 144 mil assinalados não são apenas israelitas naturais, mas que se trata também de Israel “espiritual” abrindo assim espaço para os gentios.
* Em muitas passagens da Bíblia é correto que o crente gentio seja considerado israelita ou judeu. No entanto onde apresenta israelitas e gentios, no mesmo quadro, devemos entender judeus e gentios literalmente.

Quem D-us chamou primeiro?
“Yeshua enviou estes doze e lhes ordenou, dizendo: Não ireis pelo caminho das gentes, nem entrareis em cidade de samaritanos; mas ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel;” Mt 10:5,6
   Observe você que Yeshua instruiu seus discípulos a irem até as ovelhas perdidas da casa de Israel, antes que fossem a outras pessoas.

“E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Mashiach padecesse e, ao terceiro dia, ressuscitasse dos mortos; e. em seu nome, se pregasse arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém.” Lc 24:46,47

   Dentre as últimas orientações dadas pelo mestre, Ele diz que por Jerusalém se começasse a pregação do evangelho. O próprio apóstolo Paulo reconheceu este fato. Vejamos:

“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de D-us para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.” Rm 1:16

“Mas Paulo e Barnabé, usando de ousadia, disseram: Era mister que a vós se vos pregasse primeiro a palavra de D-us; mas, visto que a rejeitais, e vos não julgais dignos da vida eterna, eis que nos voltamos para os gentios.” At 13:46

   A prioridade na recepção da mensagem redentora e aproximação à verdade de D-us foi um privilégio, primeiramente concedido aos judeus.

“Ressuscitando D-us a seu Filho Yeshua, primeiro o enviou a vós, para que nisso vos abençoasse, e vos desviasse, a cada um, das vossas maldades.” At 3:26

   Ao ser procurado por uma mulher gentia, Yeshua enfatizou que o pão deveria ser alimento do povo de Israel, não devendo a princípio ser compartilhado com um povo que não era povo de D-us. O evangelho, segundo a palavra, é para salvação primeiro do judeu e depois do grego, vejamos Mateus 15:22-28:

“E eis que uma mulher Cananéia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando ao pé dele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. Então chegou ela e adorou-o, dizendo: Senhor socorre-me. Ele porém, respondendo, disse: Não é bom pegar o pão dos filhos e deitá-los aos cachorrinhos. E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos. Então, respondeu-lhe Yeshua e disse: Ó mulher, grande é a tua fé. Seja isso feito para contigo, como tu desejas. E, desde aquela hora, a sua filha ficou sã.”

   As palavras de Yeshua confirmam o escrito do apóstolo Paulo. Antes de os gentios achegarem-se à palavra da salvação e encontrarem o acesso, o israelita recebeu as dádivas de D-us:

“Qual é, logo, a vantagem do judeu? Ou qual a utilidade da circuncisão? Muita, em toda maneira, porque, primeiramente, as palavras de D-us lhe foram confiadas” Rm 3:1,2
“Porque eu mesmo poderia desejar ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne; que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e os concertos, e a lei, e o culto, e as promessas; dos quais sãos os pais, e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, D-us bendito eternamente. Amém.” Rm 9:3-5

   A palavra sendo primeiramente anunciada aos israelitas, mostra-nos que a princípio a Kehilah (congregação) foi formada exclusivamente de judeus e demais israelitas. Estes são tidos como os primeiros frutos da pregação do evangelho do reino.

“E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em sua testa tinham escrito o nome dele e o de seu Pai... Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vai. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para D-us e para o Cordeiro.” Ap 14:1,4
   Por primícias entendemos que sejam os primeiros frutos colhidos. Os escritos da Brit Chadashah mostram-nos que os primeiros frutos entre os remidos pelo sangue do Cordeiro dizem respeito aos israelitas, a quem Yeshua disse que primeiro deveria ser anunciado o evangelho, e de quem o apóstolo falou como os primeiros receptores da mensagem. Sendo assim, como poderíamos ter ainda no último século pessoas que façam parte dos 144 mil assinalados?

Cresce a kehilah da comunidade de Israel

   Na festa israelita que celebrava as primícias da colheita, Shavuot (o Pentecostes), estavam presentes pessoas de vários lugares, a quem Pedro, cheio do Espírito Santo, dirigiu palavras dizendo:

“Varões israelitas, escutai estas palavras: a Yeshua Nazareno, varão aprovado por D-us entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que D-us por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;” At 2:16-22
   Aqui o apóstolo esclarecia o que houvera predito o profeta Joel, e desta pregação resultou o ingresso na Kehilah de quase três mil almas.

“E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Yeshua HaMashiach para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos D-us, nosso Senhor chamar: E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.” At 2:38-41

Deste ponto em diante a Kehilah crescia constantemente.

“... louvando a D-us e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à kehilah aqueles que se haviam de salvar.” At 2:47

  
   À medida que os discursos eram feitos, a kehilah crescia em número de integrantes israelitas.

“Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.”  At 4:4

   Os sinais e prodígios, feitos pelos apóstolos, fazia crescer o número dos que se juntavam aos componentes da kehilah primitiva.

“E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente reunidos no alpendre de Salomão. Quanto aos outros, ninguém ousava ajuntar-se com eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais.” At 5:12-14

“Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos,... E crescia a palavra de D-us, e em Jerusalém se multiplicava muito o número dos discípulos, e grande parte dos sacerdotes obedecia a fé.” At 6:1,7

“Assim, pois, as kehilot em toda a Judéia e Galiléia e Samaria tinham paz e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do Espírito Santo.” At 9:31

   Deste ponto em diante, as portas da kehilah se abrem para os gentios convertidos. No entanto, não significa que nenhum israelita não mais pudesse salvar-se, mas um endurecimento do povo de Israel, conforme a predição do apóstolo Paulo, em sua carta aos Romanos no capítulo 11, propiciou a abertura para que os gentios convertidos pudessem ser enxertados na Oliveira (Israel), e desta forma, passassem a estar revestidos do Mashich, como descendência de Abraão, e herdeiros da promessa.

   Este grandioso crescimento da kehilah deu-se em cerca de trinta anos e dentro deste período aconteceu o assinalamento dos 144 mil israelitas descritos no Apocalipse. O fim deste assinalamento marca o início do endurecimento de Israel, no que diz respeito à aceitação do evangelho. Este endurecimento perduraria até o retorno do Mashiach, quando houver entrado a plenitude dos gentios. Rm 11: 25,26

   Como nação Israel está endurecido, o que não impede que individualmente, um israelita aceite a Yeshua, o Mashiach. Com este endurecimento começou a formação da grande multidão.

Israel e Kehilah (igreja): dois povos?
 

   Absolutamente que não! O judaísmo dos dias de Yeshua estava decadente e a mensagem do Mestre e seus apóstolos trouxe-lhes plena restauração. Note que estava nos planos de D-us reconstruí-lo para que o caminho aos gentios pudesse ser aberto:

“Depois disto, voltarei e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído; levantá-lo-ei das suas ruínas e tornarei a edificá-lo. Para que o resto dos homens busque ao Senhor; e também todos os gentios sobre os quais o meu nome é invocado, diz o Senhor que faz todas estas coisas.” At 15:16-18

   No Mashiach, o tabernáculo foi restaurado. Assim, a kehilah não é uma nova instituição, mas a reconstrução do judaísmo puro e a continuidade dos planos divinos que começaram em Abraão. A kehilah verdadeira foi e é a legítima representante de D-us e Sua obra.

Importante: O sistema levítico ou aarônico para expiação do pecado, teve cumprimento pleno com o sacrifício real e definitivo de Yeshua, o verdadeiro Cordeiro que tirou o pecado do mundo. O sacerdócio que passou a vigorar a partir da cruz é o de Melquisedeque, no qual Yeshua foi constituído Sumo Sacerdote.

   Daí por diante, mesmo que os judeus prosseguissem sacrificando animais, estes sacrifícios já não tinham nenhum efeito espiritual. A sombra, o típico, já estava extinto, dando lugar ao real. Esta é uma grande diferença entre o povo de Israel que permanece endurecido, e o  Israel que recebeu a Nova Aliança e o Mashiach Yeshua, o  judaísmo que cumpre os planos de D-us por meio da kehilah israelita.

   Na vinda de Yeshua como Rei, os olhos do Israel endurecido, serão abertos para o Mashiach. Ao receberem o Rei e Mashiach, em Jerusalém, no momento de aflição, reconhecerão que se trata do próprio Yeshua a quem rejeitaram durante todos estes séculos.

Situação dos gentios

“Portanto, lembrai-vos de que vós, noutro tempo, éreis gentios na carne e chamados incircuncisão pelos que, na carne, se chamam circuncisão feita pela mão dos homens; que, naquele tempo, estáveis sem Mashiach, separados da comunidade de Israel e estranhos aos concertos da promessa, não tendo esperança e sem D-us no mundo.” Ef 2:11,12
   Note que os gentios chamados incircuncisão (não circuncidados) achavam-se totalmente fora dos planos divinos. Sem D-us, sem esperança, sem direito às promessas feitas a Abraão e seus descendentes, e sobretudo, separados da comunidade de Israel. Ora, se estavam separados da comunidade de Israel, fica evidente que Israel sempre foi o canal utilizado por D-us para salvar e executar Seus planos e promessas. Observe que no Mashiach e conseqüentemente na kehilah, os gentios convertidos são incorporados na comunidade de Israel, perdendo a condição de gentios e tornando-se israelitas. Sendo assim, concluímos que a kehilah não é uma comunidade estranha, mas sim parte do próprio Israel.
“E, se sois do Mashiach, então, sois descendentes de Abraão e herdeiros conforme a promessa.” Gl 3:29

Para mais detalhes você pode ler Efésios 2:13-22.

   Vale lembrar mais uma vez que Israel, como nação, foi endurecido por D-us, cumprindo um propósito divino. Desde então, como nação, este povo permanece endurecido, o que permitiu aos gentios, serem enxertados, até que a plenitude dos gentios haja entrado. Quanto a esta verdade não podemos estar ignorantes, considerando a misericórdia do Pai para com todos. Individualmente, muitos de nosso povo crêem em Yeshua e aceitam a Nova Aliança.

   Para maiores esclarecimentos, podemos ler as palavras de Paulo em Romanos 11:1,7,8,11,25,26 e Romanos 9:27. Na vinda do Mashiach o remanescente de Israel se converterá ao Senhor, reconhecendo-o e sendo purificado.

A grande multidão

   Conforme já mencionado, D-us planejou a reedificação do Tabernáculo de Davi. Isto deu-se com a organização e estabelecimento da kehilah, o que possibilitou o ingresso dos gentios convertidos à comunidade de Israel. Outras citações da Brit Chadashah confirmam este propósito de D-us.

“Como também diz em Oséias: Chamarei meu povo ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada.” Rm 9:25
“Vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas agora, sois povo de D-us; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.”  1 Pe 2:10

   Iniciando com o centurião Cornélio, os gentios convertidos passaram a ser participantes da kehilah, não mais como estrangeiros, mas como membros da família de D-us.

“Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos Santos e da família de D-us; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Yeshua HaMashiach é a principal pedra da esquina;” Ef 2:19,20
Observe que desta forma os gentios estavam no mesmo fundamento do judaísmo.

“E abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que D-us não faz acepção de pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo.” At 10:35
“Na verdade, até aos gentios deu D-us, o arrependimento para a vida.” At 11:18

   O endurecimento de Israel, quanto ao Mashiach, acabou por torná-lo uma pedra de tropeço para eles, uma vez que, como nação, não o reconheceriam, até que novamente Ele volte como Reis dos reis.

“Pelo que também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; e quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina; e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo, para aqueles que tropeçam na palavra, sendo desobedientes; para o que também foram destinados.” I Pe  2:6-8

Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei. Tropeçaram na pedra de tropeço, como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo; e todo aquele que crer nela não será confundido.” Rm 9:31-33

“A pedra que os edificadores rejeitaram tornou-se cabeça de esquina.” Sl 118:22, Is 28:16

   Mas vale recordar o que estudamos há pouco. Tropeçaram para que caíssem? De modo nenhum, mas pela sua queda abriu-se a  oportunidade para os goim (gentios), conforme disse o apóstolo Paulo aos Romanos. E assim será, até que se dê a restauração completa de Israel com o Mashiach, na Sua vinda, quando a nação de Israel chorará e se converterá ao Senhor. Até então, judeus estarão individualmente, ainda que em pequeno número, pelo testemunho da Kehilah, unindo-se à Nova Aliança.

Postado por Roberto
Fonte: comunidade Israelita da Nova Aliança
Abraço




quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

PARA O ANO QUE COMEÇA

Para o Ano Que Começa

“Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (Sl 100.1-2).

O ano velho terminando, o ano novo começando, vamos nos perguntar: Como deverá ser minha vida com Deus neste novo ano? Quais serão minhas prioridades? O que o Senhor espera de mim? Para acharmos as respostas, voltemos ao Salmo 100: “Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico” (vv.1-2).

– O Salmo 100 não começa dizendo apenas “Celebrai ao Senhor”, mas: “Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras”.

– Ele não diz apenas “Servi ao Senhor”, mas: “Servi ao Senhor com alegria”.
– Não está escrito somente “apresentai-vos diante dele”, mas: “apresentai-vos diante dele com cântico”.

Neste momento, tomemos a decisão de crescer na gratidão ao Senhor, ganhando almas para Jesus. Não vamos apenas servi-lO neste novo ano, mas servir a Ele com alegria. Além disso, não nos apresentemos simplesmente diante dEle, mas cheguemos à Sua presença “com cântico”.

“Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras”

Chama a atenção quantas vezes somos conclamados na Bíblia a louvar e adorar ao Senhor. A Escritura deixa bem claro quem deve louvar e adorá-lO, quem deve celebrar com júbilo ao Senhor:

– Seus santos: “Salmodiai ao Senhor, vós que sois seus santos, e dai graças ao seu santo nome” (Sl 30.4).

– Israel : “Casa de Israel, bendizei ao Senhor; casa de Arão, bendizei ao Senhor; casa de Levi, bendizei ao Senhor; vós que temeis ao Senhor, bendizei ao Senhor” (Sl 135.19-20).
– Os gentios: “Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-o, todos os povos” (Sl 117.1).
Até os céus, a terra e os montes devem exaltá-lO: “Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos” (Is 49.13). No mesmo versículo encontramos a razão de todo esse júbilo: “porque o Senhor consolou o seu povo e dos aflitos se compadece.” 

A Bíblia fala de mais razões para louvar a Deus, por exemplo: “Louvai ao Senhor, porque ele é bom; cantai louvores ao seu nome, porque é agradável” (Sl 135.3). Ou: “Exaltado seja o Deus da minha salvação” (Sl 18.46). “Por causa da sua misericórdia... Por isso te glorificarei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome” (Rm 15.9). 

Ou pensemos nas tantas vezes em que Sua bondade infinita é louvada e exaltada em cânticos: “Rendei graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre” (Sl 106.1; 107.1; 118.1; 136.1; etc.).
 
“Cantai, ó céus, alegra-te, ó terra, e vós, montes, rompei em cânticos” (Is 49.13).
Inúmeras pessoas, inclusive muitos cristãos, infelizmente, esquecem de louvar e agradecer, de celebrar com júbilo ao Senhor! Mas o louvor a Deus não deve ser expresso apenas através de palavras.

O próprio Senhor Jesus exorta os crentes a viverem uma vida santificada para que os outros, aqueles que nos observam, possam louvar ao Senhor: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16). 

E Pedro escreve em sua primeira epístola: “mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1 Pe 2.12). 

Se a nossa vida for um testemunho autêntico do poder renovador de Deus, então outros serão levados a entoar conosco o louvor a Deus. Vamos juntos, neste ano que começa, fazer com que o louvor ao Senhor ecoe de nossas vidas de maneira renovada! Se vivermos de acordo com nossa elevada vocação, coisas grandiosas acontecerão!

“Servi ao Senhor com alegria!”

Não devemos simplesmente servir ao Senhor; vamos fazê-lo “com alegria” (Sl 100.2). Isso significa levar Filipenses 2.14 a sério: “Fazei tudo sem murmurações nem contendas”. “Murmuração” é reclamar, é demonstrar falta de vontade e reagir negativamente. Servir ao Senhor “com alegria” significa servi-lO sem murmurar, sem reclamar, sempre de boa vontade.

Talvez alguém pergunte: “Quando acontece alguma coisa comigo, como posso saber o que vem do Senhor, o que resulta das circunstâncias ou o que procede das pessoas que me cercam?” Se respondêssemos essa pergunta de maneira direta e imediata, certamente consideraríamos sempre como vindas do Senhor aquelas coisas que nos agradam. 

Então tudo seria muito fácil, não teríamos o menor problema em servi-lO com alegria, sem murmurar e sem reclamar. Mas muitas vezes não é simples separar o que vem de Deus daquilo que procede de homens ou das circunstâncias. Por quê? Porque no final das contas tudo vem dEle! Nem sempre Deus é o causador direto do que se passa conosco, mas Ele permite que as coisas aconteçam em nossas vidas. Se aceitarmos essa verdade e eliminarmos toda a murmuração de nosso coração, perseverando nessa atitude, então estaremos servindo ao Senhor com alegria!

Louvar e agradecer: muitos cristãos, infelizmente, esquecem de fazê-lo.
Paulo escreveu a um grupo de escravos em Éfeso: “Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo” (Ef 6.5). Esses escravos, ao se submeterem à autoridade de seu senhor, não estavam submetendo-se apenas a ele mas também a seu Mestre celestial. 

E a maneira como exerciam seu serviço demonstrava que estavam servindo ao próprio Senhor com alegria, da maneira como Paulo o definiu: “como a Cristo’. O mesmo vale para nós: “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” (Ec 9.10). E: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens” (Cl 3.23). É assim que servimos ao Senhor “com alegria”!

“Apresentai-vos diante dele com cântico”

O próprio Senhor Jesus demonstra o que isso significa: “Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo e exclamou: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e instruídos e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado” (Lc 10.21). 

Jesus havia se apresentado diante de Seu Pai para trazer-lhe Sua gratidão e Seu louvor, e Seu coração se rejubilava de alegria. Como havia surgido essa alegria tão grande? Será que se tratava de uma simples emoção que tomou conta dEle? Não, não foi o que aconteceu. Está escrito: “naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo...”

Em 1 Tessalonicenses 5.19 lemos: “Não apagueis o Espírito”. Muitas vezes o Espírito Santo anseia por nos levar a um intenso júbilo espiritual, especialmente quando Ele consegue realizar sua maior obra, que Cristo descreve como sendo: “Ele (o Espírito Santo) me glorificará” (Jo 16.14). 

Justamente nesses momentos, quando o Espírito está despertando em nós uma grande alegria pela pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, quando está glorificando ao Filho diante de nossos olhos espirituais, não deveríamos impedi-lO de realizar Sua obra em nós, não deveríamos abafá-lO, mas permitir que esse júbilo, essa alegria intensa tenha livre acesso a nossos corações. 

Muitos talvez se sintam constrangidos e procurem sufocar as manifestações de intensa alegria que o Senhor nos concede, por temerem que elas possam vir de uma fonte que não é pura. Naturalmente precisamos ter cuidado para não cair em um cristianismo só de sentimentos, como infelizmente tem acontecido com muitas igrejas. 

Mas existe realmente essa grande alegria no Espírito, esse júbilo de que Jesus nos deu o exemplo: “Naquela hora, exultou Jesus no Espírito Santo...” Essa “exultação” significa, no texto original, “um júbilo intenso, que nos leva a demonstrar alegria, a cantar e a expressar nossa intensa satisfação, nosso profundo deleite. Jesus não exultou apenas em Suas emoções, pois Sua alegria era gerada pelo Espírito Santo.

“Louvai ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua misericórdia dura para sempre” (Sl 106.1).
Que neste início de ano o Salmo 100 sirva de impulso para que nos apresentemos ao Senhor com cântico. Vamos fazê-lo? Vamos gravar profundamente em nossos corações essa conclamação? Não esqueçamos: um júbilo produzido pelo Espírito Santo glorifica e alegra nosso Senhor! 

(Marcel Malgo - http://www.apaz.com.br)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

SABEDORIA DO NOVO ANO

Sabedoria no Novo Ano

No final de um ano e no limiar de um novo ano você certamente também já se admirou e disse: "O quê? Já chegamos novamente ao fim do ano?" Quando isso acontece, somos lembrados de como a vida humana é passageira, como o Salmo 90.9 diz tão bem: "...acabam-se os nossos anos como um breve pensamento". 

A nossa vida passa "como um suspiro" ou "como um sopro". Quanto mais velhos ficamos, mais rápidos parecem transcorrer os anos, pois cada um deles torna-se uma parcela sempre menor de nossa vida. 

E isso volta a nos lembrar que nossa vida é limitada, que o tempo que passamos sobre a terra tem um fim. Foi isso que levou Moisés a suplicar ao Senhor: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Sl 90.12). 

Que tipo de sabedoria Moisés pedia? Penso que foi a sabedoria de viver a vida de uma maneira que ela tenha valor diante de Deus. Nesse sentido o Senhor Jesus nos conclama a juntar tesouros nos céus (Mt 6.20) e Paulo nos exorta a buscar "as coisas lá do alto" (Cl 3.1-2). 

O que significa "do alto"? Paulo explica isso de maneira bem compacta nos versículos 12 a 14, mas poderíamos citar ainda muitos outros versículos bíblicos que dizem a mesma coisa: "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição".

Vamos investir nessas coisas celestiais durante o novo ano, para que nossa vida seja cheia de uma riqueza que permanece eternamente? Repetidas vezes, como na passagem acima, o amor é exaltado no Novo Testamento como o alvo mais elevado que existe, e esse é o amor de qualidade superior, o amor com que Jesus nos amou, dando Sua vida por nós. 

Os ataques do inimigo nestes tempos finais se concentram sobre esse amor supremo. Jesus nos alertou a respeito em Seu sermão profético: "E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor esfriará de quase todos" (Mt 24.12).

Que façamos parte dos que se tornaram sábios pela Palavra de Deus, nos quais o amor não esfria pela injustiça que está tomando conta do mundo! Vamos nos animar mutuamente a sermos vigilantes e a orarmos para sermos considerados dignos de escapar de todas as coisas que têm de suceder e de estar em pé na presença do Filho do Homem (comp. Lc 21.36)!

(Fredi Winkler - http://www.apaz.com.br)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

NOVA ESPERANÇA PARA UM NOVO ANO


Nova Esperança Para um Novo Ano
Vivemos em um mundo bastante desanimador. No início de um novo ano, procuramos em vão por perspectivas de tempos melhores. Se analisarmos a situação internacional, se observarmos as dificuldades econômicas e o baixo nível moral dos povos, não há muitos motivos para esperar por momentos mais luminosos para este mundo. Até mesmo é duvidosa a realização dos anseios que temos para nossa vida pessoal neste novo ano.

Tendo pouca esperança no melhoramento das condições gerais, resta-nos somente uma alternativa: procurar a renovação individual das pessoas. É preciso encontrar um caminho que permita que você seja elevado acima das circunstâncias, de modo que esteja sobre elas e que elas até mesmo sejam controláveis.

Será que isso realmente é possível? Milhões de pessoas experimentaram tal transformação e obtiveram um fundamento inteiramente diferente para suas vidas ao aceitarem Jesus como seu Salvador pessoal pela fé. Seus corações ficaram repletos de paz profunda e permanente, que não pode ser abalada por nenhuma tempestade em suas vidas. 

Elas descobriram o segredo da alegria e da verdadeira felicidade, que consiste da confiança em Deus e da obediência a Ele, e obtiveram novo valor para suas vidas. Para elas, todas as coisas realmente "se fizeram novas"! O apóstolo Paulo descreve essa maravilhosa transformação da seguinte maneira: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Co 5.17).

Também você pode começar o novo ano como uma nova criatura em Jesus Cristo! Então sua tranqüilidade e seu êxito na vida não dependerão mais das circunstâncias, pois você terá uma nova vida, que se manifestará em novos anseios e em novos rumos da sua vontade. Novas forças estarão à sua disposição! O "novo homem", nascido do alto pela fé em Jesus Cristo, poderá dar passos confiantes no novo ano. 

Esta é uma maravilhosa mensagem para você! Será possível encontrar a Deus na condição de pessoa que foi perdoada, que foi purificada dos seus pecados. Você terá sido renovado através de Jesus Cristo, tornado aceitável diante de Deus através dos méritos de Jesus Cristo, seu Redentor.

Por isso, não hesite mais! Aceite a Jesus Cristo como seu Salvador pessoal e deposite sua confiança inteiramente nEle neste novo ano.

Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, janeiro de 2000.

PENSAMENTO PARA O ANO NOVO

Pensamentos para o Ano Novo
1."...as coisas antigas já passaram..." (2 Co 5.17). O medo de viver, na verdade, origina-se na culpa e no pecado. Só quem se livrou do fardo do passado pode entrar leve e despreocupadamente pelo portal de um novo ano. Jesus Cristo é grande o suficiente para nos perdoar todos os pecados. Basta que os confessemos a Ele.

2. "...eis que se fizeram novas..." (2 Co 5.17). Alguém disse certa vez: "Um dia pode ser uma pérola, e um século, nada." Aquele que entregou sua vida a Jesus ganha a eternidade para si; quem vive sem Jesus está perdendo tudo desde agora.

3. "Oh! Tomara que me abençoes..." (1 Cr 4.10). Quando o talentoso artista Michelangelo começou a maior obra de sua vida na Capela Sistina, pintou primeiro duas mãos que abençoavam. Ele sabia o que também nós temos de saber para um novo ano: "Tudo depende da bênção de Deus".

4. "O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois" (Jo 13.7). Muitas coisas que acontecem nos parecem estranhas, muitos caminhos de Deus para conosco parecem ininteligíveis, mas na eternidade vamos entender o porquê, pois Deus jamais erra.
5. "...a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus" (Gl 2.20b, Ed. Rev. e Corrigida). Para quem vive pela fé em Jesus, a fé de Jesus passa a se tornar efetiva: não existe fé maior do que essa. Viver com Jesus significa alcançar o alvo, pois Ele é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.2).

6. "...faça-se a tua vontade..." (Mt 6.10b). Seguir ao Senhor com um coração íntegro e obedecer-Lhe traz bênção nunca imaginada e é o melhor pré-requisito para o sucesso espiritual. Dar finalmente o passo diante do qual vacilamos até agora nos faz felizes e nos conduz à liberdade.

7. "Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor" (Lc 12.36). William McDonald disse: "Não basta defender a verdade acerca de Sua vinda; essa verdade deve nos dominar". Os cristãos mais ativos e santificados são aqueles que contam com a volta de Jesus e que amam a Sua vinda. Por isso o pastor Wilhelm Busch recomendava: "Juntem-se aos crentes que esperam pela volta do Senhor". 

(Norbert Lieth - http://www.chamada.com.br)
Publicado anteriormente na revista Chamada da Meia-Noite, dezembro de 1998.